George Fenton
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| George Fenton CBE | |
|---|---|
Fenton em 1969 | |
| Informações gerais | |
| Nome completo | George Richard Ian Howe Fenton |
| Nascimento | 19 de outubro de 1949 Bromley, Kent, Inglaterra |
| Morte | 5 de outubro de 2026 (76 anos) |
| Nacionalidade | inglês |
| Ocupação | Compositor |
| Página oficial | georgefenton |
George Richard Ian Howe Fenton (Bromley, 19 de outubro de 1949 – 5 de outubro de 2026) foi um compositor inglês que escreveu trilhas sonoras para mais de cem filmes e músicas para teatro, rádio e televisão. Recebeu cinco indicações ao Óscar, prêmios Ivor Novello, BAFTA, Globo de Ouro, Emmy e BMI, além de um Classic BRIT. Também integrou o grupo de dezoito compositores e autores de canções eleitos fellows da Ivors Academy, antes chamada BASCA.[1][2][3]
Ao longo da carreira, trabalhou repetidamente com os diretores Richard Attenborough, Nora Ephron, Alastair Fothergill, Stephen Frears, Nicholas Hytner, Ken Loach, Andy Tennant, Neil Jordan e Terry Gilliam.[1]
Início da vida e carreira
[editar | editar código]Fenton nasceu em 1949 em Bromley, no condado de Kent, e tinha quatro irmãos. Estudou na Carn Brea School e na St Edward's School, em Oxford. Começou a tocar guitarra aos sete anos e, na St Edward's, estudou órgão com Peter Whitehouse. Embora não tenha cursado uma faculdade de música, continuou os estudos com Whitehouse e, mais tarde, com o etnomusicólogo e compositor John Leach.[4][5]
Em 1968, participou de Forty Years On, a primeira peça de Alan Bennett encenada no West End de Londres.[6][7] No ano seguinte, recebeu uma oferta de vaga na Royal Central School of Speech and Drama, mas preferiu seguir na música e assinou contrato fonográfico com a MCA Records. Nos anos seguintes, continuou no teatro, interpretando pequenos papéis, tocando e compondo.[4]
Sua versão de "Maxwell's Silver Hammer", dos Beatles, foi lançada em 1969 e alcançou grande popularidade na Suécia.[8] A gravação chegou ao sexto lugar da parada Kvällstoppen e permaneceu duas semanas no primeiro lugar da Tio i Topp, no fim de janeiro de 1970.[9][10]
Teatro
[editar | editar código]Em 1974, Fenton foi contratado como compositor e diretor musical de uma montagem de Noite de Reis, dirigida por Peter Gill para a Royal Shakespeare Company em Stratford-upon-Avon.[7][11]
No restante da década de 1970 e no início da seguinte, compôs com frequência para montagens teatrais. Manteve a parceria com Gill, para quem escreveu música em nove produções, e trabalhou no teatro regional, na Royal Shakespeare Company e no National Theatre.[11]
Compôs ainda para The Judas Kiss, The Last Cigarette, Untold Stories, Allelujah!, Mrs Henderson Presents, Buffalo Bill's Wild West Show, Talking Heads, Beat the Devil e Racing Demon.[11][12]
Em 1992, recebeu o crédito pela trilha sonora de Buffalo Bill's Wild West Show, apresentado na Disneyland Paris.[11]
Drama televisivo
[editar | editar código]Fenton escreveu sua primeira trilha para televisão em 1976, dando sequência ao trabalho com Peter Gill na montagem de Hitting Town, texto de Stephen Poliakoff.[13][14]
No fim da década de 1970, já trabalhava regularmente na televisão. Interpretou o soldado Martin Gimbel em Emmerdale Farm, entre 1975 e 1976, e participou de produções como Six Plays, de Alan Bennett para a LWT, Objects of Affection, An Englishman Abroad, Talking Heads, em 2003, Bloody Kids, Going Gently, Walter, Saigon: Year of the Cat, Fox, Out, Telling Tales, The History Man, Shoestring, The Monocled Mutineer e The Jewel in the Crown, que recebeu diversos prêmios BAFTA.[14][4]
Documentários de natureza para televisão
[editar | editar código]Fenton compôs para programas televisivos sobre a vida selvagem, muitas vezes ao lado do apresentador David Attenborough e do documentarista Alastair Fothergill. Seus primeiros trabalhos nesse campo foram as séries da BBC Wildlife on One e Natural World.[14]
A partir de 1990, escreveu a música de séries como The Trials of Life, Life in the Freezer, The Blue Planet, Planet Earth e Frozen Planet. Entre os demais documentários estão Beyond the Clouds, Shanghai Vice e Between Clouds and Dreams, dirigidos por Phil Agland.[4]
Em 2003, compôs e regeu a música do documentário de longa-metragem Deep Blue, executada pela Orquestra Filarmônica de Berlim. Foi a primeira trilha cinematográfica gravada pela orquestra. A colaboração se repetiu em 2007 no documentário Earth.[4]
Em 2022, voltou a trabalhar com Fothergill e Attenborough na série Wild Isles, da BBC One.[4]
Temas de televisão e rádio
[editar | editar código]Fenton compôs jingles e temas de dezenas de programas britânicos de televisão e rádio, entre eles Shoestring, Bergerac, One O'Clock News, Six O'Clock News, Nine O'Clock News, Newsnight, Newsnight Review, On the Record, Omnibus, Breakfast Time, BBC World News, BBC Reporting Scotland, BBC London Plus, Telly Addicts, Daily Politics e PM, da BBC Radio 4.[7][15]
Cinema
[editar | editar código]Fenton escreveu música para mais de cem longas-metragens.[16][2]
Em 1982, compôs com Ravi Shankar a trilha da cinebiografia Gandhi, dirigida por Richard Attenborough. O trabalho rendeu aos dois uma indicação ao Oscar de melhor banda sonora. Fenton escreveu a música de outros quatro filmes do diretor, Cry Freedom, Shadowlands, In Love and War e Grey Owl.[4]
Também compôs para os seis longas dirigidos por Nicholas Hytner: The Madness of King George, As Bruxas de Salém, The Object of My Affection, Center Stage, The History Boys e The Lady in the Van. Nos três últimos, voltou a trabalhar com o roteirista Alan Bennett. Cinco filmes receberam música original de Fenton, enquanto The Madness of King George usou adaptações e arranjos de obras de Georg Friedrich Händel.[16][17]
A parceria com Stephen Frears começou na televisão e chegou a quatro longas, Ligações Perigosas, Hero, Mary Reilly e Mrs. Henderson Presents. Para Neil Jordan, compôs as trilhas de A Companhia dos Lobos, High Spirits e We're No Angels.[1]
Até 2023, Fenton havia composto mais longas para Ken Loach do que para qualquer outro cineasta, num total de dezoito. A colaboração começou em 1994 com Ladybird Ladybird e prosseguiu em Terra e Liberdade, Carla's Song, My Name Is Joe, Bread and Roses, The Navigators, Sweet Sixteen, Ae Fond Kiss..., The Wind That Shakes the Barley, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2006, It's a Free World..., Looking for Eric, A Parte dos Anjos, o documentário The Spirit of '45, Jimmy's Hall, Eu, Daniel Blake, Sorry We Missed You e The Old Oak.[1][16]
Outras parcerias recorrentes foram com Harold Ramis, Nora Ephron, Phil Joanou e Andy Tennant. Desse conjunto saíram Multiplicity, Groundhog Day, Mixed Nuts, You've Got Mail, Final Analysis, The Fisher King, Heaven's Prisoners, Para Sempre Cinderela, Sweet Home Alabama, Anna and the King, Hitch, Bewitched, The Secret: Dare to Dream e o suspense Unit 234, dirigido por Tennant.[1][16]
Concertos
[editar | editar código]Depois de receber um Ivor Novello, um BAFTA e um Emmy pela música de The Blue Planet, Fenton criou The Blue Planet in Concert, que estreou em outubro de 2002 no Royal Festival Hall, em Londres. Em seguida, preparou Planet Earth in Concert e Frozen Planet in Concert e levou os espetáculos a espaços como o Hollywood Bowl, a Ópera de Sydney, a Arena Wembley e o Ziggo Dome, em Amsterdã.[4]
Em 2003, compôs e regeu a música de Deep Blue, executada pela Orquestra Filarmônica de Berlim na primeira gravação de trilha cinematográfica de sua história. A parceria se repetiu em 2007, em Earth. Fenton e a produtora Jane Carter transformaram as duas trilhas em obras de concerto, que passaram a integrar programas de orquestras de diferentes países.[4]
Morte
[editar | editar código]Fenton morreu inesperadamente em 5 de outubro de 2026, aos 76 anos. Deixou a esposa, Amanda, a ex-esposa, Jane, três filhas e seis netos.[1][18]
Honrarias
[editar | editar código]Fenton foi nomeado Comendador da Ordem do Império Britânico, CBE, nas honrarias de Ano-Novo de 2023, pelos serviços prestados à música.[19]
Discografia
[editar | editar código]Filmes
[editar | editar código]Da década de 1970 até 2026, sua filmografia de cinema e televisão reuniu os títulos abaixo.[16]
Prêmios e indicações
[editar | editar código]Oscar
[editar | editar código]- 1983: indicado a melhor trilha sonora original por Gandhi, com Ravi Shankar.
- 1988: indicado a melhor trilha sonora original e melhor canção original por Cry Freedom, com Jonas Gwangwa.
- 1989: indicado a melhor trilha sonora original por Ligações Perigosas.
- 1992: indicado a melhor trilha sonora original por The Fisher King.[3]
BAFTA
[editar | editar código]- 1981: indicado ao BAFTA de melhor música original para televisão por Shoestring, Bloody Kids e Fox.
- 1982: vencedor do BAFTA de melhor música original para televisão por Bergerac, The History Man, Going Gently e o tema do BBC News.
- 1983: indicado ao BAFTA de melhor banda sonora por Gandhi.
- 1985: indicado ao BAFTA de melhor música original para televisão por The Jewel in the Crown.
- 1987: vencedor do BAFTA de melhor música original para televisão por The Monocled Mutineer.
- 1988: indicado ao BAFTA de melhor trilha sonora por Cry Freedom.
- 1989: indicado ao BAFTA de melhor música original para televisão por Talking Heads.
- 1990: indicado ao BAFTA de melhor trilha sonora original por Ligações Perigosas.
- 1991: indicado ao BAFTA de melhor trilha sonora original por Memphis Belle.
- 1991: indicado ao BAFTA de melhor música original para televisão por The Trials of Life.
- 1994: indicado ao BAFTA de melhor música original para televisão por Life in the Freezer.
- 1996: indicado ao Prêmio Anthony Asquith de música para cinema por The Madness of King George.
- 2002: vencedor do BAFTA de melhor música original para televisão por The Blue Planet.
- 2006: indicado ao Prêmio Anthony Asquith de música para cinema por Mrs. Henderson Presents.
- 2007: indicado ao BAFTA de melhor música original para televisão por Planet Earth.
- 2012: indicado ao BAFTA de melhor música original para televisão por Frozen Planet.[3]
Emmy
[editar | editar código]- 2002: vencedor do Emmy do Primetime de melhor composição musical para série, trilha dramática, pelo episódio "Seas of Life: Ocean World", de The Blue Planet.
- 2005: indicado ao Emmy do Primetime de melhor composição musical para minissérie, filme ou especial, trilha dramática, por Pride.
- 2007: vencedor do Emmy do Primetime de melhor composição musical para série, trilha dramática original, pelo episódio "From Pole to Pole", de Planet Earth.[3]
Globo de Ouro
[editar | editar código]- 1988: indicado ao Globo de Ouro de melhor banda sonora original por Cry Freedom, com Jonas Gwangwa.
- 2000: indicado ao Globo de Ouro de melhor banda sonora original por Anna and the King.
- 2000: indicado ao Globo de Ouro de melhor canção original por Anna and the King.[3]
Grammy
[editar | editar código]- 1984: indicado ao Grammy de melhor álbum de trilha sonora original escrita para cinema ou especial de televisão por Gandhi, com Ravi Shankar.
- 1989: indicado ao Grammy de melhor canção escrita para mídia visual por Cry Freedom, com Jonas Gwangwa.[3]
Ivor Novello
[editar | editar código]- 1980: indicado a melhor tema de produção para televisão ou rádio por Shoestring.
- 1981: indicado a melhor tema de produção para televisão ou rádio por Fox.
- 1983: indicado a melhor tema de produção para televisão ou rádio por Omnibus.
- 1983: vencedor de melhor tema ou canção para cinema por Gandhi, com Ravi Shankar.
- 1985: vencedor de melhor tema de produção para televisão ou rádio por The Jewel in the Crown.
- 1985: indicado a melhor tema ou canção por A Companhia dos Lobos.
- 1987: vencedor de melhor tema de produção para televisão ou rádio por The Monocled Mutineer.
- 1988: vencedor de melhor trilha para cinema por Cry Freedom, com Jonas Gwangwa.
- 1993: indicado a melhor tema ou canção para cinema por Final Analysis.
- 1995: indicado a melhor tema de produção para televisão ou rádio por Beyond the Clouds.
- 1995: vencedor de melhor trilha para cinema por Shadowlands.
- 1999: indicado a melhor trilha para cinema por Para Sempre Cinderela.
- 2000: indicado a melhor trilha para cinema por Anna and the King.
- 2002: indicado a melhor música original para televisão por The Blue Planet.
- 2005: indicado a melhor trilha original para cinema por Deep Blue.
- 2010: indicado a melhor trilha para televisão por Life.[3]
Classical Brit Awards
[editar | editar código]- 2007: vencedor de melhor trilha sonora por Planet Earth.[3]
Prêmios do Cinema Europeu
[editar | editar código]- 2012: indicado a compositor europeu por A Parte dos Anjos.[3]
IFMCA
[editar | editar código]- 1998: indicado a trilha do ano por Dangerous Beauty.
- 1998: indicado a melhor trilha original para filme dramático por Dangerous Beauty.
- 1998: indicado a compositor de cinema do ano.
- 1998: indicado a melhor trilha original para filme dramático por Para Sempre Cinderela.
- 1999: indicado a compositor de cinema do ano.
- 2007: vencedor de melhor trilha original para televisão por Planet Earth.
- 2008: vencedor de melhor trilha original para documentário por Earth.
- 2009: indicado a melhor trilha original para comédia por Fool's Gold.
- 2010: indicado a melhor trilha original para série de televisão por Life.
- 2012: indicado a melhor trilha original para documentário por Frozen Planet.
- 2015: indicado a melhor trilha original para documentário por Bears.
- 2016: indicado a melhor trilha original para comédia por The Lady in the Van.[3]
World Soundtrack Awards
[editar | editar código]- 2015: vencedor do prêmio pelo conjunto da obra.[3]
BMI Awards
[editar | editar código]- 1994: vencedor de música para cinema por Groundhog Day.
- 1999: vencedor de música para cinema por You've Got Mail.
- 2003: vencedor de música para cinema por Sweet Home Alabama.
- 2005: vencedor de música para cinema por Hitch.
- 2010: vencedor de música para cinema por The Bounty Hunter.[3]
Outros trabalhos
[editar | editar código]Fenton fundou a Association of Professional Composers, que se uniu à British Academy of Songwriters, Composers and Authors e à Composers' Guild of Great Britain para formar a British Academy of Composers & Songwriters, BASCA. Foi membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e professor visitante do Royal College of Music e da Universidade de Nottingham.[4]
Em 2020, Fenton e Simon Chamberlain lançaram o álbum The Piano Framed em formatos digital, CD e vinil. O disco traz arranjos de Chamberlain para piano solo de composições de Fenton, entre elas The Blue Planet, Ligações Perigosas, The Lady in the Van e Groundhog Day.[21]
Ver também
[editar | editar código]- Banda sonora, música gravada para acompanhar uma obra audiovisual
- Compositor, profissional que cria obras musicais
- Oscar de melhor banda sonora, categoria em que Fenton recebeu quatro indicações
- BAFTA de melhor banda sonora, prêmio britânico de música para cinema
- Música-tema, composição associada a um programa, personagem ou produção
- Orquestração, distribuição de uma composição entre instrumentos
- Documentário de natureza, gênero de parte de seu trabalho para a BBC
- Cinema do Reino Unido, cinematografia em que começou a compor para longas
Referências
- 1 2 3 4 5 6 Shafer, Ellise (6 de outubro de 2026). «George Fenton, Oscar-Nominated British Composer for More Than 100 Films, Dies Aged 76». The Guardian (em inglês). Consultado em 6 de outubro de 2026
- 1 2 «George Fenton» (em inglês). Universal Music Publishing Group. Consultado em 6 de outubro de 2026
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 «Awards» (em inglês). George Fenton. Consultado em 6 de outubro de 2026
- 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 «Biography» (em inglês). George Fenton. Consultado em 6 de outubro de 2026
- ↑ «St Edward's Oxford: Governors» (em inglês). St Edward's School. Consultado em 16 de dezembro de 2015
- ↑ «Hymn» (em inglês). National Theatre. Consultado em 16 de dezembro de 2015. Arquivado do original em 22 de dezembro de 2015
- 1 2 3 «George Fenton, Desert Island Discs» (em inglês). BBC Radio 4. Consultado em 16 de dezembro de 2015
- ↑ Wall, Mick (1 de abril de 2024). «'I would've loved to be in a progressive rock band,' says composer George Fenton». Daily Express (em inglês). Consultado em 24 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 16 de abril de 2024
- ↑ Hallberg, Eric (1993). Eric Hallberg presenterar Kvällstoppen i P3 (em sueco) 1 ed. Estocolmo: Drift. p. 204. ISBN 978-91-630-2140-4
- ↑ Hallberg, Eric; Henningsson, Ulf (2012). Tio i Topp - med de utslagna "på försök" 1961-74 (em sueco) 2 ed. Estocolmo: Premium. p. 473. ISBN 978-91-89136-89-2
- 1 2 3 4 «Theatre» (em inglês). George Fenton. Consultado em 6 de outubro de 2026
- ↑ «Talking Heads Live» (em inglês). Bridge Theatre. Consultado em 25 de fevereiro de 2021
- ↑ «Stephen Poliakoff on Hitting Town, the nervy 1970s and the British one-off TV play» (em inglês). Bleeding Cool. 6 de setembro de 2013. Consultado em 15 de dezembro de 2015
- 1 2 3 «TV and Documentaries» (em inglês). George Fenton. Consultado em 6 de outubro de 2026
- ↑ «How writing PM theme made composer 'very nervous'» (em inglês). BBC. 26 de fevereiro de 2016. Consultado em 29 de fevereiro de 2016
- 1 2 3 4 5 «Film» (em inglês). George Fenton. Consultado em 6 de outubro de 2026
- ↑ Nestrovski, Arthur (27 de maio de 1995). «George Fenton recupera Handel». Folha de S.Paulo. Consultado em 6 de outubro de 2026
- ↑ Reynolds, Jordan (5 de outubro de 2026). «Composer George Fenton dies aged 76». The Irish News (em inglês). Press Association. Consultado em 6 de outubro de 2026
- ↑ «The London Gazette, Supplement 63918, página N10» (em inglês). The London Gazette. 31 de dezembro de 2022. Consultado em 6 de outubro de 2026
- ↑ «George Fenton Scoring Trudie Styler's 'Up Against It'» (em inglês). Film Music Reporter. 11 de agosto de 2026. Consultado em 6 de outubro de 2026
- ↑ «Listen» (em inglês). George Fenton. Consultado em 6 de outubro de 2026
Ligações externas
[editar | editar código]- Site oficial (em inglês)
- Entrevista no programa Desert Island Discs, da BBC Radio 4 (em inglês)
- Créditos de cinema e televisão no BFI Screenonline (em inglês)
- Entrevista na Film Music Foundation (em inglês)
- "George Fenton recupera Handel", na Folha de S.Paulo
- Programa sobre a música de The Blue Planet, no Observador
- Ficha de O Feitiço do Tempo, na RTP
- Ficha de Ligações Perigosas, na RTP
