Crazy in Love
| "Crazy in Love" | ||||
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| Single de Beyoncé com a participação de Jay-Z do álbum Dangerously in Love | ||||
| Lançamento | 18 de maio de 2003 | |||
| Gravação | 2003 | |||
| Estúdios | Sony Music Studios (Nova Iorque) | |||
| Gênero | R&B | |||
| Duração | 3:56 | |||
| Gravadora | Columbia | |||
| Composição | Beyoncé · Rich Harrison · Shawn Carter · Eugene Record | |||
| Produção | Beyoncé · Rich Harrison | |||
| Cronologia de singles de Beyoncé | ||||
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| Cronologia de singles de Jay-Z | ||||
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| Faixas de Dangerously in Love | ||||
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| Vídeo musical | ||||
| "Crazy in Love" no YouTube | ||||
"Crazy in Love" é uma canção da artista musical estadunidense Beyoncé, contida em seu álbum de estreia em carreira solo Dangerously in Love (2003). Conta com a participação do rapper e seu atual marido Jay-Z, e foi composta por ambos juntamente a Rich Harrison e Eugene Record, sendo produzida pela própria intérprete e por Harrison. Antes de encontrar-se com ela, Harrison conceituou a batida da faixa. Depois de desenvolvê-la, o produtor decidiu enviá-la apenas para o artista certo, e surpreendeu-se após receber uma ligação de Beyoncé. Enquanto estava no estúdio de gravação, ela surpreendeu-se pelo gancho de "Are You My Woman (Tell Me So)", composta por Eugene Record, que havia sido usado por Harrison enquanto conceituava a batida. A faixa foi escrita em cerca de duas horas, e Jay-Z improvisou seus versos em dez minutos.
A Columbia Records enviou o tema para estações de rádio em 18 de maio de 2003, servindo como o primeiro single do material. Posteriormente, a gravadora disponibilizou-a digitalmente em países como Brasil e Estados Unidos dois dias depois. Um extended play (EP) digital de remixes foi lançado em diversos países em julho do mesmo ano. Musicalmente, "Crazy in Love" é uma canção R&B que incorpora elementos musicais de gêneros como funk, hip hop e soul dos anos 1970. Apresenta o gancho de "Are You My Woman (Tell Me So)", de The Chi-Lites. Liricamente, trata de uma romântica obsessão que faz a protagonista ficar fora de si.
"Crazy in Love" foi aclamada pela mídia especializada, a qual prezou sua produção, os vocais da cantora e a demonstração de "Are You My Woman (Tell Me So)", além de elogiarem a participação especial de Jay-Z. Diversos resenhadores também prezaram a forma pela qual Beyoncé canta seus versos. Consequentemente, foi listada como a 16ª entre as 500 melhores canções de todos os tempos pela revista Rolling Stone e qualificada pelo canal VH1 como a melhor canção dos anos 2000. A obra conquistou dois troféus dos cinco que concorreu durante a 46.ª edição dos Grammy Awards, incluindo o de Melhor Desempenho de Rap Melódico e Melhor Canção R&B. Comercialmente, obteve um desempenho exitoso, culminando nas tabelas dos Estados Unidos, da Irlanda e do Reino Unido, enquanto conquistou as dez melhores posições em quase todos os países em que entrou, como Austrália, Canadá e Nova Zelândia. Nos Estados Unidos, tornou-se o primeiro single da cantora a liderar a Billboard Hot 100, onde permaneceu por oito semanas consecutivas. Mais tarde, foi condecorado com oito certificados de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA), em reconhecimento às mais de seis milhões de unidades adquiridas em terras estadunidenses.
O vídeo musical correspondente foi dirigido por Jake Nava e lançado em maio de 2003. Apresentando um tema urbano e filmado em Los Angeles, a produção retrata a cantora em diversas sequências de dança, a maioria nas quais está acompanhada de suas amigas. Embora tenha sido comparado com a gravação audiovisual de "Jenny from the Block" (2002), de Jennifer Lopez, o trabalho venceu três categorias dos MTV Video Music Awards de 2003. Desde seu lançamento, "Crazy in Love" foi incluída em todas as turnês de Beyoncé e foi apresentada pela mesma em diversas ocasiões, como na premiação supracitada, no show de intervalo do Super Bowl XLVII e nos concertos residenciais I Am... Yours (2009), 4 Intimate Nights with Beyoncé (2011) e Revel Presents: Beyoncé Live (2013). Além disso, foi regravada por artistas como Emeli Sandé e Ícaro Silva e usada em anúncios promocionais e programas televisivos como Glee e na décima temporada da série brasileira Malhação.
Antecedentes e lançamento
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Beyoncé iniciou sua carreira artística como a componente de maior destaque do grupo feminino de R&B Destiny's Child.[1] De acordo com Corey Moss, da MTV News, "fãs estavam ansiosos para ver como ela, depois de anos como integrante do grupo, se sairia em sua carreira solo".[2] No final de 2000, durante as gravações do terceiro disco da banda, Survivor (2001), Beyoncé anunciou que elas entrariam em hiato para cada membro trabalhasse em lançamentos individuais nos anos seguintes, os quais eram, supostamente, projetados para aumentar o interesse no Destiny's Child.