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União das Freguesias de Monfortinho e Salvaterra de Extremo, Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Portugali
| Regional Level Types | |
|---|---|
| União das Freguesias de Monfortinho e Salvaterra de Extremo | Civil Parish |
| Idanha-a-Nova | Municipality |
| Castelo Branco | District |
| Portugal | Country |
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Type:
Other Languages:
French:
Monfortinho, Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Portugal
German:
Monfortinho, Idanha-a-Nova, Distrikt Castelo Branco, Portugal
Portuguese:
Monfortinho, Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Portugal
Russian:
Монфортинью, Иданья-а-Нова, Каштелу-Бранку, Португалия
Spanish:
Monfortinho, Idanha-a-Nova, Distrito de Castelo Branco, Portugal
Asturian:
Monfortinho
Cebuano:
Monfortinho, Idanha-A-Nova , Distrito de Castelo Branco
Dutch:
Monfortinho, Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Portugal
Kazakh (Cyrillic Script):
Монфортинью
Norwegian:
Monfortinho, Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Portugal
Ukrainian:
Монфортіню, Іданя-а-Нова, Каштелу-Бранку, Португалія
Parish of Idanha-a-Nova municipality. Due to an administrative merger held in 2013 a new and bigger parish was formed "União das Freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo".
Registered mining concessions (up to 1962):
No. 735 Barroca das Choças no. 2 (Pb), registered on 01-03-1917
736 Barroca das Choças no. 3 (Pb), 01-03-1917
737 Barroca das Choças no. 4 (Pb), 01-03-1917
508 Vale das Eiras (Pb), 22-02-1910
444 Ribeira da Ladeira (Pb), 01-10-1907
415 Apartadura de Currais de Arvela no. 1 (Pb), 27-10-1906
414 Ribeira da Ladeira no. 2 (Pb), 26-10-1906
413 Barroca das Choças (Pb), 25-10-1906
358 Currais de Arvela (Pb), 27-02-1903
225 Veigas de Baixo (Au), 21-01-1889
224 Veigas de Baixo e Veigas de Cima (Au), 19-01-1889
223 Veigas de Cima (Au), 18-01-1889 (cancelled DG 09-06-1949)
Parish of Idanha-a-Nova municipality. Due to an administrative merger held in Jan 2013 a new and bigger parish was formed "União das Freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo".
Gold in the Erges River.
Câmara Municipal de Idanha-a-Nova - Património Geomineiro: domínio informal
“Aqui há muito ouro!”
O ouro no concelho de Idanha-a-Nova foi amplamente explorado desde o período romano, nomeadamente nos territórios de Rosmaninhal, Salvaterra do Extremo e Termas de Monfortinho, como atestam os respetivos vestígios arqueológicos na paisagem.
Tal como se reforça num dos documentos de 1887 apensos ao dossier referente à concessão da Veiga de Cima : “(...) os terrenos abrangidos pela área reservada da mina de ouro denominada Veiga de Cima foram completamente explorados pelos romanos e que na maior parte constituem a veiga marginal do rio Erges e é formado por terras por ali carregadas pelos exploradores dos terrenos auríferos”.
- Concessões Mineiras do concelho de Idanha-a-Nova.
A exploração mineira remonta ao período romano, tendo prosseguido no período medieval e nos séculos XIX e XX. Foi explorado estanho, volfrâmio, chumbo, zinco, ouro, bário e fósforo.
- Geologia e Paisagem.
A paisagem mineira desta região resulta de uma longa e complexa história geológica, que remonta há cerca de 600 milhões de anos e que hoje pode ser lida nas rochas, nos vales, nas galerias abandonadas, nas escombreiras de mina.
Mas é sobretudo a partir do século XX que nos chegam essas memórias de quem se dedicou, ora de forma permanente, ora de uma forma mais esporádica, a percorrer os regatos depois das enxurradas, à cata do precioso ouro. Houve deveras verdadeiros garimpeiros de ouro nesta região, conforme nos asseguram as ínfimas histórias de descobertas de pepitas de dimensões exageradamente grandes. Estes profissionais do ouro deslocavam-se pelos cursos de água (Ponsul, Aravil, Erges) com as suas ferramentas: as bacias, o sacho, o canal; e em grupo ou individualmente iam esgravatando e lavando estas terras durante temporadas que podiam chegar a ultrapassar meses, para no final da temporada o vender ao ourives ambulante que habitualmente visitava estas aldeias. “(...) são numerosos os vestígios de trabalhos antigos de colheita de ouro sendo certo que ainda hoje ali vão os gandaeiros na estiagem apanhar as areias auríferas que o ribeiro d'Erges arrasta na sua corrente e concentra nos seus remansos.”
- Breve resenha histórica da exploração de ouro nas Termas de Monfortinho.
Os terraços fluviais do rio Erges dividem-se em 6 níveis, tendo os 4 níveis mais superiores (entre os 5 e os 45 m) já sido explorados para ouro pelos romanos. Os vestígios desta exploração antiga são ainda visíveis em alguns locais, nomeadamente na Veiga do Cravo e na zona ribeirinha espanhola a sul da localidade das Termas, com frentes de desmonte, pilhas de estéreis (as “gorroeiras”), canais de abastecimento e tanques de acumulação de água. A maioria dos vestígios das frentes de exploração e outras estruturas mineiras foram alteradas pelas construções urbanas a partir dos finais da década de 30.
Foram estabelecidas formalmente 4 concessões mineiras na área das “Veigas” de Monfortinho, a partir de 1889, em terrenos do Visconde de Proença-a-Velha e dos herdeiros de Francisco Tavares Proença. No entanto, o permanente movimento de “gandaeiros” de Monfortinho e de localidades vizinhas no período de estio, onde se reporta a obtenção de 2 a 4 g diárias de ouro e o achado de pepitas com 30 a 40g, levou a que entrassem 118 declarações de descoberta de minas na Câmara Municipal, no período de 1869 a 1951. A partir de 1933 a história da exploração mineira de ouro em Monfortinho vê-se condicionada por outro recurso geológico, a água das nascentes termais. Um grupo de empresários liderado por Julio Anahory Calheiros, Conde da Covilhã (1900-1970), pede as concessões mineiras em Julho de 1936. Ao encontrarem-se no novo perímetro reservado às nascentes da “Fonte Santa de Monfortinho” as concessões são anuladas em Junho de 1949.
No final dos anos 80 foram feitos estudos de prospecção para a abertura de uma exploração mineira de ouro na envolvente das Termas de Monfortinho, pela empresa espanhola Sociedade de Informação e Exploração Mineira “Mina Krystina, S.A.”, com localização em frente ao Balneário Termal, onde foram avaliadas as características do minério. Pretendia-se fazer a exploração de uma frente ribeirinha de 7 km de extensão por 1 km de largura, para a extracção de 484 kg de ouro.
Registered mining concessions (up to 1962):
No. 735 Barroca das Choças no. 2 (Pb), registered on 01-03-1917
736 Barroca das Choças no. 3 (Pb), 01-03-1917
737 Barroca das Choças no. 4 (Pb), 01-03-1917
508 Vale das Eiras (Pb), 22-02-1910
444 Ribeira da Ladeira (Pb), 01-10-1907
415 Apartadura de Currais de Arvela no. 1 (Pb), 27-10-1906
414 Ribeira da Ladeira no. 2 (Pb), 26-10-1906
413 Barroca das Choças (Pb), 25-10-1906
358 Currais de Arvela (Pb), 27-02-1903
225 Veigas de Baixo (Au), 21-01-1889
224 Veigas de Baixo e Veigas de Cima (Au), 19-01-1889
223 Veigas de Cima (Au), 18-01-1889 (cancelled DG 09-06-1949)
Parish of Idanha-a-Nova municipality. Due to an administrative merger held in Jan 2013 a new and bigger parish was formed "União das Freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo".
Gold in the Erges River.
Câmara Municipal de Idanha-a-Nova - Património Geomineiro: domínio informal
“Aqui há muito ouro!”
O ouro no concelho de Idanha-a-Nova foi amplamente explorado desde o período romano, nomeadamente nos territórios de Rosmaninhal, Salvaterra do Extremo e Termas de Monfortinho, como atestam os respetivos vestígios arqueológicos na paisagem.
Tal como se reforça num dos documentos de 1887 apensos ao dossier referente à concessão da Veiga de Cima : “(...) os terrenos abrangidos pela área reservada da mina de ouro denominada Veiga de Cima foram completamente explorados pelos romanos e que na maior parte constituem a veiga marginal do rio Erges e é formado por terras por ali carregadas pelos exploradores dos terrenos auríferos”.
- Concessões Mineiras do concelho de Idanha-a-Nova.
A exploração mineira remonta ao período romano, tendo prosseguido no período medieval e nos séculos XIX e XX. Foi explorado estanho, volfrâmio, chumbo, zinco, ouro, bário e fósforo.
- Geologia e Paisagem.
A paisagem mineira desta região resulta de uma longa e complexa história geológica, que remonta há cerca de 600 milhões de anos e que hoje pode ser lida nas rochas, nos vales, nas galerias abandonadas, nas escombreiras de mina.
Mas é sobretudo a partir do século XX que nos chegam essas memórias de quem se dedicou, ora de forma permanente, ora de uma forma mais esporádica, a percorrer os regatos depois das enxurradas, à cata do precioso ouro. Houve deveras verdadeiros garimpeiros de ouro nesta região, conforme nos asseguram as ínfimas histórias de descobertas de pepitas de dimensões exageradamente grandes. Estes profissionais do ouro deslocavam-se pelos cursos de água (Ponsul, Aravil, Erges) com as suas ferramentas: as bacias, o sacho, o canal; e em grupo ou individualmente iam esgravatando e lavando estas terras durante temporadas que podiam chegar a ultrapassar meses, para no final da temporada o vender ao ourives ambulante que habitualmente visitava estas aldeias. “(...) são numerosos os vestígios de trabalhos antigos de colheita de ouro sendo certo que ainda hoje ali vão os gandaeiros na estiagem apanhar as areias auríferas que o ribeiro d'Erges arrasta na sua corrente e concentra nos seus remansos.”
- Breve resenha histórica da exploração de ouro nas Termas de Monfortinho.
Os terraços fluviais do rio Erges dividem-se em 6 níveis, tendo os 4 níveis mais superiores (entre os 5 e os 45 m) já sido explorados para ouro pelos romanos. Os vestígios desta exploração antiga são ainda visíveis em alguns locais, nomeadamente na Veiga do Cravo e na zona ribeirinha espanhola a sul da localidade das Termas, com frentes de desmonte, pilhas de estéreis (as “gorroeiras”), canais de abastecimento e tanques de acumulação de água. A maioria dos vestígios das frentes de exploração e outras estruturas mineiras foram alteradas pelas construções urbanas a partir dos finais da década de 30.
Foram estabelecidas formalmente 4 concessões mineiras na área das “Veigas” de Monfortinho, a partir de 1889, em terrenos do Visconde de Proença-a-Velha e dos herdeiros de Francisco Tavares Proença. No entanto, o permanente movimento de “gandaeiros” de Monfortinho e de localidades vizinhas no período de estio, onde se reporta a obtenção de 2 a 4 g diárias de ouro e o achado de pepitas com 30 a 40g, levou a que entrassem 118 declarações de descoberta de minas na Câmara Municipal, no período de 1869 a 1951. A partir de 1933 a história da exploração mineira de ouro em Monfortinho vê-se condicionada por outro recurso geológico, a água das nascentes termais. Um grupo de empresários liderado por Julio Anahory Calheiros, Conde da Covilhã (1900-1970), pede as concessões mineiras em Julho de 1936. Ao encontrarem-se no novo perímetro reservado às nascentes da “Fonte Santa de Monfortinho” as concessões são anuladas em Junho de 1949.
No final dos anos 80 foram feitos estudos de prospecção para a abertura de uma exploração mineira de ouro na envolvente das Termas de Monfortinho, pela empresa espanhola Sociedade de Informação e Exploração Mineira “Mina Krystina, S.A.”, com localização em frente ao Balneário Termal, onde foram avaliadas as características do minério. Pretendia-se fazer a exploração de uma frente ribeirinha de 7 km de extensão por 1 km de largura, para a extracção de 484 kg de ouro.
Select Mineral List Type
Standard Detailed Gallery Strunz Chemical ElementsMineral List
Mineral list contains entries from the region specified including sub-localities6 valid minerals.
Detailed Mineral List:
| ⓘ Arsenopyrite Formula: FeAsS |
| ⓘ Galena Formula: PbS |
| ⓘ Marcasite Formula: FeS2 |
| ⓘ Native Gold Formula: Au |
| ⓘ Pyrite Formula: FeS2 |
| ⓘ Quartz Formula: SiO2 |
Gallery:
List of minerals arranged by Strunz 10th Edition classification
| Group 1 - Elements | |||
|---|---|---|---|
| ⓘ | Native Gold | 1.AA.05 | Au |
| Group 2 - Sulphides and Sulfosalts | |||
| ⓘ | Galena | 2.CD.10 | PbS |
| ⓘ | Pyrite | 2.EB.05a | FeS2 |
| ⓘ | Marcasite | 2.EB.10a | FeS2 |
| ⓘ | Arsenopyrite | 2.EB.20 | FeAsS |
| Group 4 - Oxides and Hydroxides | |||
| ⓘ | Quartz | 4.DA.05 | SiO2 |
List of minerals for each chemical element
| O | Oxygen | |
|---|---|---|
| O | ⓘ Quartz | SiO2 |
| Si | Silicon | |
| Si | ⓘ Quartz | SiO2 |
| S | Sulfur | |
| S | ⓘ Arsenopyrite | FeAsS |
| S | ⓘ Galena | PbS |
| S | ⓘ Marcasite | FeS2 |
| S | ⓘ Pyrite | FeS2 |
| Fe | Iron | |
| Fe | ⓘ Arsenopyrite | FeAsS |
| Fe | ⓘ Marcasite | FeS2 |
| Fe | ⓘ Pyrite | FeS2 |
| As | Arsenic | |
| As | ⓘ Arsenopyrite | FeAsS |
| Au | Gold | |
| Au | ⓘ Native Gold | Au |
| Pb | Lead | |
| Pb | ⓘ Galena | PbS |
Fossils
This region is too big or complex to display the fossil list, try looking at smaller subregions.Other Databases
| Wikipedia: | https://en.wikipedia.org/wiki/Monfortinho |
|---|---|
| Wikidata ID: | Q523782 |
| GeoNames ID: | 8011709 |
Localities in this Region
- Castelo Branco
- Idanha-a-Nova
- União das Freguesias de Monfortinho e Salvaterra de Extremo
- Idanha-a-Nova
Other Regions, Features and Areas that Intersect
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