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Cláudio Castro

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Cláudio Castro
Governador do Rio de Janeiro
Período1.º de maio de 2021 até
23 de março de 2026[nota 1]
Vice-governadorNenhum (2021–2023)
Thiago Pampolha (2023–2025)
Nenhum (2025–2026)
Antecessor(a)Wilson Witzel
Sucessor(a)Ricardo Couto (interino)
Vice-governador do Rio de Janeiro
Período1.º de janeiro de 2019
a 30 de abril de 2021
GovernadorWilson Witzel
Antecessor(a)Francisco Dornelles
Sucessor(a)Thiago Pampolha
Vereador do Rio de Janeiro
Período1.º de janeiro de 2017
a 1.º de janeiro de 2019
Dados pessoais
Nome completoCláudio Bonfim de Castro e Silva
Nascimento29 de março de 1979 (47 anos)
Santos, São Paulo, Brasil
Nacionalidadebrasileiro
Partido
Lista
PL (2021-atualidade)
Religiãocatolicismo romano
Profissãoadvogado

Cláudio Bomfim de Castro e Silva (Santos, 29 de março de 1979) é um advogado e político brasileiro, filiado ao Partido Liberal (PL). Foi governador do Rio de Janeiro de 2021 a 2026.[1] Antes, foi vice-governador de 2019 a 2021, assumindo interinamente o governo do Estado em 28 de agosto de 2020 em decorrência do afastamento do titular Wilson Witzel,[2][3] e tomando posse como titular em 1.º de maio de 2021.[4] Foi eleito para o cargo de governador na eleição de 2022 com 58,67% dos votos,[5] tornando-se o segundo governador mais jovem da história[6] e o mais jovem eleito após a redemocratização brasileira.[7]

Em 15 de maio de 2026, foi alvo da Operação Sem Refino da Polícia Federal (PF), que realizou busca e apreensão em sua residência. A PF investiga se a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, foi usada em supostas fraudes fiscais para ocultação patrimonial. A ordem partiu do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.[8]

Primeiros anos

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Cláudio Castro nasceu em Santos (SP), mas ainda criança mudou-se para a cidade do Rio de Janeiro.[9] Em 2005, formou-se em Direito pelo Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro (UniverCidade), instituição de ensino particular descredenciada pelo Ministério da Educação em 2014. Além de advogado, também é músico, compositor e cantor, autor de dois álbuns de música católica.[10]

Castro também é membro da Renovação Carismática Católica há mais de vinte anos e foi coordenador arquidiocesano do Ministério de Fé e Política da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Além disso, foi um dos animadores oficiais do evento Rio de Água Viva, maior retiro popular da Renovação Carismática Católica do Rio, que já chegou a reunir mais de dez mil participantes durante os dias de Carnaval.[11][12]

Carreira política

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Chefe de gabinete de Márcio Pacheco

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Cláudio Castro começou sua trajetória política em 2004 como chefe de gabinete do então vereador Márcio Pacheco, com quem seguiu para Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro até 2016, também como chefe de gabinete.[13]

Em 2013, trabalhou como assessor especial na Câmara dos Deputados, em Brasília.[14]

Vereador do Rio de Janeiro

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Em 2016, Cláudio Castro foi eleito para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro com 10 262 votos, sendo o 56º candidato a vereador mais votado.[15] Isso veio depois de uma primeira tentativa sem êxito em 2012, quando obteve 8 298 votos.[16]

Castro é autor do projeto que originou a Lei municipal n.º 6 346/2018, promulgado após a derrubada do veto do prefeito Marcelo Crivella, que estabelece a obrigatoriedade da utilização de percentual mínimo de 10% do valor arrecadado com as multas de trânsito para assegurar a mobilidade e acessibilidade a pessoas com deficiência.[17][18]

Vice-governador do estado do Rio de Janeiro

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Cláudio Castro, então vice-governador, participa da posse de Wilson Witzel como Governador do Rio de Janeiro, em janeiro de 2019

Em 6 de agosto de 2018, o Partido Social Cristão (PSC) confirmou que Claudio Castro seria o candidato a vice-governador do estado do Rio de Janeiro na chapa de Wilson Witzel (PSC), e que a legenda não teria alianças na corrida pelo governo do estado.[19] Em 28 de outubro de 2018, a chapa foi eleita no segundo turno das eleições com 59,87% (4 675 355) dos votos válidos, para um mandato de quatro anos.[20]

Governador do Rio de Janeiro

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Cláudio, à direta e no microfone, ao lado dos governadores Ibaneis Rocha (do Distrito Federal) e o vice-governador Rodrigo Garcia (de São Paulo), no VI Fórum Nacional dos Governadores.
Logomarca do governo do Rio de Janeiro adotada sob Cláudio Castro

Em 28 de agosto de 2020, Cláudio Castro assumiu interinamente o governo do estado do Rio de Janeiro em decorrência do afastamento do titular Wilson Witzel.[2][3] Após o impeachment de Witzel, Castro assumiu o governo do estado definitivamente, em 1.º de maio de 2021.[4] Dias depois, ainda em maio de 2021, trocou seu partido PSC pelo PL.[21]

Investigação por recebimento de propina

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Em março de 2021, Bruno Selem, ex-funcionário da empresa Servlog, delatou ao Ministério Público (MP) que, em 2019, quando ainda era vice-governador, Cláudio Castro recebeu 100 mil reais em propina de um empresário investigado por corrupção.[22] Vídeos divulgados na imprensa mostram o encontro de Castro com Flavio Chadud, dono da Servlog, empresa que tinha contratos com uma fundação subordinada à vice-governadoria do estado, a Fundação Leão XIII.[23] No dia seguinte ao encontro, Chadud foi preso na primeira fase da Operação Catarata, que investigou justamente irregularidades em contratos da tal fundação. A investigação do MP apura se Cláudio Castro recebia propina da empresa Servlog desde quando era vereador da cidade do Rio, entre 2017 e 2018. Após a delação, Castro se manifestou por meio de nota afirmando estar processando o delator Bruno Selem em diversas instâncias por calúnia e denunciação caluniosa.[22] Já em 4 de julho de 2022, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu enviar ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) um recurso do governador Cláudio Castro pedindo a anulação do acordo de delação premiada em que ele é acusado por suposta falta de transparência, fidelidade e a voluntariedade da delação.[24]

Também em 2021, o MP abriu investigação contra Cláudio por suspeita de fraude na compra de mais de um milhão de cestas básicas durante a pandemia de COVID-19. Segundo o Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE), o prejuízo aos cofres públicos pode chegar a R$ 3,4 milhões de reais.[25] A apuração do TCE apontou 11 irregularidades nos contratos de compra da Fundação Leão XIII, entre elas a suspeita de direcionamento das contratações e a escolha da proposta mais cara para a compra das cestas básicas. Mesmo após o procurador-geral de justiça Luciano Oliveira Mattos de Souza encaminhar ofício ao gabinete do governador solicitando que ele se manifestasse por escrito sobre as irregularidades constatadas nos processos do TCE, não houve retorno de Cláudio Castro.[26][27]

Em janeiro de 2024, um relatório da Polícia Federal (PF) indicou sete ocasiões, entre 2017 e 2019, em que Castro recebeu propina. Os valores chegariam a 326 mil reais e também 20 mil dólares (que ele teria recebido durante uma viagem à Disney). Castro negou as acusações, dizendo que eram "infundadas, velhas e requentadas".[28]

Em julho de 2024, a PF indiciou Cláudio Castro pelos crimes de corrupção e peculato[29] e pediu seu afastamento.[30] A defesa do governador afirmou que pediria a nulidade da investigação da PF, dizendo que as acusações eram "infundadas".

Investigação por abuso de poder nas eleições de 2022

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Ainda em 2022, Castro foi alvo de denúncias referentes a contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), envolvendo uma folha de pagamento secreta.[31]

As denúncias descreviam 27 mil cargos temporários no Ceperj e 18 mil na Uerj, que teriam sido utilizados como cabos eleitorais com recursos do governo estadual durante a campanha de 2022, configurando abuso de poder econômico e político. As denúncias foram apresentadas após o Ministério Público do Rio de Janeiro identificar que houve, de 2020 a 2022, um aumento de 2.139% nas despesas da Fundação Ceperj.[32]

O processo poderia resultar na cassação de Castro e na inegibilidade do presidente da Alerj afastado, Rodrigo Bacellar, e o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Thiago Pampolha, ex-vice-governador de Castro. Em março de 2026, Castro renunciou ao cargo, não podendo ser cassado, mas foi condenado e tornado inelegível por decisão do TSE.[33]

Chacinas policiais

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Com Batalhão de Operações Policiais Especiais ao lado de governadores do Sul e Sudeste, como Tarcísio de Freitas, Eduardo Leite e Ratinho Júnior[34]

O governo de Cláudio Castro no Rio de Janeiro foi marcado por chacinas policiais. Entre elas, a Chacina do Jacarezinho, conhecida por ser a mais letal da história do Brasil; a Chacina da Vila Cruzeiro, que ocupa o segundo lugar; e a Chacina do Complexo do Alemão, o quinto. De acordo com o pesquisador Daniel Hirata, coordenador do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (Geni/UFF), a principal característica do seu governo é o negacionismo em segurança pública, ao incentivar a violência policial. Todas as operações foram feitas contra a decisão do Supremo Tribunal Federal de restringir ações policiais durante a pandemia de COVID-19.[35]

Já em outubro de 2021, a imprensa divulgou que pelo menos cinco membros dos Guardiões do Crivella, isto é, funcionários pagos com dinheiro público para impedir denúncias na Saúde durante a gestão municipal anterior, passaram a fazer parte do governo de Cláudio Castro.[36]

Em 28 de outubro de 2025, a Operação policial nos complexos da Penha e do Alemão contra criminosos do Comando Vermelho deixou mais de 130 mortos.[37] Moradores relataram que algumas das pessoas encontradas na mata estavam amarradas e tinham tiros na testa, nas costas, nas pernas e facadas, e outras marcas de execução.[38]

Consórcio da Paz

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Renúncia e inelegibilidade

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Em 23 de março de 2026, prestes a ter os resultados do julgamento por abuso de poder político e econômico em 2022, Cláudio Castro renunciou ao cargo de governador.[39] No dia seguinte, o Tribunal Superior Eleitoral tornou-o inelegível por oito anos.[40] Em 2 de junho, os recursos apresentados pelo ex-governador foram rejeitados e a decisão foi confirmada por unanimidade.[41]

Operações da Polícia Federal

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Em 15 de maio de 2026, Cláudio Castro foi alvo de buscas em um apartamento durante a Operação Sem Refino da PF na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A investigação apura um suposto esquema de fraudes fiscais, evasão de recursos públicos e favorecimento ilegal ao Grupo Refit, antiga Refinaria de Manguinhos. Os policiais apreenderam dois celulares e um computador.[42]

Em 26 de maio de 2026, Castro foi alvo de dez mandados de busca e apreensão na própria casa, na cobertura de um prédio na Península, um condomínio de alto padrão na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, durante a oitava fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela PF. A investigação apurava a transferência de cerca de 3,7 bilhões de reais em recursos do Rioprevidência para fundos ligados ao Banco Master, de Daniel Vorcaro. Dois outros celulares foram apreendidos.[42][43]

O nome de Cláudio Castro aparece em uma lista encontrada pela PF e atribuída ao bicheiro Adilsinho, alvo da quinta fase da Operação Unha e Carne, deflagrada no dia 2 de julho de 2026. De acordo com a apuração da reportagem do portal G1, a lista cita uma doação de 3,2 milhões de reais para o candidato Cláudio Castro, que concorreu em 2022 à reeleição. Castro não é alvo dessa quinta fase da Unha e Carne.[44]

Relação com Daniel Vorcaro

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Os relatórios da Polícia Federal revelaram que o ex-governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, viajou ao Peru com a família e convidados para assistir à final da Libertadores, em novembro de 2025, num avião cuja gestão é feita pela empresa Prime, que é ligada ao empresário Daniel Vorcaro. Castro negou qualquer ligação entre a viagem e o fato do próprio governo.[45]

Desempenho eleitoral

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Ano Eleição Partido Coligação Candidato a Votos % Resultado Ref
2012 Municipal do Rio de Janeiro PSC Somos um Rio

(PMDB, PSC)

Vereador 8 298 0,27% Suplente [46]
2016 Municipal do Rio de Janeiro Sem coligação proporcional 10 262 0,35% Eleito [47]
2018 Estaduais no Rio de Janeiro Mais Ordem, Mais Progresso

(PSC, PROS)

Vice-governador

Titular: Wilson Witzel (PSC)

3 154 771 41,28%

(1.º turno)

Eleito [48]
4 675 355 59,87%

(2.º turno)

2022 Estaduais no Rio de Janeiro PL Rio Unido e Mais Forte
(PL, MDB, Avante, DC, PMN, PODE, PP, PROS, Republicanos, PRTB, PSC, PTB, Solidariedade, UNIÃO)
Governador 4 930 288 58,27% Eleito [5]

Notas e referências

Notas

  1. Governador em exercício entre 28 de agosto de 2020 e 30 de abril de 2021. Renúncia em 23 de março de 2026 para concorrer ao Senado Federal.

Referências

  1. «Cláudio Castro renuncia ao Governo do RJ: 'Saio com a cabeça erguida'». Folha de S.Paulo. 23 de março de 2026. Consultado em 23 de março de 2026. Cópia arquivada em 9 de maio de 2026
  2. 1 2 «Quem é Cláudio Castro, o cantor católico que assume o lugar de Witzel no RJ». CNN Brasil. Consultado em 28 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 16 de junho de 2021
  3. 1 2 «Vice Cláudio Castro, que assume o governo do RJ, também é alvo de operação que apura corrupção». G1. Consultado em 28 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 10 de março de 2026
  4. 1 2 «Tribunal aprova por unanimidade impeachment de Witzel, que fica inelegível por 5 anos». G1. Consultado em 1 de maio de 2021. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2025
  5. 1 2 «Cláudio Castro é reeleito governador do RJ no primeiro turno com quase 60% dos votos». G1. Consultado em 6 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 24 de março de 2026
  6. «Cláudio Castro desiste do DEM e vai se filiar ao PL». O Globo. 19 de maio de 2021. Consultado em 19 de maio de 2021. Cópia arquivada em 17 de agosto de 2022
  7. Sabóia, Gabriel (11 de junho de 2020). «Quem é Cláudio Castro, o vice de Wilson Witzel no governo do Rio». UOL. Consultado em 11 de junho de 2020. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025
  8. Bomfim, Camila; Pierre, Eduardo; Falcão, Márcio; Martins, Marco Antônio; Nascimento, Rafael (15 de maio de 2026). TV Globo e g1 Rio, ed. «Cláudio Castro é alvo de buscas pela PF em operação contra supostas fraudes fiscais na Refit». G1. Consultado em 15 de maio de 2026. Cópia arquivada em 15 de maio de 2026
  9. «Quem é Cláudio Castro, o cantor católico que assumiu o lugar de Witzel no RJ». CNN Brasil. 10 de junho de 2020. Consultado em 4 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025
  10. «Saiba quem é Cláudio Castro, que assumiu o Governo do RJ após impeachment de Witzel». Folha de S.Paulo. 28 de agosto de 2020. Consultado em 4 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 15 de maio de 2026
  11. «Quem é Cláudio Castro, o cantor católico que pode assumir lugar de Witzel no RJ». CNN Brasil. Consultado em 11 de junho de 2020. Cópia arquivada em 24 de junho de 2020
  12. «Popstar católico, vice vira 'primeiro-assessor' de Witzel no Governo do RJ». Folha de S.Paulo. 16 de junho de 2019. Consultado em 11 de junho de 2020. Cópia arquivada em 27 de novembro de 2025
  13. «Quem é Cláudio Castro, o cantor católico que assumiu o lugar de Witzel no RJ». CNN Brasil. 10 de junho de 2020. Consultado em 4 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025
  14. «Importantes órgãos da área de Transporte do governo do Rio ficarão na mão do vice de Witzel». O Globo. 2 de janeiro de 2019. Consultado em 11 de junho de 2020. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2025
  15. «Apuração - Candidatos a Vereador de RIO DE JANEIRO - RJ». Gazeta do Povo. 2016. Consultado em 4 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025
  16. «Apuração - Rio de Janeiro». G1. 2012. Consultado em 4 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 30 de novembro de 2024
  17. «Projeto de Lei nº 213/2017». Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Consultado em 23 de maio de 2025
  18. «Lei nº 6.346, de 3 de maio de 2018». Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Consultado em 23 de maio de 2025
  19. «Vereador Cláudio Castro será o candidato a vice-governador na chapa de Wilson Witzel, do PSC». G1. 6 de agosto de 2018. Consultado em 11 de junho de 2020. Cópia arquivada em 8 de novembro de 2022
  20. «Wilson Witzel, do PSC, é eleito governador do RJ». G1. Consultado em 11 de junho de 2020. Cópia arquivada em 5 de maio de 2026
  21. «Martelo batido: governador Cláudio Castro se filia ao PL e leva 3 deputados». atribunarj.com.br. Consultado em 23 de março de 2026
  22. 1 2 Bruzzi, Marcelo; Gomes, Marcelo (3 de março de 2021). «Vídeos mostram encontro em que, segundo delator, Claudio Castro recebeu R$ 100 mil em propina». GloboNews. Consultado em 4 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025
  23. «Delator diz que Cláudio Castro recebeu mais de 100 mil de propina». G1. 2021. Consultado em 4 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025
  24. «Justiça do Rio envia para STJ decidir sobre validade de delação contra Cláudio Castro». CNN. 4 de julho de 2022. Consultado em 4 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2026
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  28. Marcelo Gomes; Marcelo Bruzzi; Márcia Brasil (17 de janeiro de 2024). «Cláudio Castro recebeu R$ 326 mil e US$ 20 mil de propina quando era vereador e vice-governador, aponta relatório da PF». G1. Consultado em 18 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 25 de julho de 2025
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  30. «Entenda o caso do indiciamento de Cláudio Castro pela PF em investigação sobre suposto desvio de recursos». O Globo. 30 de julho de 2024. Consultado em 31 de julho de 2024. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025
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  32. Guerra, Rayanderson (24 de março de 2026). «Folha secreta do Ceperj: entenda denúncia contra Cláudio Castro no TSE». Estadão. Consultado em 25 de março de 2026. Cópia arquivada em 15 de maio de 2026
  33. Diniz, Iara (24 de março de 2026). «TSE condena Cláudio Castro por abuso de poder econômico e político e torna ex-governador inelegível». BBC News Brasil. Consultado em 25 de março de 2026. Cópia arquivada em 8 de maio de 2026
  34. «Ratinho Junior participa de encontro com MPs e recebe medalha do Bope durante 14º Cosud». Secretaria da Comunicação. 5 de dezembro de 2025. Consultado em 18 de dezembro de 2025
  35. Igor Mello (21 de julho de 2022). «Governo Castro tem 3 das 5 chacinas policiais mais letais da história do RJ». UOL. Consultado em 22 de julho de 2022. Cópia arquivada em 22 de julho de 2022
  36. «Exonerados após o governo Crivella, alguns 'guardiões' voltam a ocupar cargos públicos». G1. Consultado em 8 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 5 de novembro de 2025
  37. Casas Novas, Betinho; Pierre, Eduardo; Nascimento, Rafael (29 de outubro de 2025). «Ao menos 74 corpos são levados por moradores para praça na Penha; total de mortos após megaoperação passa de 130». G1. Consultado em 29 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 14 de março de 2026
  38. Costa, João Vitor (29 de outubro de 2025). «Com kombi e 4x4, resgate a corpos na mata após operação já dura 12 horas: 'Foi um filme de terror'». Extra. Consultado em 29 de outubro de 2025. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2026
  39. Freitas, Gabriel (23 de março de 2026). «Cláudio Castro deixa o governo do RJ nesta segunda-feira (23)». CBN. Consultado em 25 de março de 2026. Cópia arquivada em 23 de março de 2026
  40. Vivas, Fernanda (24 de março de 2026). «TSE torna ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro inelegível». G1. Consultado em 25 de março de 2026. Cópia arquivada em 5 de maio de 2026
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  43. Rafael Nascimento (26 de maio de 2026). «Advogado de Cláudio Castro vê possível motivação política em nova operação da PF sobre o Rioprevidência». G1. Consultado em 27 de maio de 2026
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  47. «Veja os 51 vereadores eleitos para a Câmara Municipal do Rio». G1. Consultado em 6 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025
  48. «Cláudio Castro 20». Estadão. Consultado em 6 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025

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