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Biblioteca Nacional da China

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
中國國家圖書館
Biblioteca Nacional da China
Complexo Norte da Biblioteca Nacional da China
País China
TipoBiblioteca nacional
Estabelecidasetembro de 1909 (117 anos)
LocalizaçãoPequim
Coordenadas39° 56′ 35,56″ N, 116° 19′ 30,55″ L
Acervo
Tamanho41 milhões de itens (dezembro de 2020)[1]
Acesso e uso
Requisitos de acessoAberta ao público
População servida1,4 bilhões
Websitehttp://www.nlc.gov.cn/
Biblioteca Nacional da China
Chinês tradicional: 中國國家圖書館
Chinês simplificado: 中国国家图书馆

A Biblioteca Nacional da China (chinês simplificado: 中国 国家 图书馆; chinês tradicional: 中国 国家 图书馆; pinyin: Zhōnghuá guójiā túshūguǎn) é a maior biblioteca da Ásia e uma das maiores bibliotecas do mundo. Localizada no Distrito de Haidian, em Pequim, China, ela possui uma coleção de mais de 41 milhões de itens, conforme estimativa de dezembro de 2020,[1][2] e o maior acervo de literatura chinesa e documentos históricos do mundo,[3] ocupando uma área de 280.000 metros quadrados.[4] A Biblioteca Nacional é uma instituição de bem-estar público financiada pelo Ministério da Cultura e Turismo chinês.

A precursora da Biblioteca Nacional da China, a Biblioteca da Capital, foi fundada em 24 de abril de 1909 pelo governo Qing como Biblioteca Imperial de Pequim ou Biblioteca Metropolitana (京师图书馆; 京師圖書館; Jīngshī Túshūguǎn). Ela foi formalmente inaugurada após a Revolução Xinhai, em 1912. Em 1916, a biblioteca foi declarada como biblioteca depositária. Após várias mudanças de nome e alternâncias administrativas, foi renomeada Biblioteca Nacional da China em 1999.[5] A instituição consiste no Complexo Sul, no Complexo Norte, no Salão de Livros Antigos,[6] no Salão Infantil e em dezessete bibliotecas de pesquisa destinadas aos vários departamentos do governo central e a Academia de Ciências Militares do Exército Popular de Libertação da China.[7][8]

A coleção da Biblioteca Nacional da China herdou livros e arquivos vindos da Biblioteca Imperial Wenyuange, uma coleção da dinastia Qing que, por sua vez, incluía os livros e manuscritos da biblioteca da dinastia Song, além de coleções privadas desde a dinastia Ming. A biblioteca também contém inscritos em casco de tartaruga, conchas, manuscritos antigos, volumes bloco-impressos e até os ossos oraculares das Ruínas de Yin, com mais de 3.000 anos.[9] Entre as coleções mais valiosas desta biblioteca nacional estão documentos raros e preciosos e registros de dinastias passadas da história chinesa, além de publicações oficiais da Organização das Nações Unidas e de governos estrangeiros. A Biblioteca Nacional é uma importante biblioteca de pesquisa e pública, com itens em 123 idiomas[10] e em muitos formatos, tanto impressos quanto digitais: livros, manuscritos, periódicos, jornais, revistas, gravações de som e música, vídeos, roteiros, patentes, bancos de dados, mapas, selos, impressões e desenhos.[11] O total de recursos digitais excede 1000 TB e cresce a uma taxa de 100 TB por ano.[12]

História

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Edifícios principais originais da biblioteca, agora (desde 1987) a Biblioteca de Livros Antigos da BNC, que abriga livros históricos, documentos e manuscritos antigos
Vista noturna do Complexo Sul da biblioteca
Vista do Complexo Norte da biblioteca
Vista interna do Complexo Norte

Antecedentes

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As primeiras referências chinesas a bibliotecas públicas no estilo ocidental foram feitas por Lin Hse Tsu no Sizhou Zhi (四洲志; 1839) e por Wei Yuan no Tratado ilustrado sobre os reinos marítimos (海國圖志; 1.ª ed., 1843), ambas traduções de livros ocidentais.[13]

No final do século XIX, em resposta a várias derrotas militares contra potências ocidentais, o governo da dinastia Qing (1644–1912) enviou várias missões ao exterior para estudar a cultura e as instituições ocidentais. Vários membros da primeira missão diplomática chinesa, que visitou os Estados Unidos, a Inglaterra, a França e outros países entre 1867 e 1870, registraram suas opiniões sobre bibliotecas ocidentais, observando que elas atraíam um grande número de leitores.[14] O jornalista Liang Qichao (1873–1929), que se tornou um intelectual exilado de destaque após o fracasso da Reforma dos Cem Dias em 1898, escreveu sobre a Biblioteca Pública de Boston [en] e a Biblioteca da Universidade de Chicago, elogiando sua abertura ao público e a virtude dos leitores que não roubavam os livros emprestados.[15] Dai Hongci (戴鸿慈; 戴鴻慈), membro de outra missão Qing enviada ao exterior para estudar constituições modernas, observou a eficácia do empréstimo de livros na Biblioteca do Congresso dos EUA.[16]

Fundação

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Em 1906, o então governador da província de Hunão, Pang Hongshu, enviou uma comunicação oficial ao imperador anunciando que havia concluído os preparativos para a criação de uma biblioteca provincial em Changsha.[17] Em 1908 e 1909, funcionários de alto escalão das províncias de Fengtian, Xantum, Xanxim, Chequião e Iunã pediram permissão a Corte Imperial para estabelecer bibliotecas públicas em suas respectivas jurisdições.[17] Em resposta, em 2 de maio de 1909, o Ministério da Educação da dinastia Qing (学部; 學部; Xuébù) anunciou planos de abrir bibliotecas em todas as províncias do país.[17]

Em 9 de setembro de 1909, Zhang Zhidong [en], um líder de longa data do Movimento de Autofortalecimento que havia sido vice-rei de Huguang e agora servia no Grande Conselho, enviou uma comunicação oficial ao imperador solicitando a fundação de uma biblioteca na capital da China.[18] A fundação da biblioteca foi aprovada por édito imperial no mesmo dia.[19] Inicialmente, a instituição foi chamada de Biblioteca Imperial de Pequim ou Biblioteca Metropolitana (京师图书馆; 京師圖書館; Jīngshī Túshūguǎn).[20] Lu Xun e outros estudiosos famosos fizeram grandes esforços para sua construção.

O filólogo e bibliógrafo Miao Quansun (缪荃荪; 繆荃蓀; 1844–1919), que havia supervisionado a fundação da Biblioteca de Nanquim [en] em Nanquim dois anos antes, foi chamado para administrar o novo estabelecimento. Como em Nanquim, seu assistente Chen Qingnian assumiu a maior parte da gestão.[21]

Uma proposta privada feita por Luo Zhenyu no início dos anos 1900 afirmava que a biblioteca deveria ser localizada em um lugar protegido contra incêndios e inundações e mais distante de mercados barulhentos. Seguindo essas recomendações, o Ministério da Educação escolheu primeiro o bairro de Deshengmen [en] dentro da muralha norte de Pequim, uma área tranquila com lagos. Mas esse plano exigiria a compra de vários edifícios e, por falta de fundos, o Templo Guanghua (广化寺; 廣化寺) foi escolhido como o primeiro local da biblioteca. O Templo Guanghua era um complexo de salões e santuários budistas localizado perto da margem norte do Shichahai [en], mas inconveniente para os leitores e úmido demais para armazenamento de livros a longo prazo. A Biblioteca Imperial de Pequim permaneceu lá até 1917.[22] Em 1916, o Ministério da Educação ordenou que a biblioteca registrasse todos os livros publicados no Ministério do Interior e os coletasse, começando a evidenciar a função de biblioteca nacional.[23]

Anos seguintes

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A Biblioteca Nacional de Pequim foi aberta ao público em 27 de agosto de 1912, alguns meses após a abdicação de Pu Yi (r. 1908–12), o último imperador da dinastia Qing.[24] A partir de então, foi gerida pelo Ministério da Educação da República da China.[24] No dia anterior à abertura da biblioteca, seu novo diretor-chefe Jiang Han (江瀚: 1853–1935) afirmou que a Biblioteca Nacional de Pequim era uma biblioteca de pesquisa e recomendou a abertura de uma nova biblioteca com revistas e publicações recentes que pudesse atrair um público mais popular.[25] Em junho de 1913, tal Biblioteca Filial foi aberta fora do Portão Xuanwumen, e mais de 2.000 livros foram transferidos da biblioteca principal para lá.[26] Em 29 de outubro de 1913, como o Templo Guanghua se mostrou pequeno e inacessível demais, a própria biblioteca principal foi fechada, aguardando a escolha de um novo local.[27]

A biblioteca cobrava uma moeda de cobre como taxa de leitura, enquanto a Biblioteca de Tianjin cobrava o dobro e a biblioteca pública de Xantum cobrava três moedas.[28] A princípio, os leitores não podiam pegar os livros emprestados, mas, em algum momento anterior a 1918, o empréstimo foi permitido.[29]

Em 1916, o Ministério da Educação da República da China ordenou que uma cópia de toda publicação chinesa fosse deixada na Biblioteca Metropolitana após registro no Escritório de Direitos Autorais.[30]

Após a Expedição do Norte do Kuomintang em 1928, o nome de Pequim foi alterado para Beiping (Peiping) para enfatizar que a capital havia se mudado para Nanquim (jīng pode ser traduzido literalmente como "capital"). A Biblioteca Nacional de Pequim, portanto, mudou seu nome para Biblioteca Nacional de Beiping e tornou-se a biblioteca nacional juntamente com a Biblioteca Nacional Central em Nanquim. Em 1931, a nova sede na rua Wenjin, perto do Parque Beihai, foi inaugurada. Após a oficialização da República Popular da China em outubro de 1949 e Pequim voltar a ser a capital, a Biblioteca Nacional de Beiping foi renomeada "Biblioteca Nacional de Pequim". Em 1951, o Ministério da Cultura declarou que seu nome oficial em inglês seria Biblioteca de Pequim.[31]

A biblioteca estabeleceu um programa de troca de materiais com a Biblioteca da C.V. Starr de Ásia Oriental da Universidade Columbia em 1963, por meio do qual pôde adquirir materiais do Ocidente, uma transação nos primeiros meses envolveu a troca das obras completas de James Baldwin por "publicações jurídicas valiosas" da China.[32][33] Essa relação durou até o início dos anos 2000, quando as Bibliotecas da Universidade Columbia descontinuaram seu departamento de compartilhamento.[34]

Em 1978, dois anos após o fim da Revolução Cultural, a biblioteca começou a publicar o Boletim da Biblioteca de Pequim (Beitu Tongxun 北图通讯), que rapidamente se tornou uma das publicações mais importantes sobre bibliotecas na China.[35] Em 1979, sob um Acordo de Implementação que regulava intercâmbios culturais entre os EUA e a China, a instituição comprometeu-se a trocar material com a Biblioteca do Congresso.[36] Para compensar a falta de bibliotecários profissionalmente treinados, a partir de 1982, bibliotecários da BNC e de outras bibliotecas acadêmicas passaram períodos de seis meses na Biblioteca do Congresso e na Biblioteca da Universidade Yale.[37] Para fomentar a ciência da informação, a BNC também criou parcerias com a Universidade Nacional da Austrália.[35]

Em outubro de 1987, a Biblioteca mudou-se para um edifício moderno localizado ao norte do Parque dos Bambus Roxos no Distrito de Haidian.[38] Em 1999, foi oficialmente renomeada Biblioteca Nacional da China.[39]

Em novembro de 2001, com a aprovação do Conselho de Estado, a segunda fase do projeto da Biblioteca Nacional e o projeto da Biblioteca Digital Nacional foram lançados oficialmente. Como componente importante da infraestrutura nacional de informação, o projeto foi incluído no 10.º Plano Quinquenal. O investimento nacional total chegou a US$ 1,23 bilhão, alocado para expansão física, criação de coleções digitais, infraestrutura de TI e serviços online.[40]

Em 28 de outubro de 2003, o sistema integrado de gestão computacional ALEPH500 da Biblioteca Nacional foi colocado em operação, o que foi um passo incial para a Biblioteca Nacional se tornar uma das bibliotecas mais avançadas do mundo.[41][42]

Coleções

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Visão geral

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A coleção da Biblioteca Nacional da China é a maior da Ásia.[3][43] Seus acervos de mais de 41 milhões de itens (em dezembro de 2020) também a tornam uma das maiores bibliotecas do mundo [en],[1][44][45] abrigando publicações oficiais das Nações Unidas, de governos estrangeiros e uma coleção de literatura e materiais em mais de 115 idiomas.[3] A biblioteca contém ainda cascos de tartaruga e ossos com inscrições, manuscritos antigos e volumes impressos em blocos de madeira. Entre as coleções mais valiosas da Biblioteca Nacional da China estão documentos e registros raros e preciosos de dinastias passadas da história chinesa.[46]

A coleção original da Biblioteca Metropolitana foi reunida de várias fontes. Em 1909, a corte imperial deu à biblioteca a única cópia completa restante da Biblioteca Completa dos Quatro Tesouros [en] (ou Siku Quanshu), uma compilação enorme concluída em 1782 feita em apenas quatro cópias. Essa cópia estava guardada no Pavilhão Wenjin da Residência Imperial de Verão em Chengde.[18] Por ordem do Ministério da Educação de Qing, os livros antigos, arquivos e documentos do Grande Secretariado também foram transferidos para a nova biblioteca. O mesmo ocorreu com a coleção do Guozijian ou Universidade Imperial, uma instituição descontinuada em 1905 assim como o sistema de exames imperiais.[47] Essas coleções imperiais incluíam livros e manuscritos datados da dinastia Song (1127–1279).[46] O acervo de três bibliotecas privadas da área de Nanquim foi doado sob a supervisão de Duanfang, o vice-rei de Liangjiang, e o Ministério providenciou a transferência do que restava dos Manuscritos de Dunhuang de Gansu. Por fim, a corte esforçou-se ao máximo para obter cópias de inscrições raras em pedra ou bronze.[47]

Coleções e itens notáveis

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Página do rascunho original do Zizhi Tongjian (publicado em 1084) escrito por Sima Guang
Um fragmento dos Clássicos de Pedra de Xiping da dinastia Han, por Cai Yong e estudiosos associados
  • Uma coleção de mais de 270.000 livros chineses antigos e raros, e mais de 1.640.000 livros chineses tradicionais costurados;[3]
  • Mais de 35.000 inscrições em ossos oraculares e cascos de tartaruga da dinastia Shang (c. século XVI-XI a.C.);[3]
  • Tábuas remanescentes dos Clássicos de Pedra de Xiping criados por Cai Yong [en] (132–192) da dinastia Han (25–220 d.C.);[48]
  • Mais de 16.000 volumes de preciosos documentos e manuscritos históricos chineses das Grutas de Mogao em Dunhuang;[3]
  • Mapas, diagramas e calcos de inscrições antigas em vários materiais;[46]
  • Cópias de sutras budistas datadas do século VI;[46]
  • Rascunho original do Zizhi Tongjian de Sima Guang;[49]
  • Livros e arquivos de bibliotecas imperiais da dinastia Song (1127–1279),[46] incluindo as obras de Zhu Xi;[50]
  • Edição impressa mais antiga existente do Huangdi Neijing (ca. 100 a.C.), da dinastia Jin (1115–1234);[51]
  • Cópias mais completas da dinastia Ming (1368–1644) da Enciclopédia Yongle ("Grande Cânone da Era Yongle");[46][52]
  • Uma cópia da Biblioteca Completa dos Quatro Tesouros, concluída em 1782 sob a dinastia Qing;[46]
  • Coletânea literária e os livros essenciais das faculdades imperial da Dinastia Qing e de colecionadores particulares.[46]

Projetos e programas

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O Projeto de Promoção da Biblioteca Digital foi lançado em 2011, com o apoio do Conselho de Estado. O objetivo é conectar bibliotecas em todos os níveis e tornar recursos e serviços acessíveis a mais de 3.000 bibliotecas em todo o país. Para permitir o compartilhamento total de recursos digitais em todo o território nacional, esse projeto registrou e integrou recursos em bibliotecas conforme o princípio de "gestão centralizada de metadados, armazenamento descentralizado de dados de objetos". Até 2013, o hardware para apoiar esse projeto havia sido instalado em 30 bibliotecas provinciais e 139 bibliotecas de nível prefectural, o que ajudou a registrar mais de 1,5 milhão de metadados em 123 bancos de dados, tornando mais de 12 terabytes de recursos digitais disponíveis para compartilhamento. No mesmo ano, houve um aumento de 67% em relação ao ano anterior no número de usuários acessando o Sistema de Gestão de Usuários, com 221.000 visitas.[4] A Plataforma de Leitura Móvel do Projeto de Promoção da Biblioteca Digital também foi implementada pela primeira vez em 2013 e mais de 10 províncias começaram a fornecer novos serviços baseados em celular e televisão.[4]

Devido às dificuldades na preservação de textos antigos, a BNC implementou vários projetos para não apenas preservar melhor os materiais originais, mas também disponibilizar cópias para pesquisa por meio de microfilmagem, fotocópia e digitalização. Os projetos implementados para trabalhar nesses problemas de preservação são o Projeto de Reprodução de Livros Antigos Chineses, o Plano de Proteção de Livros Antigos Chineses, o Plano de Proteção de Materiais da República (1911–1949), entre outros.[4]

O Projeto de Reprodução de Livros Antigos Chineses foi iniciado em 2002 e seu principal objetivo era copiar e republicar livros raros selecionados. Na primeira fase, quase 800 obras das dinastias Song e Yuan foram copiadas, reimpressas e distribuídas internacionalmente para mais de 100 bibliotecas. O Plano de Proteção de Livros Antigos Chineses, iniciado em 2007, e o Plano de Proteção de Materiais da República (1911–1949), iniciado em 2012, buscam estabelecer um mecanismo integrado de preservação em nível nacional.[4]

Serviços e infraestrutura

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Entrada do Salão de Livros Antigos

Os complexos Norte e Sul da biblioteca estão localizados no Distrito de Haidian, enquanto a Biblioteca de Livros Antigos fica no Distrito de Xicheng.[53]

Em 2012, a BNC alocou 11.549 metros quadrados para construir o Museu Nacional de Livros Clássicos, inaugurado em 2014. O museu abriga livros e mapas raros, desenhos de arquitetura Yangshi Lei, decalques de pedra e bronze, ossos oraculares e muitos outros itens únicos.[4]

Em 2022, durante o que a Biblioteca Nacional da China chamou de "Período de Prevenção e Controle Normalizado da Epidemia", os horários de funcionamento da biblioteca ainda não haviam retornado totalmente aos tempos pré-pandemia. O Complexo Norte, o Complexo Sul e a Biblioteca Infantil ficam abertos das 9h às 17h de terça a domingo e são fechados às segundas-feiras. A Biblioteca de Livros Antigos fica aberta das 9h às 17h de terça a sábado e é fechada aos domingos e segundas-feiras. Visitantes devem fazer reservas com antecedência.[54] Em 2013, a Biblioteca mantinha 14 escritórios filiais, sendo o mais recente na Universidade Juvenil de Estudos Políticos da China [en].[55]

Transporte

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A biblioteca principal, localizada na Estrada Sul de Zhongguancun no Distrito de Haidian, em Pequim, pode ser acessada por ônibus ou metrô.[56]

ServiçoEstação/ParadaLinhas/Rotas atendidas
Ônibus de PequimGuojiatushuguan (Biblioteca Nacional)* Regulares: 86, 92, 319, 320, 332, 563, 588, 608, 689, 695, 697, 717
* Especiais (de dois andares): 4, 6
* Yuntong (运通): 105, 106, 205
Metrô de PequimBiblioteca Nacional Linha 4 

 Linha 9 

 Linha 16 

Ver também

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O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Biblioteca Nacional da China

Referências

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Citações

  1. 1 2 3 «馆藏实体资源» (em chinês). National Library of China. 2018. Consultado em 15 de setembro de 2018. Arquivado do original em 27 de fevereiro de 2017
  2. «Overview of Library Collections». National Library of China. Consultado em 2 de março de 2017. Arquivado do original em 9 de dezembro de 2012
  3. 1 2 3 4 5 6 «The National Library of China (NLC) Advancing Towards the Twenty-first Century» (em inglês). Biblioteca Nacional da Austrália. Arquivado do original em 5 de junho de 2011
  4. 1 2 3 4 5 6 Yongjin, Han (outubro de 2014). «Innovative services in the National Library of China». IFLA Journal (em inglês). 40 (3): 202–205. ISSN 0340-0352. doi:10.1177/0340035214543888
  5. Bexin, Sun. «The Development of Authority Database in National Library of China» (PDF). National Institute of Informatics (em inglês). Consultado em 5 de março de 2021. Cópia arquivada (PDF) em 31 de agosto de 2021
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Bibliografia

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  • Keenan, Barry C. (1994). Imperial China's Last Classical Academies: Social Change in the Lower Yangzi, 1864–1911 (em inglês). Berkeley (CA): Institute of East Asian Studies, UC Berkeley. ISBN 1-55729-041-5 
  • Li, Zhizhong 李致忠 (2009). Zhongguo guojia tushuguan guanshi 中国国家图书馆馆史 [História da Biblioteca Nacional da China] (em chinês). Beijing: NLC Press (国家图书馆出版社). ISBN 978-7-5013-4070-5 
  • Lin, Sharon Chien (1983). «Education for Librarianship in China after the Cultural Revolution». Journal of Education for Librarianship (em inglês). 24 (1): 17–29. JSTOR 40322775 
  • Lin, Sharon Chien (1998). Libraries and Librarianship in China (em inglês). Westport (CT) and London: Greenwood Press. ISBN 0-313-28937-9 
  • Zhou, Mi; Weitz, Ankeney (2002). Zhou Mi's Record of Clouds and Mist Passing Before One's Eyes: An Annotated Translation (em inglês). Leiden: Brill. ISBN 9789004126053 

Leitura adicional

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  • Cheng, Huan Wen (1991). «The Impact of American Librarianship on Chinese Librarianship in Modern Times (1840–1949)». Libraries & Culture (em inglês). 26 (2): 372–87. JSTOR 25542343 
  • Fung, Margaret C. (1984), (inscrição necessária), «Safekeeping of the National Peiping Library's Rare Chinese Books at the Library of Congress 1941-1965», The Journal of Library History (em inglês), 19 (3): 359–72, JSTOR 25541531. 
  • Lee, Hwa-Wei (30 de junho de 1996). «American Contributions to Modern Library Development in China: A Historic Review» (em inglês). Paper presented at the 1st China–United States Library Conference 
  • Li, Guoqing [李国庆] (2001), «History of the National Library of China», in: Stam, David H., International Dictionary of Library Histories, ISBN 1579582443 (em inglês), Chicago: Fitzroy Dearborn, pp. 499–502. 
  • Lin, Sharon Chien (1983), (inscrição necessária), «Education for Librarianship in China after the Cultural Revolution», Journal of Education for Librarianship (em inglês), 24 (1): 17–29, JSTOR 40322775, doi:10.2307/40322775. 
  • Lin, Sharon Chien (1985), (inscrição necessária), «Historical Development of Library Education in China», The Journal of Library History (em inglês), 20 (4): 368–86, JSTOR 25541653. 
  • Prentice, Susan (1986), (inscrição necessária), «The National Library of China – The View from Within», The Australian Journal of Chinese Affairs (em inglês), 15 (15): 103–12, JSTOR 2158874, doi:10.2307/2158874. 
  • Yu, Priscilla C. (2001), (inscrição necessária), «Leaning to One Side: The Impact of the Cold War on Chinese Library Collections», Libraries & Culture (em inglês), 36 (1): 253–66, JSTOR 25548906, doi:10.1353/lac.2001.0019. 
  • Yu, Priscilla C.; Davis, Donald G. Jr. (1998), (inscrição necessária), «Arthur E. Bostwick and Chinese Library Development: A Chapter in International Cooperation», Libraries & Culture (em inglês), 33 (4): 389–406, JSTOR 25548664. 
  • Zhu, Peter F. (13 de outubro de 2009). «Harvard College Library, China Form Pact - Harvard-Yenching Library collection to be digitized». Harvard Crimson (em inglês) 

Ligações externas

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