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Rockwell International

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Rockwell International
Nome(s) anterior(es)Rockwell Manufacturing Company, 1919-1973
Conglomerado industrial
AtividadeFabricação de aeronaves, indústria espacial, eletrônica de defesa e comercial, componentes automotivos, máquinas de impressão, aviônica e automação industrial
Fundação1919
Fundador(es)Willard Rockwell
DestinoDividida em outras empresas
Encerramento2001
SedeEstados Unidos
Antecessora(s)Rockwell Manufacturing Company
North American Rockwell
Sucessora(s)

Rockwell International foi um conglomerado industrial dos Estados Unidos. Atuou na fabricação de aeronaves, na indústria espacial, na eletrônica de defesa e comercial, na produção de componentes para a indústria automobilística, máquinas de impressão, aviônica e produtos industriais. No período de maior atividade, ocupou o 27.º lugar na lista Fortune 500, com ativos superiores a US$ 8 bilhões, vendas de US$ 27 bilhões e 115 mil empregados.

Sua antecessora foi a Rockwell Manufacturing Company, fundada em 1919 por Willard Rockwell. Em 1968, a empresa tinha sete divisões operacionais que fabricavam válvulas industriais, motores alemães de dois tempos, ferramentas elétricas e medidores de gás e água. Em 1973, ela se uniu às operações aeroespaciais da North American Rockwell e passou a se chamar Rockwell International.[1] O desmembramento começou na década de 1980 e terminou em 2001, quando o restante da companhia foi dividido entre a Rockwell Automation e a Rockwell Collins.

História

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Rockwell Manufacturing Company

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Furadeira elétrica doméstica de plástico amarelo, com cabo espiral preto
Furadeira elétrica Rockwell Model 4000, de velocidade única, produzida por volta de 1980 e equipada com um plugue britânico BS 1363

Willard Rockwell nasceu em Boston e viveu de 1888 a 1978. Ele fez fortuna depois de criar e lançar em 1919 um novo sistema de mancal para eixos de caminhões. Em 1928, uniu sua operação, sediada em Oshkosh, Wisconsin, à Timken-Detroit Axle Company, que daria origem à Meritor.[2][3] Rockwell chegou à presidência do conselho da companhia em 1940.

George Westinghouse fundou a Pittsburgh Meter Company em 1886. Willard Rockwell entrou na empresa em 1923, comprou-a em 1945 e mudou seu nome para Rockwell Manufacturing Company.[4]

Em 1945, a Rockwell Manufacturing Company comprou a Delta Machinery, rebatizou-a como Delta Power Tool Division of Rockwell Manufacturing Company e manteve a produção em Milwaukee.[5] Em 1966, a Rockwell inventou a primeira serra de esquadria elétrica do mundo. O grupo de ferramentas elétricas foi comprado pela Pentair em 1981 e passou a usar novamente o nome Delta Machinery. A Black & Decker comprou a divisão de ferramentas da Pentair em 2005.[6] Desde 2011, a Delta é uma subsidiária da chinesa Chang Type Industrial Co., Ltd.

Em 1956, a Rockwell Manufacturing Company comprou a Walker-Turner da Kearney and Trecker. As operações da Walker-Turner em Plainfield, Nova Jérsei, foram encerradas em 1957 e transferidas para Bellefontaine, Ohio, e Tupelo, Mississippi.[7]

A Timken-Detroit uniu-se à Standard Steel Spring Company em 1953 e formou a Rockwell Spring and Axle Company.[3] Depois de outras fusões com fornecedores de peças automotivas, a companhia reunia entre dez e vinte fábricas no centro-norte dos Estados Unidos e no sul de Ontário. Em 1958, adotou o nome Rockwell-Standard Corporation.[3]

Rockwell Commander 114

A Rockwell-Standard, sediada em Pittsburgh, comprou a North American Aviation, de Los Angeles, e se fundiu com ela em setembro de 1967, criando a North American Rockwell.[8][9] Em seguida, comprou a Miehle-Goss-Dexter, então a maior fornecedora de impressoras tipográficas,[10] e adquiriu a Collins Radio, fornecedora de equipamentos de aviônica, em 1973.[11]

A Rockwell Manufacturing Company comprou a Sterling Faucet Company em 1968 e a transformou em subsidiária.[12]

1968-1974

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Michael W. Hodges entrou na Rockwell Manufacturing Company em 1968 como diretor corporativo de garantia da qualidade. Também foi diretor corporativo de manufatura e, mais tarde, diretor-presidente e Geschäftsführer, ou diretor executivo, da divisão de motores sediada na Alemanha. Integrou os conselhos da Rockwell GmbH, na Alemanha, e da Dikkers Valve Products LLC, nos Países Baixos. Antes de trabalhar na Rockwell, Hodges havia sido físico da NASA e administrador da área aeroespacial da Martin-Marietta Corporation em Orlando, Flórida.

Nos sete anos em que Hodges trabalhou na Rockwell, cerca de 90 mil pessoas estavam distribuídas por sete divisões. A divisão de válvulas produzia equipamentos para as indústrias de gás e petróleo em fábricas de Barberton, Ohio, Raleigh, Carolina do Norte, Sulphur Springs, Texas, e Kearney, Nebraska. A divisão de produtos de gás fabricava medidores e reguladores em DuBois, Pensilvânia, enquanto a divisão de medidores municipais de água ficava em Uniontown, no mesmo estado. As ferramentas elétricas eram feitas em Syracuse, Nova Iorque, Jackson, Tennessee, Tupelo, Mississippi, e Columbia, Carolina do Sul. A divisão de transportes mantinha em Atchison, Kansas, uma grande fundição de aço que atendia as indústrias automobilística, ferroviária e de transporte rápido. A divisão Sterling Faucet ficava em Reedsville, Virgínia Ocidental. A divisão de motores funcionava em Pinneberg, Alemanha. Ela havia sido a ILO-Motorenwerke, fundada em 1911 e comprada pela Rockwell em 1959, e produzia motores a gasolina de dois tempos para motocultivadores, bombas de água, pulverizadores, betoneiras, compactadores e ciclomotores destinados a países em desenvolvimento. Também fabricava motores para motos de neve e veículos todo-o-terreno vendidos na América do Norte.

A partir de 1973, a direção começou a abandonar o modelo adotado por Willard Rockwell desde 1945. Seu filho, Willard Rockwell Jr., trocou o conjunto de fabricantes de médio porte, cada qual com seus produtos industriais, engenharia e controle de qualidade, por uma companhia aeroespacial voltada principalmente para contratos com a NASA e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. A nova Rockwell International reuniu a North American Aviation, o programa do ônibus espacial e as sete divisões industriais lucrativas da Rockwell Manufacturing Company.[13] No fim da década de 1980, a companhia começou a vender as antigas divisões industriais, primeiro a de válvulas. A companhia vendeu todas essas divisões, e os nomes Rockwell Manufacturing Company, North American Rockwell e Rockwell International deixaram de ser usados.[14]

Apogeu e desmembramento

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Em 1978, a Rockwell lançou o AIM-65, uma placa de desenvolvimento de microprocessador baseada no 6502.[15] Após a morte do fundador e primeiro diretor-presidente, Willard Rockwell, em 1978, seu filho Willard Rockwell Jr. deixou a direção da empresa em 1979.[16] Bob Anderson assumiu o cargo e conduziu a companhia pela década de 1980. Ela chegou a ser a maior contratada de defesa dos Estados Unidos e a primeira colocada entre as contratadas da NASA.[17] Em fevereiro de 1985, a Rockwell comprou a empresa privada Allen-Bradley por US$ 1,6 bilhão, equivalente a cerca de US$ 4,8 bilhões em dólares de 2025. Desse total, US$ 1 bilhão, cerca de US$ 3 bilhões em dólares de 2025, foi pago em dinheiro. A compra levou a Rockwell à produção de equipamentos e programas de automação industrial.[18][19]

Na década de 1980, Anderson, o diretor financeiro Bob dePalma e os demais administradores levaram a empresa ao 27.º lugar da lista Fortune 500. As vendas alcançaram US$ 12 bilhões, cerca de US$ 29,6 bilhões em dólares de 2025, e os ativos ultrapassaram US$ 8 bilhões, equivalentes a cerca de US$ 19,7 bilhões em dólares de 2025.[19] Os mais de 115 mil empregados trabalhavam em nove divisões: espaço, aeronaves, eletrônica de defesa, eletrônica comercial, componentes automotivos leves, componentes automotivos pesados, impressoras, válvulas e medidores e automação industrial. A Rockwell empregava pessoas no sul da Califórnia, norte de Ohio, norte da Geórgia, leste de Oklahoma, Michigan, oeste do Texas, Iowa, Illinois, Wisconsin e oeste da Pensilvânia.

Rockwell B-1 Lancer

Anderson deixou a direção em fevereiro de 1988 e foi substituído pelo presidente Donald R. Beall. O encerramento dos programas do ônibus espacial e do bombardeiro B-1 reduziu as receitas. Beall procurou afastar a companhia dos contratos públicos por meio da diversificação. O fim da Guerra Fria e a expectativa de um "dividendo da paz" aceleraram as vendas de divisões e as reformas administrativas. Entre 1988 e 2001, a sede mudou quatro vezes. Saiu de Pittsburgh, onde havia permanecido por décadas,[20] e passou por El Segundo, Seal Beach e Costa Mesa, na Califórnia, antes de chegar a Milwaukee, Wisconsin.

No fim da década de 1980, a divisão de válvulas e medidores, formada a partir da antiga Rockwell Manufacturing, foi vendida à British Tyre & Rubber. Em dezembro de 1996, a companhia vendeu à Boeing suas operações de defesa e espaço, entre elas a antiga North American Aviation, a divisão de eletrônica de defesa e a Rocketdyne.[21] Na década de 1990, a Rockwell separou seus produtos de semicondutores na Conexant Systems, comprada pela Synaptics em 2017. As duas divisões automotivas, uma de veículos leves e outra de veículos pesados, formaram a empresa de capital aberto Meritor Automotive, sediada em Troy, Michigan. A Meritor uniu-se depois à Arvin Industries e criou a ArvinMeritor. Em 1996, a Rockwell vendeu a Graphic Systems, antiga Miehle-Goss-Dexter, à equipe administrativa interna e à Stonington Partners por US$ 600 milhões. A unidade, sediada em Illinois, fabricava impressoras para jornais e para o setor gráfico comercial.[22]

Em 2001, o que restava da Rockwell International foi dividido em duas companhias de capital aberto, a Rockwell Automation e a Rockwell Collins. A primeira ficou como sucessora legal da antiga Rockwell International, enquanto a segunda nasceu como empresa separada.[23] Ao todo, as nove divisões deram origem a quatro empresas separadas e três vendas.

Entre os projetos fabricados pelas empresas que formaram a Rockwell estavam o caça P-51 Mustang e o bombardeiro B-25 Mitchell, produzidos na época da Segunda Guerra Mundial. Outros projetos foram os caças F-86 Sabre, da Guerra da Coreia, F-100 Super Sabre, o primeiro caça norte-americano capaz de voo supersônico nivelado, e o bombardeiro B-1 Lancer. Na área espacial, a empresa fabricou as naves do Programa Apollo, os orbitadores do ônibus espacial e a maior parte dos satélites Navstar do Sistema de Posicionamento Global.

A Rocketdyne, separada da North American Aviation em 1955, voltou a fazer parte da Rockwell e já produzia então a maior parte dos motores de foguete usados nos Estados Unidos. A Rockwell também comprou de William e Rufus Travis Amis a Aero Design and Engineering Company. O avião Aero Commander foi redesenhado, e desse trabalho nasceram o Rockwell Commander 112 e o Commander 114.

A companhia criou uma calculadora de mesa baseada em um chip MOSFET para uso de seus engenheiros. Em 1967, abriu uma fábrica própria para produzi-lo e criou a North American Rockwell MicroElectronics Corporation, chamada NARMEC. A operação tornou-se mais tarde a Rockwell Semiconductor. No começo da década de 1990, a empresa lançou o primeiro chipset de baixo custo para modems de 14,4 kbit/s, usado em grande quantidade de aparelhos.

Os rádios Collins equipavam 80% dos aviões comerciais baseados nos países desenvolvidos. A Collins projetou e fabricou os rádios usados nas comunicações com os pousos lunares do Apollo e a rede de alta frequência que permitia contato mundial com aeronaves militares norte-americanas. A divisão Rocketdyne projetou e fabricou o terceiro estágio do míssil balístico intercontinental Minuteman e o sistema de navegação inercial Advanced Inertial Reference Sphere. Também produziu sistemas de navegação inercial para a frota de submarinos lançadores de mísseis balísticos.

Além de mísseis nucleares e bombardeiros, a Rockwell fabricou componentes das bombas transportadas por essas armas. Entre eles estavam gatilhos de plutônio feitos na usina de Rocky Flats, em uma área rural a noroeste de Denver, Colorado. A empresa operou a fábrica de armas entre 1975 e 1990 e foi um dos alvos da investigação do Grande Júri Especial 89-2 sobre a má administração da unidade.[24] Em 1990, moradores dos arredores processaram a Rockwell e a Dow Chemical Company, primeira operadora da usina. Eles afirmavam que a liberação de plutônio havia reduzido o valor de suas propriedades. Um acordo de US$ 375 milhões foi firmado em 2016.[25]

A Rockwell fabricou nos Estados Unidos eixos e sistemas de transmissão para caminhões pesados, assim como vidros, bancos e travas elétricos. O sistema Tripmaster registrava as viagens de veículos comerciais. Ele foi lançado com o módulo Logtrak, que mantinha os dados exigidos pelo Departamento de Transportes dos Estados Unidos e permitia às frotas pedir dispensa dos livros de registro em papel. A companhia também fabricou iates e jatos executivos e manteve grandes propriedades imobiliárias.

A empresa forneceu equipamentos sob medida de inteligência eletrônica à Força Aérea Imperial Iraniana no Projeto Ibex. Também pagou propinas ao xá do Irã para obter contratos no país.[26][27]

Aeronaves

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O orbitador Endeavour

Propulsão de foguetes

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Produtos da divisão Rocketdyne:

  • H-1, usado no Saturn I e no Saturn IB
  • J-2, usado no Saturn IB e no Saturn V
  • F-1, usado no Saturn V
  • RS-25, usado no ônibus espacial

Aeronaves não tripuladas

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  • Rockwell HiMAT

Laboratório de pesquisa

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A Rockwell International manteve um grande conjunto de laboratórios em Thousand Oaks, no condado de Ventura, Califórnia.[28] A North American Aviation fundou e construiu o centro em 1962 com o nome North American Science Center. Em 1973, ele passou a se chamar Rockwell International Science Center.

O laboratório fazia pesquisas sob contrato para o governo dos Estados Unidos e atendia as unidades de negócios da companhia. Os trabalhos abrangeram materiais avançados, especialmente cerâmicas,[29] câmeras infravermelhas,[30] telas de cristal líquido[31] e eletrônica de alta velocidade.[32] O laboratório inventou a epitaxia em fase de vapor metalorgânico, conhecida pelas siglas MOVPE e MOCVD.[33] Também pesquisou interação humano-computador, realidade aumentada, sistemas multimídia e diagnóstico.[34] No fim da década de 1990, o Rockwell Science Center dirigiu o consórcio Advanced Displays Federated Laboratory, do Laboratório de Pesquisa do Exército dos Estados Unidos. Em 2000, a divisão de imagens infravermelhas mudou-se para um prédio novo em Camarillo, Califórnia.

Após o desmembramento da Rockwell International em 2001, o laboratório tornou-se a empresa semiautônoma Rockwell Scientific. Metade pertencia à Rockwell Collins e metade à Rockwell Automation. O laboratório principal e a divisão de imagens infravermelhas foram vendidos à Teledyne Corporation em 2006.[23] A Teledyne instalou sua sede no conjunto de Thousand Oaks. A Teledyne Scientific & Imaging, LLC mantém no local uma operação de pesquisa e desenvolvimento menor que a original.[32]

Ver também

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Referências

  1. ↑ «Rockwell completes merger» (em inglês). Pittsburgh Press. 16 de fevereiro de 1973. p. 15
  2. ↑ «History of Meritor» (em inglês). Meritor. Consultado em 9 de maio de 2021
  3. 1 2 3 «Dubois Courier Express Archives, May 1, 1961, p. 7» (em inglês). NewspaperArchive. 1 de maio de 1961. Consultado em 26 de dezembro de 2018
  4. ↑ Jim Pletcher (10 de novembro de 2003). «Company's manufacturing heritage includes new products, meeting challenges» (em inglês). Herald-Standard
  5. ↑ «A history of Delta Machinery» (em inglês). Delta Drill Press Guide. 13 de maio de 2013. Consultado em 21 de setembro de 2018
  6. ↑ «Delta History» (em inglês). Porter-Cable. 2011
  7. ↑ «Walker-Turner General Timeline» (em inglês). Vintage Machinery. Consultado em 13 de março de 2016
  8. ↑ «Rockwell» (em inglês). GlobalSecurity.org. Consultado em 30 de agosto de 2010
  9. ↑ «Boeing History Chronology» (PDF) (em inglês). Boeing. 2024. Consultado em 6 de abril de 2025
  10. ↑ David Young (1 de maio de 1996). «Printing press unit in buyout» (em inglês). Chicago Tribune. Consultado em 26 de dezembro de 2018
  11. ↑ Harry Weisberger (18 de junho de 2008). «Rockwell Collins traces its spirit of innovation to a rich heritage» (em inglês). Aviation International News. Consultado em 26 de dezembro de 2018
  12. ↑ "Rockwell buy W. VA Company". The Weirton Daily Times. Weirton, Virgínia Ocidental, 15 de novembro de 1968, p. 8.
  13. ↑ «Eyecatchers: The Rockwell Collection» (em inglês). Time. 5 de novembro de 1973
  14. ↑ Ralph Vartabedian (9 de setembro de 1988). «New Chief Is Changing Strategic Course, Analysts Say: Rockwell Plans to Sell Meter and Valve Unit» (em inglês). Los Angeles Times
  15. ↑ «Rockwell AIM-65» (em inglês). Interface Experience Museum. Consultado em 10 de setembro de 2026
  16. ↑ Bruce Lambert (26 de setembro de 1992). «Willard F. Rockwell Jr., 78, Head Of Family's Aerospace Company» (em inglês). The New York Times. ISSN 0362-4331. Consultado em 26 de dezembro de 2018
  17. ↑ «Aerospace Facts and Figures 1984/85» (PDF) (em inglês). Aerospace Industries Association of America. 1985
  18. ↑ «Our history» (em inglês). Rockwell Automation. Consultado em 10 de setembro de 2026
  19. 1 2 «Consumer Price Index, 1800-» (em inglês). Federal Reserve Bank of Minneapolis. Consultado em 10 de setembro de 2026
  20. ↑ Len Barcousky (25 de maio de 1988). «Rockwell moves its head office to California» (em inglês). Pittsburgh Post-Gazette. Consultado em 8 de abril de 2017
  21. ↑ «Boeing Company to Settle Charges in Rockwell Acquisition» (em inglês). Federal Trade Commission. 5 de dezembro de 1996. Consultado em 10 de setembro de 2026
  22. ↑ Greg Miller (1 de maio de 1996). «Rockwell Sheds Slower Unit» (em inglês). Los Angeles Times. ISSN 0458-3035. Consultado em 26 de dezembro de 2018
  23. 1 2 «Annual Report on Form 10-K for the fiscal year ended September 29, 2006» (em inglês). United States Securities and Exchange Commission. 2006. Consultado em 10 de setembro de 2026
  24. ↑ Barry Siegel (8 de agosto de 1993). «Showdown at Rocky Flats: When Federal Agents Take On a Government Nuclear-Bomb Plant, Lines of Law and Politics Blur, and Moral Responsibility Is Tested» (em inglês). Los Angeles Times. Consultado em 22 de setembro de 2021
  25. ↑ John Aguilar (1 de dezembro de 2016). «$375M settlement reached in homeowner lawsuit against Rocky Flats» (em inglês). The Denver Post. Consultado em 22 de setembro de 2021
  26. ↑ Joel Bainerman (1992). Crimes of a President: New Revelations on the Conspiracy and Cover Up... (em inglês). [S.l.]: SP Books. ISBN 9781561711888
  27. ↑ «Richard Secord vs. Leslie Cockburn» (em inglês). Mail-Archive.com
  28. ↑ Rockwell International Science Center, mais tarde Teledyne Scientific & Imaging, LLC, 1049 Camino Dos Rios, Thousand Oaks, Califórnia 91360.
  29. ↑ Davis, Janet B., David B. Marshall, Robert M. Housley e Peter E. D. Morgan. "Machinable Ceramics Containing Rare-Earth Phosphates". Journal of the American Ceramic Society, vol. 81, n.º 8, 1998, pp. 2169-2175.
  30. ↑ Vural, K., L. J. Kozlowski, R. W. Rasche e M. J. Rieke. "256 × 256 HgCdTe focal plane array for the Hubble Space Telescope". Infrared Technology and Applications, vol. 1320, 1990, pp. 107-108. doi:10.1117/12.22317.
  31. ↑ Taber, Donald B., Leonard G. Hale, Bruce K. Winker, William J. Gunning, Mark C. Skarohild, James D. Sampica e Thomas Seder. "Gray-scale and contrast compensator for LCDs using obliquely oriented anisotropic network". Proceedings of SPIE, vol. 3363, setembro de 1998.
  32. 1 2 «Teledyne Scientific & Imaging» (em inglês). Teledyne Scientific & Imaging. Consultado em 8 de abril de 2017
  33. ↑ Manasevit, H. M. "Single-crystal gallium arsenide on insulating substrates". Applied Physics Letters, vol. 12, n.º 4, fevereiro de 1968, pp. 156-159.
  34. ↑ Vassiliou, Marius, V. Sundareswaran, S. Chen, R. Behringer, C. Tam, M. Chan, P. Bangayan e J. McGee. "Integrated Multimodal Human-Computer Interface and Augmented Reality for Interactive Display Applications". Em Darrel G. Hopper, ed. Cockpit Displays VII: Displays for Defense Applications, Proceedings of SPIE, vol. 4022, 2000, pp. 106-115.

Leitura adicional

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  • John N. Ingham (1983). Biographical Dictionary of American Business Leaders (em inglês). 3. Westport, Connecticut: Greenwood Press. pp. 1196–1199. ISBN 0313239096 

Fontes primárias

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  • Willard Frederick Rockwell (1971). The Twelve Hats of a Company President: What It Takes to Run a Company (em inglês). Englewood Cliffs, Nova Jérsei: Prentice-Hall. ISBN 978-0-13-934166-3 

Ligações externas

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