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Daúde (cantora)

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 Nota: Para outros significados, veja Daúde.
Daúde
Daúde em 2010, durante evento promovido pelo Ministério da Cultura (Brasil).
Informações gerais
Nome completoMaria Waldelurdes Costa de Santana Dutilleux
Também conhecido(a) comoDaúde
Nascimento23 de setembro de 1961 (65 anos)
Salvador (Bahia), Brasil
GênerosMPB, soul, funk, samba, jongo, ciranda, coco de roda, maracatu, pop, smooth jazz, acid jazz, samba-rock, worldbeat, bolero, hip hop, synthpop
Instrumentovocal
Período em atividade1985–presente
Outras ocupaçõesatriz
modelo
produtora musical
professora licenciada em Letras (Português-Literatura)
especialista em História Africana
GravadorasNatasha Records
Real World Records
Lab344
Selo Sesc SP
Milan
Totem Records
AfiliaçõesLia de Itamaracá, Carlinhos Brown, Nelson Sargento, Funk como le Gusta, Jorge Ben Jor, Paulinho Moska, Djavan, Herbert Vianna, Arthur Maia, Celso Fonseca, Mitar Subotić
Página oficialdaude.com.br

Maria Waldelurdes Costa de Santana Dutilleux (Salvador, 23 de setembro de 1961), artisticamente conhecida como Daúde, é uma cantora, atriz, modelo e produtora musical brasileira. Logo no álbum de estreia, Daúde, em 1995, recebeu três prêmios como cantora revelação: Prêmio Sharp (atual Prêmio da Música Brasileira), Prêmio APCA e o Prêmio dos Leitores do Jornal do Brasil. No ano seguinte, a cantora apresentou seu trabalho autoral no Summer Stage Festival, em Nova York. Daúde é considerada a primeira cantora e intérprete a apostar no mix de música eletrônica e música brasileira na Nova MPB.

Daúde estudou canto no Instituto Villa-Lobos e artes cênicas na Escola de Teatro Martins Pena, no Rio de Janeiro. A artista formou-se em Letras , habilitação em Português-Literatura, pela Universidade Santa Úrsula e fez uma especialização em História Africana.[1][2] São seis álbuns lançados, Daúde, Daúde #2, Simbora, Neguinha te amo, Código Daúde e Pelas ondas do mar.

A cantora é dona de um estilo único, que mistura MPB, soul, funk, música eletrônica, smooth jazz, samba-funk, jongo e, mais recentemente, ciranda e coco de roda em parceria com Lia de Itamaracá

A artista faz parte da primeira geração do movimento de renovação da música popular brasileira, a nova MPB, ao lado de Bebel Gilberto, Tulipa Ruiz, Céu, Tiê, Verônica Ferriani, Katia Bronstein, Fernanda Porto, Ana Cañas, Giana Viscardi, Anna Ratto, Jussara Silveira, Nina Becker, Alice Caymmi e Vanessa da Mata.[3][4]

Biografia

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Daúde nasceu no bairro do Candeal, em Salvador, e se mudou para o Rio de Janeiro com os pais e os irmãos, aos 11 anos. É a mais velha de três irmãos. O pai da artista, o Tenente do Exército Waldemiro Guilherme Santana, o seu Vavá, fez parte da Timbalada e da banda da Polícia Militar da Bahia. Tocava clarinete e saxofone. Seu Vavá, homenageado na música "Véu Vavá" e chamado de maestro por Carlinhos Brown, cursou a graduação em Música, especialidade saxofone, na Universidade Federal da Bahia.[5] O ambiente familiar era repleto de música clássica, de big bands e de MPB, em grande parte pelo gosto musical de sua mãe, Maria de Lurdes. [6] O apelido Daúde foi criado pelo seu irmão mais novo, que não conseguia pronunciar o seu nome, Waldelurdes, união do nome dos pais Waldemiro e Maria de Lurdes.[7][8]

Com um histórico de interesse por artes e música desde cedo, Daúde iniciou seus estudos em canto lírico com o barítono Paulo Fortes, no Instituto Villa-Lobos, e também fez aulas de teatro na Escola Martins Pena. Todos os estudos e aprofundamento da jovem Maria na época foram cruciais para o nascimento e desenvolvimento de Daúde, a sua persona artística que nasceria pouco tempo depois. [9][10]

Teatro e Cinema

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Na década de 1990, a artista participou de peças de teatro, com destaque para Mahagonny, do diretor Luiz Antonio Martinez Correa, baseada em livro do dramaturgo e diretor de teatro Bertolt Brecht, e fazia shows solo e acompanhada do cantor, compositor e instrumentista Mauricio Tapajós em casas noturnas no Rio de Janeiro. Daúde participou, ainda, de adaptações para o teatro musical e experimental de obras clássicas de autores brasileiros, sob a direção do professor Luiz Mendonça. [11][12]

Daúde estreou na TV, em 1986, no corpo de baile do programa humorístico Viva o Gordo. [13] Em 1988, a cantora e atriz deu vida à personagem Jaci, secretária do dono da Fazenda Olho D'água, Donato (EliasGleizer). [14] Jaci era filha de Julia (Chica Xavier) e irmão de José Sebastião (Pratinha). [15]

No cinema, a atriz fez uma participação no filme Como ser solteiro, dirigido por Rosane Svartman, em 1998.[16] Daúde interpretou a cantora Miriam Makeba, em 2018, a convite do diretor Andrucha Waddington no filme biográfico Chacrinha, o velho guerreiro.[17]

Primeiro álbum: Daúde

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Em meados dos anos 1990, Daúde recebeu um convite para gravar o seu primeiro álbum de estúdio. Lançado em 1995 pela gravadora Natasha Records, o disco intitulado Daúde conta com treze faixas que incluem interpretações de músicas de artistas como Jorge Ben Jor, Carlinhos Brown, Caetano Veloso e Lenine, misturando os gêneros funk, soul, pop, hip hop e samba em uma sonoridade diversa e única. Destaque para as canções "Véu Vavá" e "Quatro meninas".[18][19]

Pop com Daúde #2

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Dois anos mais tarde, em 1997, lançou o seu segundo disco intitulado Daúde #2. O álbum, com influências do samba, de drum and bass, da bossa nova, da música eletrônica, do hip hop e da MPB levou a cantora a estourar nas rádios e alcançar o sucesso entre o público graças à sua interpretação em português do hit "Pata Pata", originalmente gravado pela cantora sul-africana Miriam Makeba e da versão de "Vamos fugir", composta por Gilberto Gil e Liminha, em parceria com o cantor Djavan. O álbum marca o início da parceria de Daúde com o sambista Nelson Sargento em "Sambará/Idioma esquisito". A parceria de Daúde com o cantor e instrumentista Herbert Vianna resultou na canção "Une chanson triste", composta em homenagem ao cantor Renato Russo, e o cantor e instrumentista Caetano Veloso fez uma canção especialmente para a cantora, "Quase", em parceria com Antônio Cícero. A homenagem aos blocos afro de Salvador aparece em "Afro Olodum Multimídia", composta por Lucas Santana e Quito. A canção "A boca sujou" trouxe a participação dos rappers ingleses Jimmy Spooner e Billy Eduards. Daúde gravou "As baratas", um jongo inédito de Darcy da Serrinha. A banda foi composta pelo baixista Arthur Maia, o tecladista Will Mowat, o percussionista Ramiro Mussoto, o multi-instrumentista Celso Fonseca, o baterista Christiaan Oyens, Dennis Rollins no trombone, Paulinho Moska e Herbert Vianna nos violões e Cecília Spyer nos vocais.[20][21][22]

Os remixes de Simbora

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No ano de 1999 a cantora anunciou um terceiro álbum, o Simbora, dessa vez com remixes de músicas inclusas nos discos anteriores. A canções escolhidas foram "Véu Vavá, "Casa caiada" e "Quatro meninas". O single "Vênus" se destacou neste trabalho.[23][24] Destaque para a versão drum n' bass de "Vamos fugir", o baião eletrônico "Anna", e o acid jazz "Há". A produção dos remixes foi dividida entre o produtor iugoslavo Mitar Subotić, o Suba, William Mowat e Dudu Marote e a produção geral coube a Bid.

Parceria com Funk como Le Gusta

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A cantora iniciou a parceria com a big band Funk como Le Gusta, em 2001, com uma apresentação no festival Humaitá para peixe, no Rio de Janeiro. [25] A parceria com a banda de sambalanço, samba-rock, funk e jazz se estendeu a shows em São Paulo. [26]

O álbum internacional Neguinha te amo

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No ano de 2003, Daúde apresentou o álbum Neguinha Te Amo pela gravadora britânica Real World Records, o que a tornou a primeira brasileira a ser contratada pelo selo de world music do cantor Peter Grabriel. A partir da visibilidade que o lançamento internacional traria para a sua arte, a cantora decidiu que o álbum deveria não apenas levar a outros países uma nova perspectiva sobre arte e música brasileira, mas também servir como uma homenagem às mulheres negras e à cultura afro-brasileira. [27] No álbum, a cantora apostou no mix de música afro-brasileira, soul, funk, synth-pop, música pop e MPB. Destaca-se a parceria com Jorge Ben Jor na canção "Crioula", a regravação do afro-samba "Canto de Ossanha", de Vinicius de Moraes e Baden Powel e duas músicas em francês, "Sans direu adieu" e "J'ai rêvéu", compostas por Paulinho Moska. A curadoria incluiu a marchinha de Carnaval "Alá-la-ô", de Haroldo Costa e Antônio Nássara, e o hino do primeiro bloco de Carnaval afro do Brasil, o Ilê Ayê, "Que bloco é esse?", de Paulinho Camafeu. Foi a segunda colaboração de Daúde com o produtor Will Mowat. A banda de Daúde foi composta do guitarrista Luiz Almeida, dos percussionistas Guilherme Kastrup e Chris Wells, violão, bandolim e cavaquinho de Webster Santos e do trompetista Walmir Gil. [28][29][30]

Decifrando o Código Daúde

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O álbum Código Daúde foi lançado em 2014 após um hiato de 11 anos, em que a cantora fez shows com o repertório dos seus álbuns e participou de espetáculos e gravações a convite de amigos do meio artístico. Código Daúde trouxe uma combinação de samba, MPB, acid jazz, samba-rock e ritmos afro-brasileiros com as participações do cantor, compositor e instrumentista Alceu Valença em "Como dois animais", do cantor e compositor Marcos Valle na canção "Que bandeira", e do cantor e instrumentista Nelson Sargento nos sambas "Falso amor sincero" e "Segura este samba". Entre as outras escolhas da intérprete estão a versão da música "O Vento", composta por Rodrigo Amarante para a banda Los Hermanos, da composição "Cala a boca menino", de Dorival Caymmi, e "Sobradinho", de Guarabyra e Luiz Carlos Sá, a dupla Sá & Guarabyra.

Misturando ritmos populares e tipicamente brasileiros, Daúde construiu uma carreira levando mundo afora elementos da cultura e arte brasileiras que se mesclam com homenagens às raízes e origens afro-brasileiras, da mesma maneira que cria e pensa sua arte para quebrar estereótipos racistas e construir novos imaginários na mente das pessoas em relação à negritude. Por isso, a cantora e intérprete incluiu a música "Barco Negro (Mãe Preta)", de Caco Velho, David Mourão Ferreira e Piratini e interpretada pela cantora de fado Amália Rodrigues, a canção francesa "J'Ai Deux Amours", imortalizada na voz da cantora Josephine Baker, "Segura este samba", de um dos criadores do samba-rock, Oswaldo Nunes, "Babalú", canção famosa na voz de Ângela Maria e "Eu não vou mais", com o cantor de big bands Ed Lincoln. As escolhas pessoais para o álbum formam o código de estilos musicais que Daúde trouxe para seus ouvintes. A banda foi composta pelo baterista e percussionista Jam da Silva, pelo percussionista Marcos Esguleba[31], pelo baixista Arthur Maia, pelo trompetista Jessé Sadoc e pelo violinista Nicolas Krassik [32] O álbum foi lançado pela gravadora Lab344.[33][34][35][36]

Lives e single

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Daúde apresentou ao público o single "Muito quente (Very Hot)" em 2018, uma parceria com a Real World Records.[37] A artista teve que interromper os shows com Lia de Itamaracá durante a pandemia de COVID-19. No período, fez uma live com o músico Clauber Fabre no projeto Em casa com o Sesc. [38]

A ciranda de Itamaracá em Pelos olhos do mar

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Em 2025, Daúde e Lia de Itamaracá presentearam o público com o álbum "Pelos olhos do mar", com a produção musical de Pupillo Oliveira e direção artística de Marcus Preto. No álbum, predominam o bolero, coco de roda, a ciranda e o maracatu com uma base eletrônica e pop. O repertório é composto pelas músicas de "Santo Antônio de Boa Fortuna", de Emicida, "Pelos olhos do mar", de Otto, "Bordado", de Karina Buhr, "As negras", de Chico César, "Florestania", de Céu e de Russo Papapusso. Na parte solo, Daúde canta "Galeria do amor", de Agnaldo Timóteo, e Lia de Itamaracá, o bolero "Quem é", composto pelo cantor Silvinho e também interpretado por Timóteo. A música tradicional aparece no "Pout-pourri de cocos", de Dona Celia e Dona Selma do coco, e "Se meu amor não chegar ao São João", de Mestre Baracho e as Irmãs Baracho. Daúde e Lia cantam acompanhadas da banda formada pelo baixista Fábio Sá, pelo baterista, percussionista e back vocal Marcos Pupillo, pelo tecladista Zé Ruivo, pelos guitarristas Pedro Baby e Leo Mendes e pelo trompetista Antonio Neves[39]. O álbum foi produzido pelo Selo Sesc após a turnê das duas cantoras iniciada em 2018. Pelos olhos do mar foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira de 2026 na categoria Pop-lançamento. [40]

Trilhas sonoras em novelas, especiais e filmes

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Daúde teve canções em trilhas sonoras de novelas: "Quase", na novela Corpo Dourado, "Vamos Fugir", na minissérie Dona Flor e seus dois maridos e "Que bandeira", na novela Babilônia. [41][42][43] A cantora participou, em 2009, do Som Brasil em homenagem a Alceu Valença e cantou a música "Embolada do Tempo". [44] [45]

No cinema, Daúde interpretou a canção Adeus Bye Bye para o filme Ó Paí, Ó, em 2007. [46] A cantora voltou a gravar a canção Pata Pata para o filme Chacrinha, o velho guerreiro. [47]

Parcerias

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  • Charles Teone: faixa "Como quem não quer nada" no álbum Charles Teone (2017); [48]
  • Xará: faixa "Estação Quinze, pt. 2", no álbum Nós somos a crise (2017); [49]
  • Valéria Oliveira: faixa "Gente" no álbum Sacrário (2021); [50]
  • Dácio Galvão: faixa "Adagiário" no álbum Poemúsicas vol. 3 (2021); [51]
  • Guto Goffi: faixa "Duas estrelas" no álbum Respirar (2023); [52]
  • Tiago ElNiño: faixa "Futuros ancestrais" no álbum Canjerê (2026); [53]
  • Vários intérpretes: faixa "Como dois animais" em parceria com o cantor Alceu Valença no álbum Brazilian Duets (2023) [54]

Discografia

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Álbuns de estúdio

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AnoÁlbumNota
1995Daúde
1997Daúde #2
1999SimboraÁlbum de remixes
2003Neguinha te amo
2014Código Daúde
2025Pelos Olhos do MarParceria com Lia de Itamaracá
AnoTítuloNota
1996Quatro meninas - Véu VaváMaxi-single
1996Véu Vaváversões para o Brasil e para os Estados Unidos
1997Pata Pataversões para a Europa e especiais para a Alemanha e a Espanha
1998Vamos fugirMaxi-single
1999VênusMaxi-single
2025Pelos Olhos do Marsingle

Videografia

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Ano Título Direção
1995 Quatro meninas
1997 Pata Pata
2007 VênusLírio Ferreira e Rosane Svartman
2015 Falso Amor SinceroMalu Mader

Televisão e Cinema

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Televisão

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Ano Título Personagem
1986Viva o Gordobailarina
1988Fera RadicalJaci

Televisão Trilha Sonora

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Ano Título Canção Nota
1998Corpo DouradoQuase
1998Dona Flor e seus dois maridos Vamos fugirParceria com Djavan
2009Som BrasilEmbolada do tempoEpisódio em homenagem a Alceu Valença
2015BabilôniaQue bandeira
Ano Título Personagem Direção
1998Como ser solteiromulher do piqueniqueRosane Svartman
2018Chacrinha, o velho guerreiroMiriam MakebaAndrucha Waddington

Cinema Trilha Sonora

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Ano Título Canção Direção
2007Ó Paí, ÓAdeus, Bye ByeMonique Gardenberg
2018Chacrinha, o velho guerreiroPata PataAndrucha Waddington

Referências

  1. ↑ Line, A. TARDE On. «Daúde volta com álbum vigoroso após 11 anos longe da mídia». Portal A TARDE. Consultado em 21 de setembro de 2021
  2. ↑ «Daúde». Geledés. 9 de dezembro de 2009. Consultado em 6 de maio de 2026. Cópia arquivada em 19 de maio de 2026
  3. ↑ «Nova MPB». História da MPB. S.d. Consultado em 26 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2026
  4. ↑ «Verônica Ferriani». Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. S.d. Consultado em 26 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 18 de maio de 2024
  5. ↑ Martins, James (7 de junho de 2020). «Morre seu Vavá, um dos símbolos do Candeal, aos 94 anos». Consultado em 8 de maio de 2026. Cópia arquivada em 13 de abril de 2021
  6. ↑ Conexão Bahia (17 de março de 2018). «Cantora Daúde, filha de Vavá do Candeal, fala do legado que o pai deixou aos artistas». Consultado em 8 de maio de 2026. Cópia arquivada em 15 de dezembro de 2020
  7. ↑ Weimoldt, Kristen (22 de setembro de 1998). «Daúde, she must bem good». Consultado em 8 de maio de 2026
  8. ↑ «Daúde». Dicionário da MPB. S.d. Consultado em 8 de maio de 2026. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2025
  9. ↑ «Daúde». Geledés. 9 de dezembro de 2008. Consultado em 28 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 8 de dezembro de 2025
  10. ↑ «Daúde cantora». Papo com Clê. Corredor 5. 30 de agosto de 2023. Consultado em 18 de maio de 2026
  11. ↑ Weimoldt, Kristen (22 de setembro de 1998). «Daúde, she must be good». Consultado em 8 de maio de 2026
  12. ↑ «Daúde cantora». Papo com Clê. Corredor 5. 30 de agosto de 2023. Consultado em 18 de maio de 2026
  13. ↑ «Daúde». Dicionário Cravon Albin da Música Popular Brasileira. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026. Cópia arquivada em 9 de julho de 2026
  14. ↑ «Fera Radical personagens». Memória Globo. Consultado em 19 de maio de 2026. Cópia arquivada em 31 de maio de 2026
  15. ↑ «Claudia se candidata a um emprego na Fazenda Olho D'água». Globoplay. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026
  16. ↑ «Como ser solteiro. Trailer oficial». Consultado em 18 de maio de 2026
  17. ↑ «Trailer Chacrinha, o velho guerreiro». Paris Filmes. 2 de outubro de 2018. Consultado em 18 de maio de 2026
  18. ↑ «Daúde». Discogs. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026
  19. ↑ «Quatro meninas - clipe oficial». Canal da Música Brasileira. Consultado em 18 de maio de 2026
  20. ↑ «Daúde #2». Discogs. S.d. Consultado em 17 de maio de 2026
  21. ↑ «Daúde comenta #2 faixa a faixa». Folha de São Paulo. 19 de setembro de 1997. Consultado em 18 de maio de 2026
  22. ↑ «Pata Pata Daúde». Canal da Música Brasileira. Consultado em 18 de maio de 2026
  23. ↑ «Simbora Daúde». Discogs. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026
  24. ↑ «Vênus - Daúde (clipe oficial)». Raccord Produções. 29 de junho de 2007. Consultado em 18 de maio de 2026
  25. ↑ «Funk como Le Gusta». Dicionário Cravo Albim da Música Popular Brasileira. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2025
  26. ↑ «Funk como Le Gusta e Daúde se apresentam no Sesc Belenzinho». Rolling Stone. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026. Cópia arquivada em 23 de maio de 2026
  27. ↑ «Neguinha Te Amo». Real World Records. Consultado em 28 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2026
  28. ↑ «Neguinha Te Amo». Real World Records. Consultado em 28 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2026
  29. ↑ «Neguinha te amo. Daúde». Discografia Brasileira. S.d. Consultado em 10 de maio de 2026. Cópia arquivada em 17 de janeiro de 2026
  30. ↑ «Daúde - Neguinha te amo». Discogs. S.d. Consultado em 10 de maio de 2026
  31. ↑ «Marcos Esguleba». Discografia Brasileira. Consultado em 8 de maio de 2026. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2025
  32. ↑ «Nicolas Krassic». Site oficial Nicolas Krassic. Consultado em 8 de maio de 2026. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2026
  33. ↑ Dia, O. (5 de agosto de 2014). «'Código Daúde' traz cantora de volta após onze anos». O Dia - Diversão. Consultado em 28 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2024
  34. ↑ Gaul/divulgação, Christian. «Bons ventos trazem Daúde de volta ao formato disco». HOME. Consultado em 28 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2024
  35. ↑ «Código Daúde». Discogs. S.d. Consultado em 8 de maio de 2026
  36. ↑ Lichote, Leonardo (25 de novembro de 2012). «Atração do Black2Black, Daúde prepara a sua volta». Jornal Extra. Consultado em 8 de maio de 2026. Cópia arquivada em 4 de março de 2013
  37. ↑ «Daúde - Muito quente (Really Hot)». Real World Records. Consultado em 18 de maio de 2026
  38. ↑ «Daúde, com participação de Clauber Fabre». Sesc SP. 9 de setembro de 2020. Consultado em 18 de maio de 2026
  39. ↑ Neves, Antonio (s.d.). «Dicionário Cravo Albin de Música Brasileira». Cópia arquivada em 22 de abril de 2025
  40. ↑ Lourenço, Marina (2 de dezembro de 2025). «Lia de Itamaracá se junta a Daúde e lança álbum com músicas de Emicida, Céu e Russa Papapusso.». G1 Pop e Arte. Consultado em 8 de maio de 2026. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2026
  41. ↑ «Trilha sonora Corpo Dourado». Memória Globo. Consultado em 18 de maio de 2026. Cópia arquivada em 15 de julho de 2023
  42. ↑ «Trilha sonora Dona Flor e seus dois maridos». Memória Globo. Consultado em 18 de maio de 2026. Cópia arquivada em 28 de março de 2023
  43. ↑ «Trilha sonora Babilônia». Memória Globo. Consultado em 18 de maio de 2026. Cópia arquivada em 6 de março de 2025
  44. ↑ «Som Brasil». Memória Globo. Consultado em 18 de maio de 2026
  45. ↑ «Embolada do Tempo (part. Daúde)». Alceu Valença. Consultado em 18 de maio de 2026
  46. ↑ «Ó Paí, Ó Trilha sonora do filme». Spotify. Consultado em 18 de maio de 2026
  47. ↑ «Trailer Chacrinha, o velho guerreiro». Paris Filmes. 2 de outubro de 2018. Consultado em 18 de maio de 2026
  48. ↑ «Charles Teone». Deezer. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026
  49. ↑ «Nós somos a crise». Deezer. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026
  50. ↑ «Gente». Deezer. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026
  51. ↑ «Poemúsicas». Deezer. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026
  52. ↑ «Respirar». Deezer. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026
  53. ↑ «Canjerê». Deezer. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026
  54. ↑ «Brazilian Duets». Deezer. S.d. Consultado em 18 de maio de 2026

Ligações externas

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