Ir para o conteúdo

The Carlyle Group

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
The Carlyle Group Inc.
Empresa de capital aberto
CotaçãoNASDAQ: CG
Componente do S&P 400
AtividadePrivate equity
Fundação1987
Fundador(es)William E. Conway Jr.
Stephen L. Norris
Daniel A. D'Aniello
David Rubenstein
Greg Rosenbaum
Sede1001 Pennsylvania Avenue, Washington, D.C., Estados Unidos
Pessoas-chaveHarvey Schwartz (diretor-executivo)
Daniel A. D'Aniello (presidente emérito)
William E. Conway Jr. (copresidente)
David Rubenstein (copresidente)
Empregadoscerca de 2.300 (2024)
ProdutosLeveraged buyouts
Capital de crescimento
Energia
Crédito para energia
Crédito estruturado
Imóveis
AtivosUS$ 23,1 bilhões (2024)
ReceitaUS$ 5,43 bilhões (2024)
Renda líquidaUS$ 1,02 bilhão (2024)
Websitewww.carlyle.com
  • Notas de rodapé / referências
  • Ativos sob gestão: US$ 441 bilhões (2024). Patrimônio líquido: US$ 6,35 bilhões (2024). Lucro operacional: US$ 2,18 bilhões (2024).[1]

The Carlyle Group Inc. é uma empresa multinacional dos Estados Unidos que atua em private equity, gestão de ativos alternativos e serviços financeiros. Em 2023, tinha US$ 426 bilhões em ativos sob gestão.[2]

A Carlyle trabalha com private equity, ativos reais e crédito privado. Está entre as maiores empresas de investimento do mundo e ocupou o primeiro lugar entre as firmas de private equity por capital levantado entre 2010 e 2015 no índice PEI 300.[3] Em junho de 2024, ficou em sexto lugar no PEI 300 da Private Equity International entre as maiores empresas de private equity do mundo.[4]

Fundada em 1987 em Washington, D.C., a empresa tinha quase 2.200 empregados distribuídos por 28 escritórios em quatro continentes em dezembro de 2023. Em 3 de maio de 2012, concluiu uma oferta pública inicial de US$ 700 milhões e passou a ter suas ações negociadas na NASDAQ.

História

[editar | editar código]

Fundação e primeiros anos

[editar | editar código]

A Carlyle foi fundada em 1987 como um banco de investimento de pequeno porte por cinco sócios com experiência nos setores financeiro e governamental: William E. Conway Jr., Stephen L. Norris, David Rubenstein, Daniel A. D'Aniello e Greg Rosenbaum.[5] Os fundadores deram à firma o nome do Carlyle Hotel, em Nova York, que por sua vez recebeu o nome de Thomas Carlyle.[6] Norris e Rubenstein haviam planejado ali o novo negócio de investimentos.[7]

Rubenstein, advogado em Washington, havia trabalhado no governo de Jimmy Carter.[8] Norris e D'Aniello haviam trabalhado juntos na Marriott Corporation.[9] Conway era executivo financeiro da MCI Communications. Rosenbaum saiu ainda no primeiro ano,[10] e Norris deixou a empresa em 1995.[7][11] Rubenstein, Conway e D'Aniello permaneceram ativos na empresa. A Carlyle começou com US$ 5 milhões em apoio financeiro da T. Rowe Price, Alex. Brown & Sons, First Interstate Equities e da família Richard King Mellon.[12][13]

No fim da década de 1980, a Carlyle captava recursos negócio a negócio para realizar aquisições por leveraged buyout, entre elas uma tentativa malsucedida de assumir o controle da rede Chi-Chi's.[10][13] Em 1990, levantou seu primeiro fundo dedicado a aquisições, com compromissos de US$ 100 milhões de investidores. Nos primeiros anos, também prestou assessoria em transações. Uma delas foi o investimento de US$ 500 milhões feito em 1991 no Citigroup pelo príncipe Alwaleed Bin Talal Alsaud, integrante da Casa de Saud.[13]

A empresa passou a adquirir negócios ligados à indústria de defesa. Em 1992, comprou a divisão de eletrônicos da General Dynamics Corporation, rebatizada GDE Systems, fabricante de sistemas eletrônicos militares.[14] A GDE Systems foi vendida à Tracor em outubro de 1994.[15]

Em 1993, a Carlyle comprou da Philips a Magnavox Electronic Systems, divisão da Magnavox voltada a comunicações militares e sistemas de guerra eletrônica.[16] Em 1995, vendeu a Magnavox por cerca de US$ 370 milhões à Hughes Aircraft Company. A Carlyle também investiu na Vought em parceria com a Northrop Grumman.[17]

Sua maior operação no setor de defesa naquele período foi a compra da United Defense Industries, em outubro de 1997, por US$ 850 milhões.[18][19] A United Defense fez sua oferta pública inicial na Bolsa de Valores de Nova Iorque em dezembro de 2001, e a Carlyle vendeu o restante de suas ações em abril de 2004.[20] Nos anos seguintes, a participação da empresa em investimentos no setor de defesa diminuiu.[21]

Carlyle no início dos anos 2000

[editar | editar código]

A conferência de investidores da Carlyle de 2001 ocorreu em 11 de setembro daquele ano. Nas semanas seguintes, foi divulgado que Shafiq bin Laden, integrante da família bin Laden, estivera entre os convidados de honra e que a família investia em fundos administrados pela Carlyle.[22][23][24][25][26]

Outras reportagens confirmaram que a família bin Laden havia investido US$ 2 milhões no fundo Carlyle Partners II, de US$ 1,3 bilhão, em 1995, o que fazia dela uma investidora relativamente pequena. O investimento total pode ter sido maior, pois os US$ 2 milhões comprometidos em 1995 eram apenas a contribuição inicial e o valor aumentou depois.[27] Essas relações foram abordadas mais tarde por Michael Moore em Fahrenheit 9/11. A família bin Laden liquidou suas participações nos fundos da Carlyle em outubro de 2001, pouco depois dos ataques de 11 de setembro, quando a associação do sobrenome da família ao nome da Carlyle se tornou politicamente inconveniente.[28]

As aquisições diminuíram depois do estouro da bolha da internet em 2000 e 2001. A compra da Dex Media, realizada em duas etapas no fim de 2002 e em 2003, mostrou que grandes aquisições americanas de vários bilhões de dólares voltavam a obter financiamento por dívida de alto rendimento. A Carlyle e a Welsh, Carson, Anderson & Stowe lideraram a compra da QwestDex por US$ 7,5 bilhões,[29] a terceira maior aquisição corporativa desde 1989.[30]

A compra da QwestDex foi feita em duas fases: US$ 2,75 bilhões pelos ativos chamados Dex Media East, em novembro de 2002, e US$ 4,30 bilhões pelos ativos chamados Dex Media West, em 2003.[31] A R. H. Donnelley Corporation comprou a Dex Media em 2006.[32]

Lou Gerstner, ex-presidente do conselho e diretor-executivo da IBM e da Nabisco, substituiu Frank Carlucci na presidência do conselho da Carlyle em janeiro de 2003.[33][34][35] Gerstner permaneceu no cargo até outubro de 2008.[36][37] Sua contratação pretendia reduzir a percepção de que a Carlyle era dominada por figuras políticas.[38] A empresa, fundada quinze anos antes, administrava então US$ 13,9 bilhões em ativos e havia gerado retorno anualizado de 36% para os investidores.[35]

Em maio de 2004, a Carlyle anunciou a compra da Hawaiian Telcom da Verizon por US$ 1,6 bilhão.[39] Reguladores do Havaí adiaram a conclusão da operação. A empresa também enfrentou problemas de faturamento e atendimento enquanto recriava seus sistemas administrativos. A Hawaiian Telcom pediu recuperação judicial em dezembro de 2008, e a Carlyle perdeu os US$ 425 milhões que havia investido nela.[40]

A Carlyle liderou a compra da Hertz por US$ 15 bilhões em 2005.

Com o aumento da atividade das grandes firmas de private equity em meados dos anos 2000, a Carlyle acompanhou concorrentes como a KKR, a Blackstone e a TPG Capital. Em 2005, a Carlyle, a Clayton, Dubilier & Rice e a Merrill Lynch concluíram por US$ 15 bilhões a compra alavancada da Hertz, então a maior empresa de aluguel de automóveis da Ford.[41][42]

Em agosto de 2006, a Carlyle e sua afiliada Riverstone Holdings se uniram à Goldman Sachs Alternatives para comprar a Kinder Morgan, uma das maiores operadoras de oleodutos e gasodutos dos Estados Unidos, por US$ 27,5 bilhões, incluindo dívidas assumidas.[43] A operação teve o apoio de Richard Kinder, cofundador da companhia e ex-presidente da Enron.[44]

Em setembro de 2006, a Carlyle liderou um consórcio formado pela Blackstone, Permira e TPG Capital na compra da Freescale Semiconductor por US$ 17,6 bilhões. Quando anunciada, seria a maior compra alavancada de uma empresa de tecnologia já realizada, superando a aquisição da SunGard em 2005. Os compradores tiveram de pagar mais US$ 800 milhões depois que a KKR apresentou uma oferta de última hora, quando o acordo original estava prestes a ser assinado. Pouco depois da conclusão do negócio, no fim de 2006, as vendas de celulares da Motorola Corp., antiga controladora da Freescale e uma de suas principais clientes, caíram fortemente. Durante a recessão de 2008 e 2009, as vendas de chips da Freescale para fabricantes de automóveis também recuaram e a companhia passou a enfrentar forte pressão financeira.[45][46]

Em janeiro do mesmo ano, Carlyle, Blackstone, AlpInvest Partners, Hellman & Friedman, KKR e Thomas H. Lee Partners haviam comprado a Nielsen, empresa global de informação e mídia antes chamada VNU, por US$ 8,9 bilhões.[47][48][49] Ainda em 2006, a Carlyle comprou a Oriental Trading Company, que entrou em recuperação judicial em agosto de 2010,[50] e a Forba Dental Management, proprietária da Small Smiles Dental Centers, maior rede americana de clínicas odontológicas infantis.[51]

2011 a 2017

[editar | editar código]

Em 2011, a Carlyle comprou a AlpInvest Partners em uma sociedade com a administração da própria empresa e entrou no negócio de gestão de fundos de fundos, investimentos secundários e coinvestimentos. Em 2013, comprou a participação restante da AlpInvest, que passou a ser uma subsidiária integral.[52]

Em setembro de 2012, a Carlyle anunciou a compra de 60% da rede brasileira de móveis e artigos de decoração Tok&Stok por cerca de R$ 700 milhões.[53]

No terceiro trimestre de 2017, a Carlyle vendeu sua participação na Urbplan Desenvolvimento Urbano, loteadora residencial brasileira que vinha sendo consolidada nos resultados do grupo desde 2013.[54]

Desde 2017

[editar | editar código]

Em outubro de 2017, a Carlyle anunciou que seus fundadores permaneceriam como presidentes executivos do conselho de administração, mas deixariam a direção cotidiana da empresa. Glenn Youngkin e Kewsong Lee foram escolhidos para sucedê-los como codiretores-executivos a partir de 1º de janeiro de 2018.[55][56][57]

Ainda em outubro de 2017, a Carlyle investiu US$ 500 milhões na marca Supreme, avaliando a empresa em US$ 1 bilhão. Em 2020, a participação foi comprada por US$ 2,1 bilhões pela VF Corporation, proprietária da The North Face, da Timberland e da Vans.[58][59]

Em 14 de outubro de 2019, Carlyle e a firma de private equity Stellex Capital Management anunciaram a conclusão da compra e fusão do estaleiro Vigor Industrial LLC, de Portland, Oregon, com a MHI Holdings LLC, empresa de reparo e manutenção naval de Norfolk, Virgínia. Os valores da operação não foram divulgados.[60]

Em outubro de 2019, a Carlyle anunciou um acordo para comprar da ABRY Partners a Hilb Group, corretora de seguros sediada em Richmond, Virgínia.[61]

Em 2 de junho de 2020, Carlyle e T&D Holdings informaram ter concluído a compra de 76,6% da Fortitude Group Holdings, que reúne a Fortitude Re, da American International Company Inc.[62] No mesmo mês, a Unison foi adquirida pela Carlyle e pela empresa de investimentos estratégicos da administração da própria Unison.[63]

Em setembro de 2020, a Carlyle comprou uma participação majoritária na Victory Innovations, fabricante de máquinas de sanitização sediada em Minneapolis. Os termos não foram divulgados.[64]

No fim de setembro de 2020, Youngkin se aposentou da empresa e afirmou que pretendia dedicar-se a atividades comunitárias e ao serviço público. Lee passou a ser o único diretor-executivo.[65][66][67] Youngkin foi eleito governador da Virgínia em 2021.

Em janeiro de 2021, a Carlyle comprou uma participação majoritária na Jagex, estúdio britânico de desenvolvimento de jogos eletrônicos responsável pelo jogo multijogador massivo online RuneScape.[68][69]

Em maio de 2021, a Carlyle firmou uma parceria com a SPX Capital para atuar no mercado brasileiro. Empregados da Carlyle passariam para a SPX Capital para montar sua estratégia de private equity. A SPX também se tornaria subassessora do fundo de aquisições da Carlyle dedicado à América do Sul, que tinha US$ 776 milhões.[70]

Em março de 2022, a Carlyle comprou da Investcorp a Dainese, fabricante italiana de equipamentos e roupas para motociclistas.[71] Em maio, anunciou a aquisição da ManTech International, fornecedora de segurança cibernética e tecnologia da informação para o governo americano. O negócio, de US$ 3,9 bilhões, previa a compra das ações por US$ 96 cada, prêmio de 32% sobre a cotação de fechamento em 2 de fevereiro de 2022. A operação buscava ampliar as receitas recorrentes da empresa.[72]

Em agosto de 2022, a Carlyle adquiriu a Abingworth, empresa transatlântica de investimentos em biociências.[73] Em novembro, foi anunciada a compra da agência internacional de marketing Incubeta.[74]

Em fevereiro de 2023, Harvey Schwartz foi nomeado diretor-executivo do grupo. Ele substituiu Kewsong Lee, que havia deixado o cargo de forma abrupta no verão anterior depois de uma disputa de poder com os cofundadores.[75]

Em 2023, a Carlyle investiu na Anthesis Group, prestadora de serviços de sustentabilidade para empresas.[76] Em setembro, iniciou uma oferta pública para comprar da DIC Corporation a Seiko PMC, fabricante de produtos químicos para papel e tintas sediada em Tóquio, por US$ 221 milhões.[77]

Em junho de 2024, a Carlyle anunciou a criação de uma empresa de petróleo e gás voltada ao Mediterrâneo, liderada pelo ex-diretor-executivo da BP Tony Hayward, depois de adquirir ativos da Energean no Egito, na Itália e na Croácia por até US$ 945 milhões.[78] Em outubro, a Carlyle reforçou sua parceria com a Korea Investment & Securities no primeiro aniversário da aliança estratégica entre as duas empresas, voltada à busca de produtos globais para investimento.[79]

Em fevereiro de 2025, a Carlyle entrou no mercado de componentes automotivos da Índia ao comprar uma participação de controle em uma empresa formada pela fusão das fabricantes indianas Highway Industries e Roop Automotives.[80] No mesmo mês, anunciou um acordo definitivo envolvendo a Bluebird Bio e um fundo administrado pela SK Capital Partners.[81]

Em novembro de 2025, foi anunciada a compra, por valor não divulgado, da The Very Group, varejista on-line multimarcas e prestadora de serviços financeiros sediada em Liverpool.

A Carlyle comprou uma participação no Seattle Reign, da National Women's Soccer League, em 2024. Dois anos depois, tornou-se coproprietária do Seattle Seahawks, da National Football League.[82]

Mudanças na propriedade

[editar | editar código]

Nos primeiros 25 anos, a Carlyle operou como uma sociedade privada controlada pelos sócios responsáveis pelos investimentos. Em 2001, o California Public Employees' Retirement System, CalPERS, que investia em fundos administrados pela Carlyle desde 1996, comprou 5,5% da empresa de gestão por US$ 175 milhões.[83] Em 2007, no auge da onda de aquisições daquela década, a participação estava avaliada em cerca de US$ 1 bilhão.[84]

Em setembro de 2007, a Mubadala Development Company, veículo de investimento do governo do emirado de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, comprou 7,5% da Carlyle por US$ 1,35 bilhão.[84][85]

Em fevereiro de 2008, legisladores da Califórnia apresentaram um projeto que impediria o CalPERS de investir recursos em firmas de private equity parcialmente pertencentes a países com histórico ruim de direitos humanos. A proposta procurava chamar atenção para a relação entre Carlyle e Mubadala, mas foi retirada.[86]

Em maio de 2012, a Carlyle concluiu sua oferta pública inicial e passou a ser negociada na NASDAQ sob o código CG. A empresa administrava cerca de US$ 147 bilhões e levantou US$ 671 milhões na oferta. Os três fundadores que ainda permaneciam na companhia, Rubenstein, D'Aniello e Conway, conservaram as maiores participações individuais.[87]

Em junho de 2017, a Carlyle abriu o capital da TCG BDC, Inc., uma BDC até então não negociada em bolsa, na primeira oferta pública inicial de uma business development company desde 2014.[88][89]

A Carlyle é acionista majoritária da Seidor desde agosto de 2024.[90]

Estrutura corporativa

[editar | editar código]

Dados anuais

[editar | editar código]

Os principais dados anuais da Carlyle, considerando o exercício encerrado em 31 de dezembro, são:

Ano Receita
(US$ milhões)
Lucro líquido
(US$ milhões)
Ativos sob gestão
(US$ bilhões)
Empregados
2015[91] 3.006 (18) 183 1.700
2016[92] 2.274 6 158 1.600
2017[93] 3.676 238 195 1.600
2018[94] 2.427 93 216 1.650
2019[95] 3.377 345 224 1.775
2020[96] 2.935 348 246 1.825
2021[97] 8.782 2.975 301 1.850
2022[98] 4.439 1.225 373 2.100
2023[99] 2.964 (608) 426 2.200
2024[100] 5.426 1.020 441 2.300

Acionistas

[editar | editar código]

Investidores institucionais detêm cerca de 63% das ações da Carlyle. Os dez maiores acionistas no início de 2025 eram:[101]

Direção

[editar | editar código]
  • Presidente do conselho: nenhum. Daniel A. D'Aniello ocupa o cargo de presidente emérito.
  • Diretor-executivo: Harvey M. Schwartz, desde fevereiro de 2023.

Conselho de administração

[editar | editar código]

Em maio de 2025, o conselho de administração era formado por:[103]

  • Harvey M. Schwartz, diretor-executivo da Carlyle
  • William E. Conway Jr., cofundador e copresidente
  • David M. Rubenstein, cofundador e copresidente
  • Daniel A. D'Aniello, cofundador e presidente emérito
  • Afsaneh Beschloss, fundadora e diretora-executiva da RockCreek
  • Sharda Cherwoo, ex-sócia sênior da Ernst & Young
  • Linda H. Filler, ex-executiva da Walgreens, Walmart, Kraft Foods e Hanesbrands
  • Lawton W. Fitt, ex-banqueira de investimento e sócia do Goldman Sachs
  • James H. Hance Jr., executivo operacional da Carlyle e ex-vice-presidente do Bank of America
  • Mark S. Ordan, presidente do conselho e diretor-executivo da Pediatrix Medical Group
  • Derica W. Rice, ex-vice-presidente executiva da CVS Health e ex-presidente da CVS Caremark
  • William J. Shaw, ex-vice-presidente da Marriott Internacional
  • Anthony Welters, presidente do conselho e diretor-executivo da CINQ Care Inc. e presidente executivo do BlackIvy Group, LLC

Presidentes do conselho

[editar | editar código]
  1. Frank Carlucci, 1992–2003
  2. Lou Gerstner, 2003–2008
  3. Daniel A. D'Aniello, 2012–2018

Ex-diretores-executivos

[editar | editar código]
  1. William E. Conway Jr. e David M. Rubenstein, 1987–2017
  2. Kewsong Lee e Glenn Youngkin, 2017–2020
  3. Kewsong Lee, 2020–2022

Segmentos de negócios

[editar | editar código]
Os escritórios da Carlyle em Nova York ficam no One Vanderbilt.

A empresa é organizada em três segmentos de negócios:

  • Global Private Equity, responsável pela administração dos fundos de private equity da Carlyle, com investimentos principalmente em aquisições alavancadas e operações de capital de crescimento por meio de fundos voltados a regiões específicas. O segmento também administra fundos dedicados a imóveis, infraestrutura, energia e recursos renováveis.
  • Global Credit, que administra fundos voltados a ativos em dificuldades e situações especiais, empréstimos diretos, crédito para energia, empréstimos e crédito estruturado e crédito oportunista.
  • Global Investment Solutions, que administra fundos de investimento em private equity e fundos de fundos imobiliários, coinvestimentos e transações secundárias por meio da subsidiária AlpInvest Partners.

Global Private Equity

[editar | editar código]

A divisão Corporate Private Equity administra fundos de leveraged buyout e capital de crescimento voltados a regiões ou setores específicos. A Carlyle investe principalmente em engenharia aeroespacial, defesa e serviços governamentais, consumo e varejo, energia, serviços financeiros, assistência médica, indústria, imóveis, tecnologia e serviços empresariais, telecomunicações, mídia e transporte.

Em 31 de março de 2018, o segmento Corporate Private Equity assessorava 23 fundos de aquisições e dez fundos de capital de crescimento, com US$ 75 bilhões em ativos sob gestão.[104]

O segmento Real Assets assessorava onze fundos imobiliários americanos e internacionais, dois fundos de infraestrutura, dois fundos de energia elétrica, um fundo internacional de energia e quatro fundos Legacy Energy, que eram assessorados em conjunto pela Carlyle e pela Riverstone. O segmento também reunia nove fundos assessorados pela NGP. Em 31 de março de 2018, tinha cerca de US$ 44 bilhões em ativos sob gestão.[104]

Global Credit

[editar | editar código]

O Global Credit investe em diferentes partes do mercado de crédito privado. Em 30 de setembro de 2024, administrava cerca de US$ 194 bilhões em ativos.[105] Suas principais áreas são:

  • Liquid Credit, que administra veículos de investimento em obrigações de empréstimos colateralizados, conhecidas pela sigla CLO.
  • Direct Lending, voltada ao financiamento alavancado, sobretudo de empresas pertencentes a fundos de private equity.
  • Opportunistic Credit, que investe em capital mezanino e títulos de empresas em dificuldades.
  • Real Assets Credit, que investe em títulos de dívida ligados a projetos de infraestrutura.
  • Empréstimos garantidos por ativos.

Investment Solutions - AlpInvest Partners

[editar | editar código]
AlpInvest Partners
Subsidiária
Fundação1999
SedeNova York, Estados Unidos
Amsterdã, Países Baixos
Londres, Reino Unido
Hong Kong
Indianápolis, Estados Unidos
Tóquio, Japão
Empregados260 (2024)[106]
ProdutosInvestimentos em fundos
Investimentos secundários
Coinvestimentos
Crédito alternativo
Websitewww.alpinvest.com
  • Notas de rodapé / referências
  • Mais de US$ 85 bilhões em ativos sob gestão, mais de 350 gestores de private equity e mais de 800 fundos de private equity em dezembro de 2024.[107]

O segmento Investment Solutions administra programas globais de private equity por meio da subsidiária AlpInvest Partners.

A AlpInvest Partners é uma gestora global de ativos de private equity com mais de US$ 85 bilhões em ativos sob gestão em 31 de dezembro de 2024. Investe em nome de mais de 500 investidores institucionais da América do Norte, Ásia, Europa, América do Sul e África.

A AlpInvest trabalha com três equipes principais:

  • investimentos primários em fundos
  • investimentos secundários e financiamento de portfólios
  • coinvestimentos

Seus investimentos abrangem estratégias de mercados privados como grandes aquisições, aquisições de empresas de médio porte, crédito privado, capital de risco, capital de crescimento, capital mezanino, ativos em dificuldades e investimentos no setor de energia, inclusive energia sustentável.

No fim de 2024, havia investido em mais de 800 fundos de private equity administrados por mais de 350 firmas. No PEI 300, a AlpInvest estava entre as cinquenta maiores empresas de private equity do mundo.[108]

Desde 2011, a AlpInvest é subsidiária da Carlyle. Antes disso, pertencia a uma sociedade formada por dois de seus clientes, os fundos de pensão neerlandeses ABP e PFZW.

Fundada em 1999, a AlpInvest mantém escritórios em Nova York, Amsterdã, Londres, Hong Kong, Indianápolis, Singapura e Tóquio, com mais de cem profissionais de investimentos e mais de 260 empregados.

A Carlyle também havia adquirido a Metropolitan Real Estate, empresa de fundos de fundos imobiliários que oferecia acesso a fundos e estratégias administrados por mais de 85 gestores nos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina. A Metropolitan foi vendida em 2021 à BentallGreenOak.

Subsidiárias e sociedades conjuntas

[editar | editar código]

A Carlyle ampliou suas atividades de investimento e seus ativos sob gestão por meio de aquisições e sociedades conjuntas.[109]

Carlyle Capital Corporation

[editar | editar código]

Em março de 2008, a Carlyle Capital Corporation, criada em agosto de 2006 para investir em títulos garantidos por hipotecas dos Estados Unidos,[110] deixou de cumprir cerca de US$ 16,6 bilhões em obrigações de dívida à medida que a restrição mundial de crédito provocada pela crise das hipotecas subprime se agravava para investidores alavancados. A afiliada, sediada em Guernsey, utilizava alavancagem de até 32 vezes em algumas estimativas e esperava que os credores tomassem seus ativos restantes.[111]

As turbulências no mercado hipotecário levaram parte dos treze credores da Carlyle a fazer chamadas de margem ou declarar a empresa inadimplente em seus empréstimos.[112] Diante da liquidação forçada de ativos garantidos por hipotecas causada pelas chamadas de margem da Carlyle e por acontecimentos semelhantes nos mercados de crédito, o Federal Reserve autorizou, em 11 de março de 2008, que os principais negociadores de Wall Street oferecessem títulos garantidos por hipotecas como garantia para empréstimos de até US$ 200 bilhões em títulos de melhor qualidade respaldados pelo governo americano.[113]

Em 12 de março de 2008, a BBC News informou que a medida parecia ter produzido o efeito oposto ao pretendido ao facilitar a venda desses ativos de risco, e que a Carlyle Capital poderia quebrar caso os credores tomassem os ativos restantes.[114]

Em 16 de março, a Carlyle Capital anunciou que seus acionistas da classe A haviam votado por unanimidade a favor de um pedido com base na Parte XVI, seção 96, da Lei das Empresas de Guernsey de 1994,[115] para iniciar uma liquidação compulsória e permitir que os ativos restantes fossem liquidados por um administrador indicado pelo tribunal.[116]

As perdas da Carlyle decorrentes do colapso da Carlyle Capital foram consideradas pequenas do ponto de vista financeiro.[117]

Em setembro de 2017, um tribunal decidiu que a Carlyle não tinha responsabilidade no processo ligado ao colapso do fundo.[118]

Em documentários

[editar | editar código]

A Carlyle foi abordada nos documentários Fahrenheit 9/11, de Michael Moore, e The World According to Bush, de William Karel.

Em Fahrenheit 9/11, Moore apresenta nove acusações envolvendo a Carlyle.[119] O filme se concentra nas relações da empresa com George H. W. Bush e o secretário de Estado James Baker, que trabalharam como conselheiros da firma em diferentes períodos. Também apresenta o autor Dan Briody, que afirmou que a Carlyle lucrou com os ataques de 11 de setembro por possuir a empreiteira militar United Defense.[21] Um porta-voz da Carlyle afirmou em 2003 que os investimentos da empresa no setor de defesa correspondiam a 7% de sua carteira, proporção inferior à de outras firmas de private equity.[120]

Em The World According to Bush, William Karel entrevistou Frank Carlucci sobre a presença de Shafiq bin Laden, irmão afastado de Osama bin Laden, na conferência anual de investidores da Carlyle enquanto ocorriam os ataques de 11 de setembro.[23][24][25]

Ver também

[editar | editar código]

Referências

  1. «Carlyle Group 2024 Form 10-K». Securities and Exchange Commission. 27 de fevereiro de 2025
  2. «Annual Report 2023 | Carlyle». www.carlyle.com. Consultado em 28 de maio de 2024
  3. «PEI 300». Private Equity International. Junho de 2015. Consultado em 24 de junho de 2015
  4. «2024 PEI 300 by Private Equity International - Infogram». Infogram (em inglês). Consultado em 25 de fevereiro de 2025
  5. Vise, David A. (5 de outubro de 1987). «Area Merchant Banking Firm Formed». The Washington Post. Consultado em 21 de agosto de 2020
  6. «Our Story | The Carlyle, A Rosewood Hotel». Rosewood Hotels (em inglês). Consultado em 6 de agosto de 2022
  7. 1 2 Mintz, John (9 de janeiro de 1995). «Founder Going Beyond the Carlyle Group». The Washington Post. Consultado em 21 de agosto de 2020
  8. Eizenstat, Stuart E. (2018). President Carter: The White House Years (em inglês). [S.l.]: St. Martin's Publishing Group. p. 99. ISBN 978-1-250-10457-1
  9. Gilpin, Kenneth N. (26 de março de 1991). «Little-Known Carlyle Scores Big». The New York Times (em inglês). Consultado em 22 de maio de 2024
  10. 1 2 Farhi, Paul (6 de junho de 1988). «Chi-Chi's Bid Won D.C. Investment Firm Wall Street's Attention». The Washington Post
  11. Thornton, Emily (12 de fevereiro de 2007). «Carlyle Changes Its Stripes». BusinessWeek. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2007
  12. «Carlucci Takes Job at Carlyle Group». The New York Times. 30 de janeiro de 1989. Consultado em 21 de agosto de 2020
  13. 1 2 3 Gilpin, Kenneth N. (26 de março de 1991). «Little-Known Carlyle Scores Big». The New York Times. Consultado em 21 de agosto de 2020
  14. «General Dynamics Sells Unit To Private Group». The New York Times. 6 de outubro de 1992. Consultado em 21 de agosto de 2020
  15. «Tracor To Buy GDE Systems From Carlyle Group». The New York Times. 14 de outubro de 1994. Consultado em 21 de agosto de 2020
  16. «Philips To Sell Magnavox Electronic Systems». The New York Times. 28 de julho de 1993. Consultado em 21 de agosto de 2020
  17. «Hughes Aircraft Sets Purchase of Magnavox for $370 Million». The New York Times. 12 de setembro de 1995. Consultado em 21 de agosto de 2020
  18. Pasztor, Andy (27 de agosto de 1997). «Carlyle Beats General Dynamics In Bidding for United Defense». The Wall Street Journal. Consultado em 21 de agosto de 2020
  19. Gilpin, Kenneth N. (27 de agosto de 1997). «Military Contractor Sold to Buyout Firm». The New York Times. Consultado em 21 de agosto de 2020
  20. «United Defense Industries». GlobalSecurity.org. 31 de julho de 2005. Consultado em 22 de outubro de 2008
  21. 1 2 Pratley, Nils (15 de fevereiro de 2005). «Fahrenheit 9/11 had no effect, says Carlyle chief». The Guardian
  22. Alterman, Eric; Green, Mark J. (2004). The Book on Bush: How George W. (Mis)leads America. [S.l.]: Penguin. ISBN 978-1-1012-0081-0. Consultado em 22 de fevereiro de 2014
  23. 1 2 Glassman, James K. (junho de 2006). «Big Deals. David Rubenstein and His Partners Have Made Billions With the Carlyle Group, the World's Hottest Private Equity Firm. How Have They Made All That Money? Why Are They in Washington?» (PDF). The Washingtonian. Consultado em 22 de fevereiro de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 10 de setembro de 2008
  24. 1 2 «The Carlyle Group: C for Capitalism». The Economist. 26 de junho de 2003. Consultado em 22 de fevereiro de 2014. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2005
  25. 1 2 Vulliamy, Ed (16 de maio de 2002). «Dark heart of the American dream». The Guardian. Consultado em 22 de fevereiro de 2014. Cópia arquivada em 17 de setembro de 2008
  26. Chossudovsky, Michel (13 de abril de 2013). «Is Kissing a "State Sponsor of Terrorism" a "Terrorist Act"? Political Satire». NSNBC. Consultado em 22 de fevereiro de 2014. Cópia arquivada em 2 de maio de 2013
  27. «Bin Laden Family Is Tied To U.S. Group». The Wall Street Journal. 27 de setembro de 2001
  28. Eichenwald, Kurt (26 de outubro de 2001). «Bin Laden Family Liquidates Holdings With Carlyle Group». The New York Times. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 21 de abril de 2008
  29. «Carlyle and Welsh snap up QwestDex». Private Debt Investor (em inglês). 24 de outubro de 2002. Consultado em 9 de abril de 2018
  30. Heath, Thomas (3 de junho de 2011). «Carlyle Group is ready for its close-up». The Washington Post (em inglês). ISSN 0190-8286. Consultado em 9 de abril de 2018
  31. «Qwest to Sell Directories Business for $7 Billion». Los Angeles Times (em inglês). 20 de agosto de 2002. ISSN 0458-3035. Consultado em 9 de abril de 2018
  32. «R.H. Donnelley Buys Dex Media». MediaDailyNews. 4 de outubro de 2005. Consultado em 9 de abril de 2018
  33. Lohr, Steve (22 de novembro de 2002). «Gerstner to Be Chairman of Carlyle Group». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 9 de abril de 2018
  34. Scannell, Kara; Bulkeley, William M. (22 de novembro de 2002). «IBM's Gerstner to Join Carlyle As Investment Firm's Chairman». The Wall Street Journal. Consultado em 21 de agosto de 2020
  35. 1 2 «Gerstner to Be Carlyle Group Chairman; Former IBM Chief Brings Long List of Contacts to Private Equity Firm». The Washington Post. 22 de novembro de 2002
  36. «Executive Profile: Louis V. Gerstner Jr.». Bloomberg. Consultado em 9 de abril de 2018
  37. de la Merced, Michael J. (19 de agosto de 2008). «Leader of the Carlyle Group to Leave Post in September». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 9 de abril de 2018
  38. Sender, Henny (25 de agosto de 2003). «The Man Behind the Curtain at Carlyle Group». The Wall Street Journal. Consultado em 21 de agosto de 2020
  39. «Verizon Sells Hawaiian Unit For $1.6 Billion». The New York Times. 22 de maio de 2004. Consultado em 21 de agosto de 2020
  40. Lattman, Peter (2 de dezembro de 2008). «Carlyle's Bet on Telecom in Hawaii Ends Badly». The Wall Street Journal. Consultado em 21 de agosto de 2020
  41. Sorkin, Andrew Ross; Hakim, Danny (8 de setembro de 2005). «Ford Said to Be Ready to Pursue a Hertz Sale». The New York Times. Consultado em 21 de agosto de 2020
  42. Peters, Jeremy W. (13 de setembro de 2005). «Ford Completes Sale of Hertz to 3 Firms». The New York Times. Consultado em 21 de agosto de 2020
  43. Kumar, B. (2012). Mega Mergers and Acquisitions: Case Studies from Key Industries (em inglês) 1 ed. Nova York: Springer. p. 177. ISBN 978-1-137-00589-2
  44. Mouawad, Jad (29 de agosto de 2006). «Kinder Morgan Agrees to an Improved Buyout Offer Led by Its Chairman». The New York Times. Consultado em 21 de agosto de 2020
  45. Carey, David; Morris, John E. (2010). King of Capital. Nova York: Crown Publishers. pp. 231–235. ISBN 978-0-3074-5299-3
  46. Sorkin, Andrew Ross; Flynn, Laurie J. (16 de setembro de 2006). «Blackstone Alliance to Buy Chip Maker for $17.6 Billion». The New York Times. Consultado em 21 de agosto de 2020
  47. Goldsmith, Charles (8 de março de 2006). «VNU Shareholders Reject $8.9 Bln Offer From KKR Group (Update2)». Bloomberg. Consultado em 16 de outubro de 2015. Cópia arquivada em 17 de janeiro de 2009
  48. Pfanner, Eric; Timmons, Heather (17 de janeiro de 2006). «Buyout Bid For Parent of Nielsen». The New York Times. Consultado em 21 de agosto de 2020
  49. «VNU Agrees To Public Offer From Private Equity Group» (PDF) (Nota de imprensa). VNU N.V. and Valcon Acquisition B.V. 8 de março de 2006. Cópia arquivada (PDF) em 16 de novembro de 2008
  50. McCarty, Dawn (25 de agosto de 2010). «Oriental Trading Co. Files for Bankruptcy in Delaware». Bloomberg. Consultado em 28 de setembro de 2010
  51. «Portfolio: Forba LLC». The Carlyle Group. Cópia arquivada em 29 de agosto de 2008
  52. «Carlyle Buys Remaining 40% of AlpInvest as It Diversifies». Bloomberg. 3 de junho de 2013
  53. Agência O Globo (13 de setembro de 2012). «Grupo Carlyle compra Tok Stok por R$ 700 milhões». Gazeta do Povo. Consultado em 8 de setembro de 2026
  54. «The Carlyle Group Announces Third Quarter 2017 Financial Results» (PDF). The Carlyle Group. 31 de outubro de 2017. Consultado em 8 de setembro de 2026
  55. Banerjee, Devin (25 de outubro de 2017). «Carlyle's Billionaire Founders Hand Reins to New Leaders». Bloomberg News. Consultado em 21 de fevereiro de 2021
  56. Gottfried, Miriam (27 de outubro de 2017). «Carlyle's Next Generation: A Deal Whiz and a Homegrown Quarterback». The Wall Street Journal. Consultado em 21 de fevereiro de 2021
  57. Grant, Kinsey (25 de outubro de 2017). «Carlyle Group Co-CEOs Rubenstein, Conway Stepping Down». TheStreet. Consultado em 21 de fevereiro de 2021
  58. «Supreme Streetwear Brand Sold to VF in $2.1 Billion Deal». Barron's (em inglês). Consultado em 22 de janeiro de 2025
  59. «VF Corporation Announces Definitive Agreement to Acquire Iconic, Global Streetwear Leader Supreme®». VF Corporation (em inglês). 8 de janeiro de 2025. Consultado em 22 de janeiro de 2025
  60. «Vigor acquisition and merger completed». WorkBoat. 15 de outubro de 2019. Consultado em 15 de outubro de 2019
  61. «Hilb Sale To Carlyle Group». Agency Checklists. 5 de novembro de 2019. Consultado em 16 de setembro de 2025
  62. «The Carlyle Group and T&D Holdings Complete Acquisition of Majority Interest in Fortitude Group Holdings from AIG». BusinessWire. 2 de junho de 2020. Consultado em 12 de junho de 2020
  63. «The Carlyle Group Partners with management to acquire Unison from Abry Partners». Private Equity Wire. 30 de junho de 2020. Consultado em 6 de julho de 2020
  64. Aeppel, Timothy (16 de setembro de 2020). «Carlyle buys disinfecting machine maker stake in COVID-19 bet». Reuters (em inglês). Consultado em 17 de setembro de 2020
  65. Wiggi, Kaye; Vandevelde, Mark (21 de julho de 2020). «Carlyle co-chief Glenn Youngkin to step down». Financial Times. Consultado em 21 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2022
  66. Lewis, Adam (21 de julho de 2020). «Carlyle co-CEO Glenn Youngkin to retire, leaving reins to Kewsong Lee». PitchBook. Consultado em 21 de fevereiro de 2021
  67. Louch, William (21 de julho de 2020). «Carlyle Co-CEO Glenn Youngkin to Step Down». The Wall Street Journal. Consultado em 20 de fevereiro de 2021
  68. Field, Matthew (22 de janeiro de 2021). «Buyout fund Carlyle to swoop for Cambridge RuneScape studio Jagex». The Daily Telegraph. Consultado em 25 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2022
  69. Taylor, Moline (25 de janeiro de 2021). «Runescape is now owned by the world's second-largest private equity firm». PC Gamer. Consultado em 25 de janeiro de 2021
  70. Garcia, Luis (7 de maio de 2021). «Carlyle Turns to SPX Capital in New Approach to Brazil». The Wall Street Journal (em inglês). Consultado em 11 de fevereiro de 2024
  71. Hancocks, Simon. «SOLD! Dainese acquired by Carlyle Group for €630 million». Visordown (em inglês). Consultado em 17 de março de 2022
  72. «Carlyle Agrees to Buy US Government Contractor ManTech for $3.9 Billion». Bloomberg. 17 de maio de 2022. Consultado em 17 de maio de 2022
  73. «Carlyle's acquisition of Abingworth brings $2 billion to fuel life science investments». Fierce Biotech (em inglês). 12 de abril de 2022. Consultado em 22 de fevereiro de 2023
  74. Wilkinson, Sol (16 de novembro de 2022). «Global Investment Firm Carlyle to Acquire International Marketing Agency Incubeta». PerformanceIN (em inglês). Consultado em 16 de novembro de 2022
  75. Gara, Antoine; Franklin, Joshua; Fontanella-Khan, James (8 de fevereiro de 2023). «'Street fighter' Harvey Schwartz takes the helm at rudderless Carlyle». Financial Times
  76. «Carlyle to acquire majority stake in Anthesis | Carlyle». www.carlyle.com (em inglês). Consultado em 14 de janeiro de 2025. Cópia arquivada em 28 de agosto de 2024
  77. Sebastian (4 de setembro de 2023). «Carlyle Group to Acquire Seiko PMC in $221m Deal». Private Equity Insights (em inglês). Consultado em 5 de setembro de 2023
  78. Bousso, Ron (20 de junho de 2024). «Carlyle creates new Med oil and gas company with $945 million Energean deal». Reuters. Consultado em 20 de junho de 2024
  79. 언론-소셜밸류, 사회가치 공유 (14 de outubro de 2024). «한국투자증권, 칼라일그룹과 파트너십 강화 "매력적인 글로벌 상품 발굴·공급"». www.socialvalue.kr (em coreano). Consultado em 7 de janeiro de 2025
  80. «Carlyle Group enters Indian auto parts industry with Highway-Roop platform buy». Reuters. 14 de fevereiro de 2025
  81. Philippidis, Alex (23 de fevereiro de 2025). «StockWatch: Bluebird Bio Plunges on Buyout, as Gene Therapy's Woes Grow». GEN - Genetic Engineering and Biotechnology News (em inglês). Consultado em 25 de fevereiro de 2025
  82. Condotta, Bob (3 de setembro de 2026). «Seahawks sale to group led by Khosla family is complete». The Seattle Times. Consultado em 5 de setembro de 2026
  83. Scannell, Kara (2 de fevereiro de 2001). «Deals & Deal Makers: Calpers Buys 5% Stake in Carlyle Group For $175 Million, Invests in Some Funds». The Wall Street Journal. Consultado em 21 de agosto de 2020
  84. 1 2 Heath, Thomas (21 de setembro de 2007). «Government of Abu Dhabi Buys Stake in Carlyle». The Washington Post. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2008
  85. Sorkin, Andrew Ross (21 de setembro de 2007). «Carlyle to Sell Stake to a Mideast Government». The New York Times. Consultado em 21 de agosto de 2020
  86. Kasler, Dale (9 de abril de 2008). «Bill limiting CalPERS, CalSTRS investments withdrawn». The Sacramento Bee. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2009
  87. Zuckerman, Gregory; Cowan, Lynn (2 de maio de 2012). «Carlyle Prices IPO at Lower Range». The Wall Street Journal. Consultado em 21 de agosto de 2020
  88. «TCG BDC, Inc.». BDC Stocks. Consultado em 3 de julho de 2017
  89. «TCG BDC, Inc. Prices Public Offering». The Carlyle Group. 13 de junho de 2017. Consultado em 3 de julho de 2017
  90. Galisteo, Alejandro (20 de agosto de 2024). «El fondo Carlyle compra el 60% de la tecnológica catalana Seidor». El Periódico de España (em espanhol). Consultado em 14 de janeiro de 2025
  91. «The Carlyle Group Announces Fourth Quarter and Full Year 2015 Financial Results» (PDF)
  92. «The Carlyle Group Announces Fourth Quarter and Full Year 2016 Financial Results» (PDF)
  93. «The Carlyle Group Announces Fourth Quarter and Full Year 2017 Financial Results» (PDF)
  94. «The Carlyle Group Announces Fourth Quarter and Full Year 2018 Financial Results» (PDF)
  95. «THE CARLYLE GROUP REPORTS FOURTH QUARTER AND FULL YEAR 2019 FINANCIAL RESULTS» (PDF)
  96. «Carlyle Reports Fourth Quarter and Full Year 2020 Financial Results» (PDF)
  97. «Carlyle Reports Fourth Quarter and Full Year 2021 Financial Results» (PDF)
  98. «Carlyle Reports Fourth Quarter and Full Year 2022 Financial Results» (PDF)
  99. «Carlyle Reports Fourth Quarter and Full-Year 2023 Financial Results» (PDF)
  100. «Carlyle Reports Fourth Quarter and Full-Year 2024 Financial Results» (PDF)
  101. «Largest shareholders of Carlyle». Yahoo Finance
  102. 1 2 3 «The Carlyle Group Inc.: Shareholders Board Members Managers and Company Profile | US14316J1088 | MarketScreener». MarketScreener (em inglês). Consultado em 15 de maio de 2025
  103. «Board of Directors». The Carlyle Group
  104. 1 2 «Carlyle Group Form 10-Q (Quarterly Report) March 2018» (PDF). U.S. Securities and Exchange Commission. Cópia arquivada (PDF) em 8 de maio de 2018
  105. «The Carlyle Group Inc. Form 10-Q». U.S. Securities and Exchange Commission. 7 de novembro de 2024. Consultado em 8 de setembro de 2026
  106. «About us». AlpInvest Partners
  107. «Global Investment Solutions». The Carlyle Group. Consultado em 8 de setembro de 2026
  108. «Private Equity International - PEI 300». Private Equity International
  109. Carvalho, Stanley (8 de abril de 2019). «Carlyle to buy up to $4.8 billion stake in Cepsa from Abu Dhabi's Mubadala». Reuters (em inglês). Consultado em 8 de abril de 2019
  110. «Carlyle Capital Corporation Intends to File for Compulsory Winding up in Guernsey». TradingMarkets.com. 16 de março de 2008. Cópia arquivada em 28 de março de 2008
  111. Stevenson, Reed (13 de março de 2008). «Carlyle Capital in default, on brink of collapse». Reuters
  112. Heath, Thomas (11 de março de 2008). «Carlyle Founders Consider Cash Infusion». The Washington Post
  113. Andrews, Edmund L. (12 de março de 2008). «Fed Hopes to Ease Strain on Economic Activity». The New York Times. Cópia arquivada em 20 de dezembro de 2013
  114. «Hedge fund on verge of collapse». BBC News. 13 de março de 2008
  115. «The Companies (Guernsey) Laws, 1994 To 1996, As Amended» (PDF). TridentTrust. Cópia arquivada (PDF) em 10 de setembro de 2008
  116. «Carlyle Capital Corporation Intends To File For Compulsory Winding Up In Guernsey». Carlyle Capital Corporation Limited. 16 de março de 2008. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2008
  117. Hall, Jessica (14 de março de 2008). «CCC's Woes Seen as Small Blemish for Carlyle Group». Reuters
  118. DeJarnette, Jordan. «Carlyle executives exonerated over collapsed bond fund». Financial Times. Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2022
  119. Moore, Michael. «Factual Back-Up for Fahrenheit 9/11: Section Four». MichaelMoore.com. Cópia arquivada em 27 de junho de 2009
  120. Doward, Jamie (23 de maio de 2003). «'Ex-presidents club' gets fat on conflict». The Observer. Consultado em 21 de agosto de 2020

Ligações externas

[editar | editar código]
O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre The Carlyle Group
  • Dados comerciais para The Carlyle Group: