Eduardo Braga
Eduardo Braga | |
|---|---|
Eduardo Braga | |
| Senador pelo Amazonas | |
| Período | Desde 1 de fevereiro de 2011 Reeleito em 2026[1][nota 1] |
| Ministro de Minas e Energia do Brasil | |
| Período | 1 de janeiro de 2015 a 20 de abril de 2016 |
| Presidente | Dilma Rousseff |
| Antecessor(a) | Edison Lobão |
| Sucessor(a) | Marco Antônio Martins Almeida |
| Governador do Amazonas | |
| Período | 2003 a 2010 |
| Vice-governador | Omar Aziz |
| Antecessor(a) | Amazonino Mendes |
| Sucessor(a) | Omar Aziz |
| Prefeito de Manaus | |
| Período | 1994 a 1997 |
| Vice-prefeito | Nenhum |
| Antecessor(a) | Amazonino Mendes |
| Sucessor(a) | Alfredo Nascimento |
| Vice-prefeito de Manaus | |
| Período | 1993 a 1994 |
| Prefeito | Amazonino Mendes |
| Antecessor(a) | Arthur Virgílio Neto |
| Sucessor(a) | Luís Alberto Carijó |
| Deputado federal pelo Amazonas | |
| Período | 1 de fevereiro de 1991 a 31 de dezembro de 1992[nota 2][2] |
| Deputado estadual do Amazonas | |
| Período | 1987 a 1991 |
| Vereador de Manaus | |
| Período | 1983 a 1987 |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Carlos Eduardo de Souza Braga |
| Nascimento | 6 de dezembro de 1960 (65 anos) Belém, PA |
| Nacionalidade | brasileiro(a) |
| Alma mater | Universidade Federal do Amazonas |
| Prêmio(s) | Grande-Oficial da Ordem do Mérito Militar[3] |
| Cônjuge | Sandra Backsmann Braga |
| Partido | PDS (1980-1986) PMDB (1986-1988) PDC (1988-1993) PPR (1993-1995) PPB (1995-1997) PSL (1997-2000) PPS (2000-2005) MDB (2005-presente) |
| Profissão | engenheiro eletricista e empresário |
Carlos Eduardo de Souza Braga, ou Eduardo Braga, nasceu em Belém, em 6 de dezembro de 1960, e é um engenheiro eletricista, empresário e político brasileiro, filiado ao Movimento Democrático Brasileiro, o MDB.[4] É senador pelo Amazonas desde 2011, eleito em 2010 e reeleito em 2018 e 2026.[5][1]
Antes de chegar ao Senado, foi vereador de Manaus, deputado estadual e deputado federal pelo Amazonas, vice-prefeito e prefeito de Manaus e governador do Amazonas, de 2003 a 2010.[2][4] Entre 2015 e 2016, comandou o Ministério de Minas e Energia durante o governo de Dilma Rousseff.[6]
Biografia
[editar | editar código]Nascido em Belém, estudou e desenvolveu sua carreira política em Manaus, onde se formou em engenharia elétrica pela Universidade Federal do Amazonas.[4][7][2] Como empresário, trabalhou no setor de revenda de automóveis.[8][9]
É casado com Sandra Backsmann Braga e tem três filhas, Brenda, Bruna e Bianca.[10]
Atuação política
[editar | editar código]Início da carreira
[editar | editar código]Iniciou a carreira política aos 21 anos, quando foi eleito vereador de Manaus, e exerceu o mandato de 1983 a 1987.[9][4] Em 1986, foi eleito deputado estadual e, na Assembleia Legislativa do Amazonas, foi líder do governo e relator da Constituição estadual.[9]
Deputado federal
[editar | editar código]Nas eleições de 1990, foi eleito deputado federal pelo Partido Democrata Cristão, o PDC, com a maior votação entre os candidatos do partido.[9] Assumiu em 1 de fevereiro de 1991 e renunciou ao mandato em 31 de dezembro de 1992 para exercer o cargo de vice-prefeito de Manaus.[2]
Vice-prefeito e prefeito de Manaus
[editar | editar código]Eleito vice-prefeito de Manaus em 1992 na chapa de Amazonino Mendes, assumiu a prefeitura em 1994, após a renúncia do titular para concorrer ao governo do Amazonas.[4][9]
Nas eleições de 1998, disputou o governo estadual pelo PSL e foi derrotado por Amazonino Mendes no primeiro turno.[1] Em 2000, concorreu novamente à prefeitura de Manaus, pelo PPS, e perdeu no segundo turno para Alfredo Nascimento, com 49,22% dos votos válidos.[11]
Governador do Amazonas
[editar | editar código]Foi eleito governador pelo PPS nas eleições de 2002, com 52,38% dos votos válidos no primeiro turno, e tomou posse em 2003.[12][4] Em 2006, já no PMDB, foi reeleito no primeiro turno com 50,63% dos votos válidos.[13][9]
Durante seu governo, criou o programa Zona Franca Verde, em 2003, com o objetivo de gerar emprego e renda por meio de atividades que permitissem conservar a floresta.[14][15] Também implantou o Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus, o Prosamim, que realizou obras de saneamento e substituiu moradias em palafitas por unidades habitacionais nas áreas atendidas.[16]
Admitido à Ordem do Mérito Militar em 1996 como comendador especial pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, foi promovido ao grau de grande-oficial em março de 2003 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.[17][3]
Em 2007, implantou o Bolsa Floresta, programa pelo qual famílias cadastradas recebem benefícios sociais e assumem compromissos de conservação e uso sustentável das reservas florestais.[18]
Em março de 2013, o Supremo Tribunal Federal abriu um inquérito para investigar suspeitas de fraude em licitação, peculato e formação de quadrilha durante sua gestão como governador.[19][20] O inquérito foi arquivado em junho de 2014, após parecer da Procuradoria-Geral da República que não encontrou indícios de sua participação.[21][22]
Senador
[editar | editar código]Eleito senador em 2010, assumiu o mandato em 2011 e presidiu a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado no biênio 2011-2012.[5][23][24] Sua atuação parlamentar abrangeu propostas sobre desenvolvimento sustentável, integração regional e reforma político-eleitoral.[25][9]
No biênio 2013-2014, foi membro titular das comissões de Assuntos Econômicos, de Constituição, Justiça e Cidadania e de Infraestrutura. Foi suplente nas comissões de Educação, Cultura e Esporte, de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização, de Assuntos Sociais e de Desenvolvimento Regional e Turismo.[24][9]
Como líder do governo de Dilma Rousseff no Senado, de março de 2012 a dezembro de 2014, negociou a aprovação do Projeto de Resolução do Senado 72, que estabeleceu uma alíquota de 4% do ICMS para operações interestaduais com produtos importados. A medida buscava encerrar a disputa entre estados que ofereciam benefícios fiscais para atrair importações, chamada de "guerra dos portos".[9][26][27]
Em abril de 2013, por orientação do governo federal, recolheu assinaturas para um recurso que impediria a votação imediata de uma proposta de desaposentação, pela qual aposentados que continuassem a trabalhar poderiam pedir um novo cálculo do benefício.[28]
Durante sua liderança, o Senado também examinou propostas sobre florestas, telecomunicações e direitos trabalhistas, entre elas:
- A Medida Provisória 571/2012, que alterava o Código Florestal brasileiro.[29][30]
- O Projeto de Lei do Senado 293/2012, sobre a instalação de antenas de telecomunicações.[31]
- A Medida Provisória 595/2012, sobre a exploração dos portos.[32]
- O Estatuto da Juventude.[33]
- A PEC das Domésticas, que ampliava os direitos dos trabalhadores domésticos.[34]
- O Projeto de Lei do Senado 240/2013, sobre a divisão dos recursos do Fundo de Participação dos Estados.[35]
- A Proposta de Emenda à Constituição 18/2013, aprovada pelo Senado, que previa a perda imediata do mandato parlamentar nos casos de condenação definitiva por improbidade administrativa ou de condenação criminal que determinasse essa pena.[36]
Em dezembro de 2016, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos e, em julho de 2017, contra a reforma trabalhista.[37][38] Em outubro de 2017, votou para derrubar o afastamento de Aécio Neves imposto pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, no processo em que o senador era acusado de corrupção e obstrução da Justiça após pedir dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.[39][40]
Em junho de 2019, votou contra os decretos do governo de Jair Bolsonaro que flexibilizavam a posse e o porte de armas.[41]
Em 2023, presidiu a comissão mista que analisou a Medida Provisória 1.162/2023, de retomada do Minha Casa, Minha Vida.[42][43] Apresentou emendas para dar prioridade a mulheres vítimas de violência e a pessoas que moravam em áreas de risco, e o texto aprovado previu atendimento prioritário a famílias que perderam a moradia por causa de desastres naturais.[44][43]
No mesmo ano, foi relator da reforma tributária no Senado, após cerca de três décadas de discussão do tema no Congresso. O Senado aprovou a proposta em novembro, e a emenda constitucional foi promulgada em dezembro de 2023.[45][46][47]
Em 2024, assumiu a relatoria do Projeto de Lei Complementar 68/2024, destinado a regulamentar a reforma tributária.[47]
Eleições
[editar | editar código]Eleições de 2014
[editar | editar código]Nas eleições de 2014, disputou o governo do Amazonas pelo PMDB, com Rebecca Garcia, do PP, como candidata a vice-governadora. No primeiro turno, recebeu 709.058 votos, ou 43,16% dos votos válidos, e ficou à frente de José Melo, do PROS, que obteve 707.151 votos, ou 43,04%.[48] No segundo turno, foi derrotado por Melo, que recebeu 869.992 votos, equivalentes a 55,54%, enquanto Braga teve 696.465 votos, ou 44,46%.[49]
Eleições suplementares de 2017
[editar | editar código]Na eleição suplementar de 2017, concorreu ao governo pelo PMDB e chegou ao segundo turno com Amazonino Mendes, do PDT. No primeiro turno, Braga obteve 25,36% dos votos válidos e Amazonino, 38,77%.[50] No segundo turno, Braga recebeu 40,79% e foi derrotado por Amazonino, eleito com 59,21%.[51][52]
Eleições de 2018
[editar | editar código]Nas eleições de 2018, foi reeleito senador pelo MDB com 607.286 votos, ou 18,45% dos votos válidos, ficando 25.733 votos à frente do terceiro colocado, Luiz Castro, da Rede Sustentabilidade.[53][54]
Eleições de 2022
[editar | editar código]Nas eleições de 2022, disputou o governo pelo MDB e chegou ao segundo turno com 20,99% dos votos válidos, enquanto Wilson Lima, do União Brasil, recebeu 42,82%.[55] No segundo turno, Braga obteve 43,35% dos votos e foi derrotado por Wilson, reeleito com 56,65%.[56][55]
Eleições de 2026
[editar | editar código]Nas eleições de 2026, foi reeleito senador pelo MDB para o mandato de 2027 a 2035, enquanto Plínio Valério, do PSDB, conquistou a outra vaga em disputa.[1]
Ministério de Minas e Energia
[editar | editar código]Anunciado em dezembro de 2014 como ministro de Minas e Energia para o segundo mandato de Dilma Rousseff, assumiu o cargo em janeiro de 2015 e deixou o ministério em 20 de abril de 2016.[57][6]
Durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, declarou apoio à presidente e afirmou que permaneceria no governo, mas deixou o cargo em abril de 2016.[58][6] Em maio, afastou-se do Senado por motivos de saúde e não participou da votação que admitiu o processo de impeachment.[59]
Controvérsias
[editar | editar código]Acusações de agressão
[editar | editar código]Em 2008, a arquiteta Renata Barros acusou Braga de ter agredido sua esposa, Sandra, em um vídeo divulgado pelo senador Arthur Virgílio Neto, que reunia denúncias contra o governador. Ela afirmou que Sandra teria precisado de uma cirurgia plástica após a agressão. Braga negou as acusações contra sua família e seu governo e chamou as denúncias de "caluniosas e levianas".[60][61]
Em julho de 2014, durante a campanha para o governo do Amazonas, o fotógrafo Joel Reis da Silva acusou Braga de lhe aplicar uma gravata no pescoço e tentar tomar sua câmera durante uma carreata em Maraã. A assessoria da coligação negou a agressão, e Braga afirmou que a abordagem havia ocorrido por causa de uma suposta perseguição a servidores públicos que apoiavam sua candidatura.[62][63]
Em dezembro de 2021, o colunista Lauro Jardim afirmou que Braga havia gritado e proferido palavrões durante um telefonema à ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, ao cobrar a liberação de emendas parlamentares que dizia terem sido prometidas pelo governo de Jair Bolsonaro. A ministra passou a ligação ao ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, que estava ao seu lado.[64]
Desempenho eleitoral
[editar | editar código]| Ano | Cargo | Partido | Turno | Votos | % dos votos válidos | Resultado | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2014 | Governador do Amazonas | PMDB | 1º | 709 058 | 43,16% | Segundo turno | [48] |
| 2014 | Governador do Amazonas | PMDB | 2º | 696 465 | 44,46% | Não eleito | [49] |
| 2017 | Governador do Amazonas | PMDB | 1º | 377 680 | 25,36% | Segundo turno | [50] |
| 2017 | Governador do Amazonas | PMDB | 2º | 539 318 | 40,79% | Não eleito | [52] |
| 2018 | Senador pelo Amazonas | MDB | Único | 607 286 | 18,45% | Reeleito | [53] |
| 2022 | Governador do Amazonas | MDB | 1º | 401 817 | 20,99% | Segundo turno | [55] |
| 2022 | Governador do Amazonas | MDB | 2º | 795 098 | 43,35% | Não eleito | [55] |
| 2026 | Senador pelo Amazonas | MDB | Único | 1 220 198[nota 3] | 32,2% | Reeleito | [1] |
Notas
- ↑ Licenciou-se do mandato de senador para comandar o Ministério de Minas e Energia em 2015 e 2016.
- ↑ Renunciou ao mandato de deputado federal em 31 de dezembro de 1992 para assumir a vice-prefeitura de Manaus.
- ↑ Votação parcial divulgada pela Agência Senado em 4 de outubro de 2026, com 98,8% das urnas apuradas.
Referências
- 1 2 3 4 5 «Eduardo Braga e Plínio Valério são reeleitos senadores pelo Amazonas». Agência Senado. 4 de outubro de 2026. Consultado em 4 de outubro de 2026
- 1 2 3 4 «Biografia do Deputado Federal Eduardo Braga». Câmara dos Deputados. Consultado em 4 de outubro de 2026
- 1 2 Brasil, Decreto de 25 de março de 2003.
- 1 2 3 4 5 6 «Senador Eduardo Braga». Senado Federal. Consultado em 4 de outubro de 2026
- 1 2 «Eduardo Braga (MDB)». Agência Senado. 18 de janeiro de 2019. Consultado em 4 de outubro de 2026
- 1 2 3 Danilo Fariello e Simone Iglesias (20 de abril de 2016). «Eduardo Braga e Helder Barbalho deixam ministérios». O Globo. Consultado em 20 de abril de 2016
- ↑ «Eduardo Braga (PMDB - Nº 155): Candidato a Senador - UOL Eleições 2010». eleicoes.uol.com.br. Consultado em 3 de julho de 2015
- ↑ «Braga diz que valorização das empresas explica patrimônio». d24am.com. 7 de julho de 2010
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Rodrigo Tolotti (20 de janeiro de 2015). «Conheça o homem escolhido por Dilma para evitar um racionamento de energia». InfoMoney. Consultado em 4 de outubro de 2026
- ↑ «Eduardo Braga e Rebecca Garcia votam com expectativa de resultado positivo nas urnas». Portal do Marcos Santos. 26 de outubro de 2014. Consultado em 4 de outubro de 2026
- ↑ «Manaus nunca decidiu eleição para prefeito no primeiro turno desde 1992». A Crítica. Consultado em 4 de outubro de 2026
- ↑ «Competição Eleitoral no Amazonas». Legal-Amazônia. Consultado em 4 de outubro de 2026
- ↑ «Eduardo Braga é reeleito governador do Amazonas». Portal G1. 1º de outubro de 2006. Consultado em 4 de julho de 2015
- ↑ «A receita da floresta». Revista Época. 9 de maio de 2005. Consultado em 4 de julho de 2015
- ↑ «Programa Zona Franca Verde e a ação de regularização fundiária» (PDF). Universidade Estadual do Amazonas. p. 5. Consultado em 4 de julho de 2015
- ↑ «A Cidade de Manaus e o Projeto PROSAMIM» (PDF). PUC - Rio. 2009. p. 30. Consultado em 4 de julho de 2015
- ↑ Brasil, Decreto de 29 de março de 1996.
- ↑ Virgílio Viana; et al. (2012). «Impactos do Programa Bolsa Floresta: uma avaliação preliminar» (PDF). Inclusão Social. 6 (1): 201-218
- ↑ G1 Notícias (22 de março de 2013). «STF determina abertura de inquérito para investigar senador Eduardo Braga». Jornal Nacional. Consultado em 19 de agosto de 2013
- ↑ «Eduardo Braga é investigado por peculato e fraude em licitação pelo STF». Jornal A Crítica. 22 de março de 2013. Consultado em 19 de agosto de 2013
- ↑ «Líder do governo, Braga assumirá ministério após perder eleição no AM». Portal G1. 23 de dezembro de 2014. Consultado em 30 de dezembro de 2014
- ↑ STF (18 de junho de 2014). «STF - Inquérito : Inq 3636 AM». JusBrasil. Consultado em 4 de julho de 2015
- ↑ «Relatório semestral de 2012 da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática» (PDF). Senado Federal. 2012
- 1 2 «Atividade Legislativa - Participação em Comissões». www.senado.gov.br. Consultado em 3 de julho de 2015
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- ↑ «Aprovada unificação da alíquota de ICMS sobre produtos importados». Consultado em 3 de julho de 2015
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- ↑ Jardim, Lauro (12 de dezembro de 2021). «Ao telefone, senador do MDB grita e ofende ministra de Bolsonaro». Lauro Jardim - O Globo. Consultado em 18 de junho de 2025
Ligações externas
[editar | editar código]- Sítio oficial
- Perfil de Eduardo Braga no Senado Federal
- Biografia de Eduardo Braga na Câmara dos Deputados
| Precedido por Amazonino Mendes |
Prefeito de Manaus 1994 a 1997 |
Sucedido por Alfredo Nascimento |
| Precedido por Amazonino Mendes |
Governador do Amazonas 2003 a 2010 |
Sucedido por Omar Aziz |
| Precedido por Edison Lobão |
Ministro de Minas e Energia do Brasil 2015 a 2016 |
Sucedido por Marco Antônio Martins Almeida |
- Nascidos em 1960
- Naturais de Belém (Pará)
- Governadores do Amazonas
- Senadores do Brasil pelo Amazonas
- Deputados federais do Brasil pelo Amazonas
- Ministros de Minas e Energia do Brasil
- Ministros do Governo Dilma Rousseff
- Deputados estaduais do Amazonas
- Prefeitos de Manaus
- Vice-prefeitos de Manaus
- Vereadores de Manaus
- Engenheiros eletricistas do Brasil
- Empresários do Amazonas
- Alunos da Universidade Federal do Amazonas
- Membros do Partido Democrático Social
- Membros do Movimento Democrático Brasileiro (1980)
- Membros do Partido Democrata Cristão (1985)
- Membros do Progressistas
- Membros do Partido Social Liberal
- Membros do Cidadania (partido político)
- Grandes-Oficiais da Ordem do Mérito Militar
- Engenheiros do Amazonas