Log In
Castro Verde, Beja, Portugali
| Regional Level Types | |
|---|---|
| Castro Verde | Municipality |
| Beja | District |
| Portugal | Country |


This page is currently not sponsored. Click here to sponsor this page.
Type:
Largest Settlements:
| Place | Population |
|---|---|
| Castro Verde | 4,857 (2014) |
Other Languages:
French:
Castro Verde, Beja, Portugal
German:
Castro Verde, Distrikt Beja, Portugal
Italian:
Castro Verde, distretto di Beja, Portogallo
Portuguese:
Castro Verde, Beja, Portugal
Russian:
Каштру-Верди, Бежа, Португалия
Simplified Chinese:
韋迪堡, 貝雅區, 葡萄牙
Spanish:
Castro Verde, Distrito de Beja, Portugal
Arabic:
كاسترو فيردي, باجة, البرتغال
Aromanian:
Castro Verde
Basque:
Castro Verde, Beja
Bulgarian:
Кащру Верди, Бежа, Португалия
Catalan:
Castro Verde, districte de Beja, Portugal
Cebuano:
Castro Verde, Distrito de Beja
Danish:
Castro Verde, Beja District, Portugal
Dutch:
Castro Verde, Beja, Portugal
Finnish:
Castro Verde, Bejan piiri, Portugali
Galician:
Castro Verde, Distrito de Beja, Portugal
Japanese:
カシュトル・ヴェルディ, ベージャ県, ポルトガル
Korean:
카스트루베르드, 베자현, 포르투갈
Minnan / Hokkien-Taiwanese:
Castro Verde, Beja Koān
Norwegian:
Castro Verde, Beja, Portugal
Polish:
Castro Verde, Dystrykt Beja, Portugalia
Silesian:
Castro Verde
Turkish:
Castro Verde, Beja District, Portekiz
Ukrainian:
Каштру-Верді, Бежа, Португалія
Vietnamese:
Castro Verde, Beja, Bồ Đào Nha
Volapük:
Castro Verde
Waray:
Castro Verde, Beja
Municipality of Beja.
Castro Verde is a Portuguese town located in the district of Beja, in the Alentejo region and the Baixo Alentejo sub-region, with approximately 5,200 inhabitants.
It is the seat of the municipality of the same name, which has an area of 569.44 km² and a population of 6,873 (2021), divided into four parishes. The municipality is bordered to the north by Aljustrel and Beja, to the east by Mértola, to the south by Almodôvar, and to the west by Ourique.
Castro Verde is situated in a territory known as Campo Branco. A large part of the municipality's territory is within a Natura 2000 network area of the European Union.
Registered mining concessions (up to 1962):
No. 3144 Horta do Surdo (Ba), Castro Verde parish, registered on 01-04-1957
2958 Monte Velho (Ba), Castro Verde parish, 01-09-1954
2264 Courela dos Moinhos (Ba-Pb), Castro Verde parish, 12-06-1947
2130 Charneca do Garrochal (Ba), Castro Verde parish, 26-01-1945
1520 Cêrros Altos (Mn), Castro Verde parish, 17-05-1924
1519 Cova da Moura (Mn), Castro Verde parish, 16-05-1924
1312 Cabeço das Urzes (Ba), Castro Verde parish, 26-03-1923
1313 Herdade da Misericordia (Pb-Mn-Ba), Castro Verde parish, 26-03-1923
77 Herdade da Filipeja (Mn), Castro Verde parish, 25-11-1871
28 Herdade do Ferragudo (Mn), Castro Verde parish, 15-12-1865
192 Penedo Beturiano (Mn), Entradas parish, 26-06-1886
149 Herdade da Cachia (Mn), Entradas parish, 30-08-1882
170 Cerro do Curralinho (Mn), S. Marcos da Ataboeira parish, 30-06-1884
83 Cêrro Alto dos Penedões (Mn), S. Marcos da Ataboeira parish, 03-03-1873
24 Herdade dos Penedos (Mn), S. Marcos da Ataboeira parish, 26-10-1865
Minas de Outros Tempos
A mineração atravessa a memória dos tempos. Sentados à mesa, antigos mineiros relembraram o trabalho nas minas de bário e manganês que outrora funcionaram no concelho. O Campaniço folheou o registo de minas da Câmara Municipal de Castro Verde, referente ao período entre 1943 e 1954. Entre testemunhos orais e registos escritos, aqui fica o retrato das "Minas de Outros Tempos".
Mineração: A Paisagem e os Homens Moldados pelo Trabalho
Reviver as memórias de outros tempos nestas terras de tradição mineira reuniu antigos trabalhadores das minas do Rossio do Santo, em Castro Verde, da Misericórdia e do Ferragudo. José Raposo e José Daniel, da aldeia do Rosário, bem como Manuel Marques, António Marques, Álvaro Mira, Manuel Gonçalves e Francisco Rosa Inácio, de Castro Verde, compartilharam fragmentos das suas recordações sobre as minas de outrora. O encontro aconteceu no dia da padroeira Santa Bárbara, 4 de dezembro, em Santa Bárbara dos Padrões.
A conversa contou ainda com a participação de João Matos, ex-IGM, que trouxe a sua experiência e conhecimento para um diálogo repleto de histórias de vidas passadas. A iniciativa integra o trabalho de recolha de histórias de vida, que passarão a fazer parte do centro de documentação do Museu da Ruralidade.
(Miguel Rego)
José Daniel, da aldeia do Rosário, concelho de Almodôvar, já passou dos setenta anos, mas recorda bem a idade com que entrou para a mina do Ferragudo.
“Tinha 17 ou 18 anos quando comecei, e por lá andei durante oito anos a puxar o minério para a rua através dos guinchos. Depois, foram mais sete anos no fundo da mina, nos pisos 25, 50 e 80. Encher as vagonas, levar ao poço e mandar para a rua. Encher à pá e empurrar. Foi assim o tempo que a gente passou.”
Passos bem conhecidos por Manuel Marques, que veio viver para a mina do Ferragudo com apenas 8 anos, onde o seu pai era encarregado. Conhecia aqueles recantos como as palmas das suas mãos, movendo-se sem dificuldade pelo emaranhado de poços e galerias de onde os mineiros extraíam o manganês.
“Íamos ao fundo da mina do Ferragudo, a cerca de 80 metros, sem levar gasómetro nem nada. Quando descíamos, só se viam as luzinhas dos gasómetros por entre nuvens imensas de poeira. Os mineiros, lá no fundo, passaram anos e anos a engolir pó… Até que se descobriram os martelos perfuradores com injeção de água”, lembra Manuel Marques.
“Aquilo no Ferragudo não era uma indústria mineira, era uma extração de minérios”, afirma, com o assentimento do seu irmão António, também ele trabalhador no Ferragudo. “Era tudo muito rudimentar. O minério era extraído com um guincho, não havia máquinas. Havia um motor elétrico para fazer funcionar esses guinchos e uns poços com 20 ou 30 metros, além de galerias do século XIX que eram entivadas. Aquele trabalho era muito duro e feito praticamente à força de braços. A perfuração era feita com guilhos e uma maceta, até cerca de 1 a 1,5 metros de profundidade. Depois, colocavam-se os explosivos, detonava-se e retirava-se o minério.”
“Até aos anos 50, era tudo muito rudimentar e duro”, conclui.
Trabalhos que José Raposo, do Rosário, conheceu muito bem e relembra com saudades. A sua vida de mineiro no Ferragudo começou aos 14 anos, onde permaneceu durante oito anos. “Mas não se compara às minas belgas para onde fui a seguir”, afirma.
“A vida era totalmente diferente. Na Bélgica, em Charleroi, onde estive, trabalhei nas minas de carvão. Descia a 800 metros de profundidade. Em cada turno, cerca de 120 homens eram enjaulados. Andei lá uns meses, mas vim embora depressa.” As dificuldades respiratórias, a falta de segurança e a ausência de companheiros portugueses levaram José Raposo a desistir rapidamente da mina de carvão.
“Eram trabalhos de grande dificuldade, mas lá andei. Ainda morreram lá alguns. As galerias eram pequenas, com o transporte das vagonas cheias de carvão. Uma vez, estava a encher as vagonetas e vi passar um esquife onde ia um morto.”
De acidentes não se queixam os antigos trabalhadores do Ferragudo. António Marques, em 22 anos de trabalho na mina, recorda-se apenas de três mortes.
Tendo começado como serralheiro e terminado no posto de encarregado, substituindo o seu pai, António Marques passou ainda pela topografia e pela secção de desenho da Mina do Ferragudo. A viver na mina desde os dois anos de idade, considera-se um privilegiado em relação à distância que os mineiros tinham de percorrer todos os dias para chegar ao trabalho.
“Posso considerar-me um privilegiado porque morava a 100 metros do meu local de trabalho. Comecei a ganhar 100 escudos por semana e, no fim do mês, ainda recebia mais 10 ou 12 escudos com o pago (economias do mês).”
Ali trabalhou até à década de 1970, numa mina onde a principal extração era o óxido de manganês, vendido para as fábricas de vidro da Marinha Grande e para a Urgeiriça, onde se extraía urânio.
Ali, bem perto do Ferragudo, uma das maiores minas de manganês do Alentejo, situava-se a Mina da Misericórdia, local de trabalho de muitos homens e mulheres de Castro Verde. Álvaro Mira começou na escolha da barita, à superfície, no Rossio do Santo, em Castro Verde, mas foi na Mina da Misericórdia que trabalhou na extração. E lembrou as difíceis condições de trabalho dos mineiros.
“Nós descíamos por uma corda para chegar à mina. Metíamos o pé dentro de uma argola, agarrávamo-nos à corda e era assim que descíamos para o fundo. Na superfície, havia um sarilho ao qual estava ligada a corda, e era por aí que subíamos e descíamos todos os dias. Levávamos a perna sempre esticada, muito a prumo, para não bater nas barreiras.”
O minério de barita, utilizado na indústria de cerâmica e vidro, era colocado dentro de uma alcofa de esparto. Dentro dessa alcofa, explica detalhadamente Álvaro Mira, “era cosida uma saca para que a alcofa não se rasgasse. E assim a mina era carregada cá para cima.” As alcofas, tal como os homens, eram puxadas pelo torno, ou sarilho, que ficava à superfície.
“Dois homens passavam um dia inteiro agarrados ao torno a puxar a barita. E era assim a vida na Misericórdia. O ordenado era muito pequeno. Ganhava-se 10 escudos no Rossio do Santo, mas depois, na Misericórdia, com 17 ou 18 anos, já ganhava 15 escudos. Entrava-se às oito da manhã e saía-se às cinco da tarde, seis dias por semana, sem direito a sábados nem feriados. No 1º de Maio, não podíamos festejar, senão éramos presos!”
“E o dinheiro que ganhávamos ficava sempre na mercearia dos responsáveis da mina”, recorda Manuel Gonçalves, também ele mineiro desde criança no Rossio do Santo e na Misericórdia.
“Éramos obrigados a comprar na mercearia do responsável da mina, senão éramos despedidos. Quando comprávamos as mercearias, davam-nos uma senha para irmos à padaria buscar o pão. Era para não nos darem dinheiro nenhum”, reafirma.
Tendo passado por vários trabalhos, desde a escolha à superfície até ao trabalho no fundo, Manuel Gonçalves conta-nos que “na mina, os trabalhos mais pesados eram para os mais velhos. Fomos para ali crianças e, à medida que crescíamos, íamos para os trabalhos mais duros. As galerias tinham entre 1,5 e 2 metros de altura e largura, entivadas com madeira. E os poços tinham entre 25 e 30 metros de profundidade”.
As dificuldades para trabalhar eram muitas, porque “não havia ventilação. Até quando se fazia fogo, com dois ou três barrenos, passado meia hora já estávamos lá dentro a tirar minério. Só a partir de certa altura passaram a fazer o fogo à tarde, e quando entrávamos no dia seguinte já não havia grandes poeiras. Fartámo-nos de trabalhar para eles, ganhámos pouco e, ainda por cima, nem os descontos da Caixa de Previdência, que pagámos, foram entregues ao Estado”.
Histórias repetidas por cada um dos intervenientes, numa corrida de lembranças que se sentiram muito vivas no início da noite de 4 de dezembro.
Francisco Rosa Inácio trabalhou dois anos na Mina do Rossio do Santo e cerca de três anos na Mina da Misericórdia e no Cercal. A viver em Castro Verde, “saía às seis da manhã para estar às oito na Mina da Misericórdia. À tarde, saía às cinco e era andar, andar, andar…”. Trabalhava-se de noite a noite. Alguns ainda usavam a bicicleta para o transporte. Manuel Gonçalves comprou uma bicicleta por 500 escudos, que foi pagando a prestações. Mas esse meio de transporte não era usado apenas para locomoção. Álvaro Mira conta uma história quase inacreditável para os dias de hoje, mas bem ilustrativa das dificuldades que os operários mineiros enfrentavam diariamente.
“A bicicleta a pedal não servia só para nos deslocarmos” – afirmou entre risos. “Cheguei a trazer no suporte da bicicleta, do Rossio do Santo (Castro Verde) até à Mina da Misericórdia, picaretas, carvão, pedra de gasómetro e pólvora bombardeira. Por isso, vejam a segurança que nós tínhamos. Vejam os trabalhos com que nos deparávamos desde crianças…”
Mas como é que crianças, acabadas de sair da escola, aprendiam a escolher o minério?
“Via-se mais ou menos como era e, logo que chegávamos lá, alguém nos ensinava. Fomos aprendendo uns com os outros. Eu tinha 14 anos. Mas havia os mais velhos que nos ensinavam”, conta Francisco Rosa Inácio. “Havia três tipos de barita. A barita de primeira era a mais branquinha, a de terceira era a mais escura. Tínhamos os tabuleiros, um banquinho para nos sentarmos e separávamos cada uma delas no respetivo tabuleiro. Partia-se a pedra e enchiam-se os carrinhos. Outros iam transportando”, lembra.
Não se podia cantar nem assobiar e, “de vez em quando, levávamos um puxão de orelhas. Mas como os ordenados não eram grande coisa, também não se podiam alargar muito”, sorri. “Comia-se pão com pão, o que mais havia de ser? E ficávamos todos contentes. E estamos a falar da mina, que era onde se ganhava melhor”, para fugir do campo “ou não ter que ir guardar porcos”, como recorda Álvaro Mira.
Estas e muitas outras histórias fizeram brilhar os olhos daqueles homens na noite da padroeira dos mineiros. Vidas de dureza, como lembrou Manuel Marques, mesmo sem ter sentido isso na pele.
“Ali era explorar, explorar, explorar. Se o relevo (turno) da noite tirava 40 vagonetas, o da manhã tinha de tirar 50, e depois os outros tinham de tirar 55. Era sempre a matar.”
Mina do Ferragudo
O primeiro registo foi efetuado a 5 de maio de 1859 por José Diogo e Felizberto José Colaço, tendo a portaria que reconhecia os direitos dos descobridores legais sido publicada a 10 de março de 1864. A 20 de junho desse ano, os direitos foram transferidos para Alonso Gomes, sendo a concessão definitiva atribuída a 9 de outubro de 1865. No Catálogo Descritivo da Secção de Minas, publicado em 1889, escreve-se que “é a mais importante de todas as minas de manganês do Baixo Alentejo, tendo iniciado a lavra em 1875”.
O sistema inicial de desmonte, realizado por poços e galerias, foi substituído nos anos 40 do século XX pelo método de corta a céu aberto, criando-se um buraco com 55 metros de comprimento, 40 de largura e 30 de profundidade. A profundidade máxima dos trabalhos subterrâneos atingiu os 26 metros, com uma extensão máxima de 150 metros. No entanto, com as remodelações efetuadas no início da década de 1950, a exploração chegou a atingir quase 80 metros.
Mina da Filipeja
A 6 de dezembro de 1868, foi feito o Manifesto da Herdade da Filipeja por João Inácio. Em 22 de abril de 1869, este cedeu os direitos de descoberta a Alonso Gomes, tendo a concessão sido publicada no Diário do Governo n.º 213, de 20 de setembro de 1869, e atribuída definitivamente a 25 de novembro de 1871.
A exploração era a céu aberto, com a abertura de poços e galerias para reconhecimento da posição do minério, que apresentava teores médios de manganês de 50%.
Mina da Herdade da Misericórdia
Localizada próximo da Mina do Ferragudo, teve requerimento para concessão de exploração de uma mina de chumbo a 8 de maio de 1920. A concessão foi atribuída a António Lobo Aboim Inglês a 26 de março de 1923. Posteriormente, a 16 de abril de 1941, foi concedida a Eduardo J. dos Santos para exploração de chumbo, manganês e bário.
A 28 de setembro de 1944, este transferiu a concessão para a Sociedade Mineira de Castro Verde, conforme alvará publicado a 29 de junho de 1945. A mina encerrou por volta de 1950.
Mina do Cerrinho Alto
Situada junto ao marco geodésico do Ferragudo, esta mina foi, no final do século XIX, uma exploração importante e autónoma da Mina do Ferragudo.
Em 1899, um relatório de J.C.H. Pattinson, do Laboratory New Castle on Tyne, referia o carregamento de 1.631 toneladas de carbonato de manganês, com um teor de 50,41% de manganês metálico.
Mina de S. Pedro das Cabeças
Já em funcionamento a 30 de janeiro de 1866, teve auto de demarcação a 3 de outubro do mesmo ano. Embora pobre em manganês, era mais rica em ferro.
Possuía poços verticais que chegavam a atingir os 18 metros de profundidade, interligados por galerias de reconhecimento. A maioria das escavações era a céu aberto. Nos anos de 1942 e 1943, registaram-se muitos trabalhos em regime de rapina.
Mina dos Cerros Altos
Localizada a 11 km de Castro Verde, a Mina dos Cerros Altos foi concedida a Eduardo J. dos Santos para exploração nos anos 40 do século XX.
Possuía dois poços, com profundidades de 5 e 18 metros, respetivamente, além de quatro poços de reconhecimento a sudeste destes, cujas profundidades variavam entre 3 e 7 metros.
Mina da Cova da Moura
Esta mina representa a continuação, para nordeste, das minas do Ferragudo e da Filipeja e está situada na Herdade do Zambujeiro.
O registo foi efetuado por António Lobo Aboim Inglês a 21 de outubro de 1915, tendo o alvará de concessão sido publicado a 16 de maio de 1924. Em 13 de fevereiro de 1935, Aboim Inglês pediu a suspensão da lavra, alegando a reduzida presença de minério e condições económicas desfavoráveis. O pedido foi deferido a 15 de fevereiro e, em 2 de julho, a mina foi declarada abandonada por falta de pagamento do imposto mineiro.
A 15 de janeiro de 1941, Aboim Inglês solicitou a adjudicação da mina, que lhe foi concedida a 19 de outubro do mesmo ano. A exploração foi retomada por curtos períodos em 1942 e 1943, ano em que os direitos de registo foram transferidos para a empresa A Electro Industrial de Porto de Moz, Lda.
A mina possuía um poço vertical e um poço inclinado, ambos com profundidade máxima de 15 metros, interligados por galerias. Esta mina já havia sido explorada anteriormente, em 1868, sob a designação de “Rocha da Moura”.
Mina do Zambujeiro
Localizada próximo da Mina de Cova da Moura, foi explorada nos anos 60 e 70 do século XIX. Tinha um poço de 15 metros, a partir do qual saíam galerias. Ainda estava em funcionamento em 1947.
Mina da Achada
Durante a II Guerra Mundial, funcionou em regime de rapina. Possuía poços de secção quadrada sobre um filão de manganês, com uma extensão de 60 metros. A profundidade máxima atingida foi de 9 metros. A presença excessiva de água obrigou à abertura de vários poços para isolar o filão e, só então, desmontá-lo.
Mina do Cerro do Lírio
A mina tem dois registos em áreas distintas. O primeiro, em nome de Eduardo J. dos Santos, data de 27/01/1941, no terreno de Maria Romano Colaço, onde foram abertos vários poços, um dos quais com 5 metros de profundidade, com galerias entre 2 e 25 metros. O segundo registo foi feito em nome de Armando Lopes de Aboim Inglês, a 15/04/1941, na propriedade de João Pereira Janeiro. Nesse local, o poço maior atingiu a profundidade de 8 metros. Em ambas as explorações, foram feitas diversas sondagens, utilizando o método de desmonte comum: abertura de valas e poços para extração do minério depositado em bolsas. Funcionou plenamente entre 1941 e 1945, especialmente em regime de rapina.
Mina do Cerro da Maré
Localizada na Herdade do Monte Novo, em Casével, foi explorada desde meados do século XIX, tendo o primeiro registo datado de 11/09/1873. Utilizando o método de poços e galerias, teve como última entidade gestora a Sociedade de Minérios do Sul de Portugal.
Mina da Samarra
Localizada na Herdade do Laranjo, próximo de S. Marcos da Atabueira, a mina foi requerida para exploração por Alonso Peres Conde antes de 03/05/1869. Apresentava uma corta, a partir da qual foram abertos poços e galerias interligados. Pelo menos 3 toneladas de minério foram extraídas do local. A exploração terminou por volta de 1880.
Mina da Herdade das Cochilas
Localizada na freguesia de S. Marcos da Atabueira, teve o registo efetuado em 06/01/1863 por António Madeira. Funcionou até aos anos 80 do século XIX.
Mina da Herdade da Cachia
Localizada na freguesia de Entradas, próximo do Monte da Cachia, os direitos de descobrimento legal pertenciam a Afonso Lopes Conde e Francisco António Afonso, por volta de 1889. Em 04/06/1907, John Hollway propôs a adjudicação, o que indica que a mina já se encontrava abandonada. No ano seguinte, Henry Burnay solicitou a transmissão dos direitos, alegando que, por escritura de 17/10/1908, a propriedade havia sido comprada a Elisabeth King Hollway. A transmissão foi autorizada por alvará publicado no Diário do Governo de 13/01/1909. Em 31/12/1924, a empresa Henry Burnay & Co. pediu o abandono da concessão, o que foi concedido em 29/01/1925. Em 16/06/1943, foi feita uma nova adjudicação à Sociedade Mineira do Sul de Portugal. Os trabalhos antigos apresentavam escavações com profundidade de até 10 metros.
Mina dos Cerros Altos
Localizada na Herdade do Soveral, a mina teve atividade desde cerca de 1860. Após uma interrupção em data desconhecida, houve um novo requerimento de exploração em 21/10/1915 por A. Aboim Inglês. Em 05/07/1916, a exploração foi endossada à empresa "A Electro Industrial de Porto de Moz". Em 26/07/1920, Aboim Inglês fez um novo pedido de concessão, declarando-se legítimo proprietário da Mina dos Cerros Altos. O alvará de concessão foi publicado em 17/05/1924. Em 06/03/1925, foi solicitado o abandono da exploração. Em 13/01/1942, Eduardo J. dos Santos requereu a concessão da mina, que era composta essencialmente por cortas e poços interligados por galerias que chegavam a 18 metros de profundidade. Entre 1942 e 1944, a mina teve uma lavra ativa, com a extração de 2.947,252 toneladas de minério.
Mina da Herdade do Canal
Localizada na freguesia de Entradas, junto à Ribeira do Canal, a mina foi explorada antes de 1870. O plano de lavra foi apresentado em 26/09/1871, prevendo um sistema de poços e galerias que atingiu a profundidade máxima de 11 metros.
Mina da Caçoeira
Localizada na Herdade da Figueira, a 6 km de Castro Verde, esteve em funcionamento pelo menos entre 22/07/1871 e 1880. A extração de manganês era feita por meio de poços verticais interligados por galerias.
Mina do Cerro da Vigia
Localizada na Herdade do Salto, a norte da Mina dos Penedos, estava em funcionamento antes de 1880. O plano de lavra foi apresentado em 07/05/1881 por Rufino Basílio, tendo a concessão sido obtida em 21/03/1881.
Mina do Cerrinho Alto
Localizada junto ao Ferragudo, foi registrada em 1887 por João Guerreiro, Francisco Peres e António Contente. Em 30/12/1888, foi feito o pedido de concessão. O minério acumulava-se em bolsas, sendo abertos três poços para extração do metal. A mina foi abandonada no final do século XIX.
Mina da Rocha
Localizada na Herdade de Negreiros, a 7 km de Castro Verde, foi reconhecida por João Batista Schiappa de Azevedo em 30/09/1869. A exploração foi realizada por meio da abertura de poços e galerias que atingiram a profundidade máxima de 10,50 metros.
Mina do Cerro do Curralinho
Localizada na Courela do Pego das Patas, próximo do Monte do Salto, teve requerimento para início de exploração em 04/03/1880, com a portaria de concessão emitida em 11/10/1880, a favor do descobridor legal José da Costa. Em 18/10/1880, este cedeu os direitos a Alonso Gomes, que obteve a concessão definitiva em 31/05/1884. A mina deixou de funcionar por volta de 1898/1899. Explorava-se pelo sistema de cortas, poços e galerias, incluindo um poço vertical com cerca de 30 metros de profundidade.
Mina do Cerro Beturiano
Também identificada como Mina do Cerro do Seixo, está localizada no Monte Ruivo, em Entradas. A mina foi reconhecida em 1866 e teve um pedido de concessão feito em 20/12/1866 por Francisco Guijarro. No entanto, o pedido oficial foi realizado apenas em 15/01/1883 pelo descobridor legal, Diogo Gonçalves, lavrador. Em 02/07/1885, este cedeu a exploração a Alonso Gomes, que recebeu o alvará de exploração em 26/06/1886. A lavra foi suspensa por volta de 1898/1899.
Mina da Herdade do Penedo
Localizada a 700 metros a sudoeste da Senhora de Aracelis, a mina consistia em uma galeria com 50 metros de comprimento e 35 metros de desnível.
Mina do Cerro Alto dos Penedões
Localizada na freguesia de S. Marcos da Atabueira, teve o requerimento de registo efetuado em 01/05/1868 por Manuel Simão. A mina deixou de funcionar entre 1898 e 1899.
Artigo adaptado e com algumas correções ao texto original - Fonte: O Campaniço, nº 79, dezembro/janeiro de 2009. Boletim Informativo da Câmara Municipal de Castro Verde (distribuição gratuita).
Select Mineral List Type
Standard Detailed Gallery Strunz Chemical ElementsCommodity List
This is a list of exploitable or exploited mineral commodities recorded from this region.Mineral List
Mineral list contains entries from the region specified including sub-localities95 valid minerals.
Rock Types Recorded
Rock list contains entries from the region specified including sub-localities
Select Rock List Type
Alphabetical List Tree DiagramDetailed Mineral List:
Gallery:
List of minerals arranged by Strunz 10th Edition classification
| Group 1 - Elements | |||
|---|---|---|---|
| ⓘ | Native Gold var. Electrum | 1.AA.05 | (Au,Ag) |
| ⓘ | 1.AA.05 | Au | |
| ⓘ | Native Bismuth | 1.CA.05 | Bi |
| ⓘ | Graphite | 1.CB.05a | C |
| ⓘ | Native Sulphur | 1.CC.05 | S8 |
| Group 2 - Sulphides and Sulfosalts | |||
| ⓘ | Chalcocite | 2.BA.05 | Cu2S |
| ⓘ | Bornite | 2.BA.15 | Cu5FeS4 |
| ⓘ | Stromeyerite | 2.BA.40 | AgCuS |
| ⓘ | Naumannite | 2.BA.55 | Ag2Se |
| ⓘ | Betekhtinite | 2.BE.05 | Pb2(Cu,Fe)22-24S15 |
| ⓘ | Covellite | 2.CA.05a | CuS |
| ⓘ | Coloradoite | 2.CB.05a | HgTe |
| ⓘ | Sphalerite | 2.CB.05a | ZnS |
| ⓘ | Tiemannite | 2.CB.05a | HgSe |
| ⓘ | Sakuraiite | 2.CB.05b | (Cu,Zn,Fe)3(In,Sn)S4 |
| ⓘ | Chalcopyrite | 2.CB.10a | CuFeS2 |
| ⓘ | Roquesite | 2.CB.10a | CuInS2 |
| ⓘ | Kësterite | 2.CB.15a | Cu2ZnSnS4 |
| ⓘ | Stannite | 2.CB.15a | Cu2FeSnS4 |
| ⓘ | Stannoidite | 2.CB.15c | Cu+6Cu2+2(Fe2+,Zn)3Sn2S12 |
| ⓘ | Mawsonite | 2.CB.20 | Cu6Fe2SnS8 |
| ⓘ | Colusite | 2.CB.30 | Cu13VAs3S16 |
| ⓘ | Kiddcreekite ? | 2.CB.35a | Cu6SnWS8 |
| ⓘ | Vinciennite | 2.CB.35a | Cu+7Cu2+3Fe2+2Fe3+2Sn(As,Sb)S16 |
| ⓘ | Pyrrhotite | 2.CC.10 | Fe1-xS |
| ⓘ | Clausthalite | 2.CD.10 | PbSe |
| ⓘ | Galena | 2.CD.10 | PbS |
| ⓘ | Cinnabar | 2.CD.15a | HgS |
| ⓘ | Carrollite | 2.DA.05 | CuCo2S4 |
| ⓘ | Bismuthinite | 2.DB.05 | Bi2S3 |
| ⓘ | Joséite-B | 2.DC.05 | Bi4Te2S |
| ⓘ | Laitakarite | 2.DC.05 | Bi4(Se,S)3 |
| ⓘ | Paraguanajuatite | 2.DC.05 | Bi2Se3 |
| ⓘ | Tetradymite | 2.DC.05 | Bi2Te2S |
| ⓘ | Pyrite | 2.EB.05a | FeS2 |
| ⓘ | Alloclasite | 2.EB.10b | Co1-xFexAsS |
| ⓘ | Glaucodot | 2.EB.10c | (Co0.50Fe0.50)AsS |
| ⓘ | Löllingite | 2.EB.15a | FeAs2 |
| ⓘ | Arsenopyrite | 2.EB.20 | FeAsS |
| ⓘ | Gudmundite | 2.EB.20 | FeSbS |
| ⓘ | Cobaltite | 2.EB.25 | CoAsS |
| ⓘ | Skutterudite | 2.EC.05 | CoAs3 |
| ⓘ | Wittichenite | 2.GA.20 | Cu3BiS3 |
| ⓘ | Bournonite | 2.GA.50 | PbCuSbS3 |
| ⓘ | 'Freibergite Subgroup' | 2.GB.05 | (Ag6,[Ag6]4+)(Cu4 C2+2)Sb4S12S0-1 |
| ⓘ | 'Tennantite Subgroup' | 2.GB.05 | Cu6(Cu4C2+2)As4S12S |
| ⓘ | 'Tetrahedrite Subgroup' | 2.GB.05 | Cu6(Cu4C2+2)Sb4S12S |
| ⓘ | Tetrahedrite-(Fe) | 2.GB.05 | Cu6(Cu4Fe2+2)Sb4S12S |
| ⓘ | Chalcostibite | 2.HA.05 | CuSbS2 |
| ⓘ | Aikinite | 2.HB.05a | CuPbBiS3 |
| ⓘ | Meneghinite | 2.HB.05b | Pb13CuSb7S24 |
| ⓘ | Kobellite | 2.HB.10a | Pb22Cu4(Bi,Sb)30S69 |
| ⓘ | Bohdanowiczite | 2.JA.20 | AgBiSe2 |
| ⓘ | Galenobismutite | 2.JB.25e | PbBi2S4 |
| ⓘ | Miharaite | 2.LB.05 | Cu4FePbBiS6 |
| Group 3 - Halides | |||
| ⓘ | Diaboleite | 3.DB.05 | Pb2CuCl2(OH)4 |
| Group 4 - Oxides and Hydroxides | |||
| ⓘ | Goethite | 4.00. | Fe3+O(OH) |
| ⓘ | Tenorite | 4.AB.10 | CuO |
| ⓘ | Magnetite | 4.BB.05 | Fe2+Fe3+2O4 |
| ⓘ | Hausmannite | 4.BB.10 | Mn2+Mn3+2O4 |
| ⓘ | Minium | 4.BD.05 | Pb3O4 |
| ⓘ | Hematite | 4.CB.05 | Fe2O3 |
| ⓘ | Quartz | 4.DA.05 | SiO2 |
| ⓘ | Mogánite | 4.DA.20 | SiO2 |
| ⓘ | Cassiterite | 4.DB.05 | SnO2 |
| ⓘ | Pyrolusite | 4.DB.05 | Mn4+O2 |
| ⓘ | Rutile | 4.DB.05 | TiO2 |
| ⓘ | Pyrolusite var. Polianite | 4.DB.05 | morphological variety |
| ⓘ | Birnessite | 4.FL.45 | (Na,Ca)0.5(Mn4+,Mn3+)2O4 · 1.5H2O |
| Group 5 - Nitrates and Carbonates | |||
| ⓘ | Calcite | 5.AB.05 | CaCO3 |
| ⓘ | Rhodochrosite | 5.AB.05 | MnCO3 |
| ⓘ | Siderite | 5.AB.05 | FeCO3 |
| ⓘ | Ankerite | 5.AB.10 | Ca(Fe2+,Mg)(CO3)2 |
| ⓘ | Dolomite | 5.AB.10 | CaMg(CO3)2 |
| ⓘ | Cerussite | 5.AB.15 | PbCO3 |
| ⓘ | Malachite | 5.BA.10 | Cu2(CO3)(OH)2 |
| ⓘ | Phosgenite | 5.BE.20 | Pb2CO3Cl2 |
| Group 7 - Sulphates, Chromates, Molybdates and Tungstates | |||
| ⓘ | Baryte | 7.AD.35 | BaSO4 |
| ⓘ | Brochantite | 7.BB.25 | Cu4(SO4)(OH)6 |
| ⓘ | Linarite | 7.BC.65 | PbCu(SO4)(OH)2 |
| ⓘ | Gypsum | 7.CD.40 | CaSO4 · 2H2O |
| Group 8 - Phosphates, Arsenates and Vanadates | |||
| ⓘ | Pyromorphite | 8.BN.05 | Pb5(PO4)3Cl |
| Group 9 - Silicates | |||
| ⓘ | Almandine | 9.AD.25 | Fe2+3Al2(SiO4)3 |
| ⓘ | Spessartine | 9.AD.25 | Mn2+3Al2(SiO4)3 |
| ⓘ | Braunite | 9.AG.05 | Mn2+Mn3+6(SiO4)O8 |
| ⓘ | Dioptase | 9.CJ.30 | CuSiO3 · H2O |
| ⓘ | Barroisite | 9.DE.20 | ◻(CaNa)(Mg3Al2)(AlSi7O22)(OH)2 |
| ⓘ | Rhodonite | 9.DK.05 | CaMn3Mn[Si5O15] |
| ⓘ | Prehnite | 9.DP.20 | Ca2Al2Si3O10(OH)2 |
| ⓘ | Muscovite | 9.EC.15 | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| ⓘ | var. Sericite | 9.EC.15 | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| ⓘ | Phlogopite | 9.EC.20 | KMg3(AlSi3O10)(OH)2 |
| ⓘ | Montmorillonite | 9.EC.40 | (Na,Ca)0.33(Al,Mg)2(Si4O10)(OH)2 · nH2O |
| ⓘ | Chamosite | 9.EC.55 | Fe2+5Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| ⓘ | Clinochlore | 9.EC.55 | Mg5Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| ⓘ | Donbassite | 9.EC.55 | Al4.33(AlSi3O10)(OH)8 |
| ⓘ | Kaolinite | 9.ED.05 | Al2(Si2O5)(OH)4 |
| ⓘ | Ganophyllite | 9.EG.30 | (K,Na)xMn2+6(Si,Al)10O24(OH)4 · nH2O (x = 1-2; n = 7-11) |
| ⓘ | Albite | 9.FA.35 | Na(AlSi3O8) |
| ⓘ | Chabazite-Ca | 9.GD.10 | (Ca,K2,Na2)2[Al2Si4O12]2 · 12H2O |
| ⓘ | Faujasite-Na | 9.GD.30 | (Na2,Ca,Mg)3.5[Al7Si17O48] · 32H2O |
| Unclassified | |||
| ⓘ | 'Amphibole Supergroup' | - | AB2C5(T8O22)W2 |
| ⓘ | 'Biotite' | - | K(Fe2+/Mg)2(Al/Fe3+/Mg/Ti)([Si/Al/Fe]2Si2O10)(OH/F)2 |
| ⓘ | 'Chlorite Group' | - | |
| ⓘ | 'Psilomelane' | - | |
| ⓘ | 'Pumpellyite Subgroup' | - | Ca2XAl2[Si2O6(OH)][SiO4](OH)2A |
| ⓘ | 'Wad' | - | |
| ⓘ | 'Manganese Oxides' | - | |
| ⓘ | 'Tetrahedrite Group' | - | M2(A6)M1(B4 C2)X3(D4)S1(Y12)S2(Z) |
List of minerals for each chemical element
| H | Hydrogen | |
|---|---|---|
| H | ⓘ Barroisite | ◻(CaNa)(Mg3Al2)(AlSi7O22)(OH)2 |
| H | ⓘ Biotite | K(Fe2+/Mg)2(Al/Fe3+/Mg/Ti)([Si/Al/Fe]2Si2O10)(OH/F)2 |
| H | ⓘ Birnessite | (Na,Ca)0.5(Mn4+,Mn3+)2O4 · 1.5H2O |
| H | ⓘ Brochantite | Cu4(SO4)(OH)6 |
| H | ⓘ Chamosite | Fe52+Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| H | ⓘ Clinochlore | Mg5Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| H | ⓘ Diaboleite | Pb2CuCl2(OH)4 |
| H | ⓘ Dioptase | CuSiO3 · H2O |
| H | ⓘ Ganophyllite | (K,Na)xMn62+(Si,Al)10O24(OH)4 · nH2O (x = 1-2; n = 7-11) |
| H | ⓘ Goethite | Fe3+O(OH) |
| H | ⓘ Gypsum | CaSO4 · 2H2O |
| H | ⓘ Kaolinite | Al2(Si2O5)(OH)4 |
| H | ⓘ Linarite | PbCu(SO4)(OH)2 |
| H | ⓘ Malachite | Cu2(CO3)(OH)2 |
| H | ⓘ Muscovite | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| H | ⓘ Montmorillonite | (Na,Ca)0.33(Al,Mg)2(Si4O10)(OH)2 · nH2O |
| H | ⓘ Phlogopite | KMg3(AlSi3O10)(OH)2 |
| H | ⓘ Prehnite | Ca2Al2Si3O10(OH)2 |
| H | ⓘ Pumpellyite Subgroup | Ca2XAl2[Si2O6(OH)][SiO4](OH)2A |
| H | ⓘ Chabazite-Ca | (Ca,K2,Na2)2[Al2Si4O12]2 · 12H2O |
| H | ⓘ Donbassite | Al4.33(AlSi3O10)(OH)8 |
| H | ⓘ Faujasite-Na | (Na2,Ca,Mg)3.5[Al7Si17O48] · 32H2O |
| H | ⓘ Muscovite var. Sericite | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| C | Carbon | |
| C | ⓘ Ankerite | Ca(Fe2+,Mg)(CO3)2 |
| C | ⓘ Calcite | CaCO3 |
| C | ⓘ Cerussite | PbCO3 |
| C | ⓘ Dolomite | CaMg(CO3)2 |
| C | ⓘ Graphite | C |
| C | ⓘ Malachite | Cu2(CO3)(OH)2 |
| C | ⓘ Phosgenite | Pb2CO3Cl2 |
| C | ⓘ Rhodochrosite | MnCO3 |
| C | ⓘ Siderite | FeCO3 |
| O | Oxygen | |
| O | ⓘ Albite | Na(AlSi3O8) |
| O | ⓘ Amphibole Supergroup | AB2C5(T8O22)W2 |
| O | ⓘ Ankerite | Ca(Fe2+,Mg)(CO3)2 |
| O | ⓘ Almandine | Fe32+Al2(SiO4)3 |
| O | ⓘ Barroisite | ◻(CaNa)(Mg3Al2)(AlSi7O22)(OH)2 |
| O | ⓘ Baryte | BaSO4 |
| O | ⓘ Biotite | K(Fe2+/Mg)2(Al/Fe3+/Mg/Ti)([Si/Al/Fe]2Si2O10)(OH/F)2 |
| O | ⓘ Birnessite | (Na,Ca)0.5(Mn4+,Mn3+)2O4 · 1.5H2O |
| O | ⓘ Braunite | Mn2+Mn63+(SiO4)O8 |
| O | ⓘ Brochantite | Cu4(SO4)(OH)6 |
| O | ⓘ Calcite | CaCO3 |
| O | ⓘ Cassiterite | SnO2 |
| O | ⓘ Cerussite | PbCO3 |
| O | ⓘ Chamosite | Fe52+Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| O | ⓘ Clinochlore | Mg5Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| O | ⓘ Diaboleite | Pb2CuCl2(OH)4 |
| O | ⓘ Dioptase | CuSiO3 · H2O |
| O | ⓘ Dolomite | CaMg(CO3)2 |
| O | ⓘ Ganophyllite | (K,Na)xMn62+(Si,Al)10O24(OH)4 · nH2O (x = 1-2; n = 7-11) |
| O | ⓘ Goethite | Fe3+O(OH) |
| O | ⓘ Gypsum | CaSO4 · 2H2O |
| O | ⓘ Hausmannite | Mn2+Mn23+O4 |
| O | ⓘ Hematite | Fe2O3 |
| O | ⓘ Kaolinite | Al2(Si2O5)(OH)4 |
| O | ⓘ Linarite | PbCu(SO4)(OH)2 |
| O | ⓘ Magnetite | Fe2+Fe23+O4 |
| O | ⓘ Malachite | Cu2(CO3)(OH)2 |
| O | ⓘ Minium | Pb3O4 |
| O | ⓘ Mogánite | SiO2 |
| O | ⓘ Muscovite | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| O | ⓘ Montmorillonite | (Na,Ca)0.33(Al,Mg)2(Si4O10)(OH)2 · nH2O |
| O | ⓘ Phlogopite | KMg3(AlSi3O10)(OH)2 |
| O | ⓘ Phosgenite | Pb2CO3Cl2 |
| O | ⓘ Prehnite | Ca2Al2Si3O10(OH)2 |
| O | ⓘ Pumpellyite Subgroup | Ca2XAl2[Si2O6(OH)][SiO4](OH)2A |
| O | ⓘ Pyrolusite | Mn4+O2 |
| O | ⓘ Pyromorphite | Pb5(PO4)3Cl |
| O | ⓘ Quartz | SiO2 |
| O | ⓘ Rhodochrosite | MnCO3 |
| O | ⓘ Rhodonite | CaMn3Mn[Si5O15] |
| O | ⓘ Rutile | TiO2 |
| O | ⓘ Siderite | FeCO3 |
| O | ⓘ Spessartine | Mn32+Al2(SiO4)3 |
| O | ⓘ Tenorite | CuO |
| O | ⓘ Chabazite-Ca | (Ca,K2,Na2)2[Al2Si4O12]2 · 12H2O |
| O | ⓘ Donbassite | Al4.33(AlSi3O10)(OH)8 |
| O | ⓘ Faujasite-Na | (Na2,Ca,Mg)3.5[Al7Si17O48] · 32H2O |
| O | ⓘ Muscovite var. Sericite | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| F | Fluorine | |
| F | ⓘ Biotite | K(Fe2+/Mg)2(Al/Fe3+/Mg/Ti)([Si/Al/Fe]2Si2O10)(OH/F)2 |
| Na | Sodium | |
| Na | ⓘ Albite | Na(AlSi3O8) |
| Na | ⓘ Barroisite | ◻(CaNa)(Mg3Al2)(AlSi7O22)(OH)2 |
| Na | ⓘ Birnessite | (Na,Ca)0.5(Mn4+,Mn3+)2O4 · 1.5H2O |
| Na | ⓘ Ganophyllite | (K,Na)xMn62+(Si,Al)10O24(OH)4 · nH2O (x = 1-2; n = 7-11) |
| Na | ⓘ Montmorillonite | (Na,Ca)0.33(Al,Mg)2(Si4O10)(OH)2 · nH2O |
| Na | ⓘ Chabazite-Ca | (Ca,K2,Na2)2[Al2Si4O12]2 · 12H2O |
| Na | ⓘ Faujasite-Na | (Na2,Ca,Mg)3.5[Al7Si17O48] · 32H2O |
| Mg | Magnesium | |
| Mg | ⓘ Ankerite | Ca(Fe2+,Mg)(CO3)2 |
| Mg | ⓘ Barroisite | ◻(CaNa)(Mg3Al2)(AlSi7O22)(OH)2 |
| Mg | ⓘ Biotite | K(Fe2+/Mg)2(Al/Fe3+/Mg/Ti)([Si/Al/Fe]2Si2O10)(OH/F)2 |
| Mg | ⓘ Clinochlore | Mg5Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| Mg | ⓘ Dolomite | CaMg(CO3)2 |
| Mg | ⓘ Montmorillonite | (Na,Ca)0.33(Al,Mg)2(Si4O10)(OH)2 · nH2O |
| Mg | ⓘ Phlogopite | KMg3(AlSi3O10)(OH)2 |
| Mg | ⓘ Faujasite-Na | (Na2,Ca,Mg)3.5[Al7Si17O48] · 32H2O |
| Al | Aluminium | |
| Al | ⓘ Albite | Na(AlSi3O8) |
| Al | ⓘ Almandine | Fe32+Al2(SiO4)3 |
| Al | ⓘ Barroisite | ◻(CaNa)(Mg3Al2)(AlSi7O22)(OH)2 |
| Al | ⓘ Biotite | K(Fe2+/Mg)2(Al/Fe3+/Mg/Ti)([Si/Al/Fe]2Si2O10)(OH/F)2 |
| Al | ⓘ Chamosite | Fe52+Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| Al | ⓘ Clinochlore | Mg5Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| Al | ⓘ Ganophyllite | (K,Na)xMn62+(Si,Al)10O24(OH)4 · nH2O (x = 1-2; n = 7-11) |
| Al | ⓘ Kaolinite | Al2(Si2O5)(OH)4 |
| Al | ⓘ Muscovite | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| Al | ⓘ Montmorillonite | (Na,Ca)0.33(Al,Mg)2(Si4O10)(OH)2 · nH2O |
| Al | ⓘ Phlogopite | KMg3(AlSi3O10)(OH)2 |
| Al | ⓘ Prehnite | Ca2Al2Si3O10(OH)2 |
| Al | ⓘ Pumpellyite Subgroup | Ca2XAl2[Si2O6(OH)][SiO4](OH)2A |
| Al | ⓘ Spessartine | Mn32+Al2(SiO4)3 |
| Al | ⓘ Chabazite-Ca | (Ca,K2,Na2)2[Al2Si4O12]2 · 12H2O |
| Al | ⓘ Donbassite | Al4.33(AlSi3O10)(OH)8 |
| Al | ⓘ Faujasite-Na | (Na2,Ca,Mg)3.5[Al7Si17O48] · 32H2O |
| Al | ⓘ Muscovite var. Sericite | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| Si | Silicon | |
| Si | ⓘ Albite | Na(AlSi3O8) |
| Si | ⓘ Almandine | Fe32+Al2(SiO4)3 |
| Si | ⓘ Barroisite | ◻(CaNa)(Mg3Al2)(AlSi7O22)(OH)2 |
| Si | ⓘ Biotite | K(Fe2+/Mg)2(Al/Fe3+/Mg/Ti)([Si/Al/Fe]2Si2O10)(OH/F)2 |
| Si | ⓘ Braunite | Mn2+Mn63+(SiO4)O8 |
| Si | ⓘ Chamosite | Fe52+Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| Si | ⓘ Clinochlore | Mg5Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| Si | ⓘ Dioptase | CuSiO3 · H2O |
| Si | ⓘ Ganophyllite | (K,Na)xMn62+(Si,Al)10O24(OH)4 · nH2O (x = 1-2; n = 7-11) |
| Si | ⓘ Kaolinite | Al2(Si2O5)(OH)4 |
| Si | ⓘ Mogánite | SiO2 |
| Si | ⓘ Muscovite | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| Si | ⓘ Montmorillonite | (Na,Ca)0.33(Al,Mg)2(Si4O10)(OH)2 · nH2O |
| Si | ⓘ Phlogopite | KMg3(AlSi3O10)(OH)2 |
| Si | ⓘ Prehnite | Ca2Al2Si3O10(OH)2 |
| Si | ⓘ Pumpellyite Subgroup | Ca2XAl2[Si2O6(OH)][SiO4](OH)2A |
| Si | ⓘ Quartz | SiO2 |
| Si | ⓘ Rhodonite | CaMn3Mn[Si5O15] |
| Si | ⓘ Spessartine | Mn32+Al2(SiO4)3 |
| Si | ⓘ Chabazite-Ca | (Ca,K2,Na2)2[Al2Si4O12]2 · 12H2O |
| Si | ⓘ Donbassite | Al4.33(AlSi3O10)(OH)8 |
| Si | ⓘ Faujasite-Na | (Na2,Ca,Mg)3.5[Al7Si17O48] · 32H2O |
| Si | ⓘ Muscovite var. Sericite | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| P | Phosphorus | |
| P | ⓘ Pyromorphite | Pb5(PO4)3Cl |
| S | Sulfur | |
| S | ⓘ Aikinite | CuPbBiS3 |
| S | ⓘ Alloclasite | Co1-xFexAsS |
| S | ⓘ Arsenopyrite | FeAsS |
| S | ⓘ Baryte | BaSO4 |
| S | ⓘ Betekhtinite | Pb2(Cu,Fe)22-24S15 |
| S | ⓘ Bismuthinite | Bi2S3 |
| S | ⓘ Bornite | Cu5FeS4 |
| S | ⓘ Bournonite | PbCuSbS3 |
| S | ⓘ Brochantite | Cu4(SO4)(OH)6 |
| S | ⓘ Carrollite | CuCo2S4 |
| S | ⓘ Chalcopyrite | CuFeS2 |
| S | ⓘ Chalcocite | Cu2S |
| S | ⓘ Chalcostibite | CuSbS2 |
| S | ⓘ Cinnabar | HgS |
| S | ⓘ Cobaltite | CoAsS |
| S | ⓘ Colusite | Cu13VAs3S16 |
| S | ⓘ Covellite | CuS |
| S | ⓘ Freibergite Subgroup | (Ag6,[Ag6]4+)(Cu4 C22+)Sb4S12S0-1 |
| S | ⓘ Galena | PbS |
| S | ⓘ Galenobismutite | PbBi2S4 |
| S | ⓘ Glaucodot | (Co0.50Fe0.50)AsS |
| S | ⓘ Gudmundite | FeSbS |
| S | ⓘ Gypsum | CaSO4 · 2H2O |
| S | ⓘ Joséite-B | Bi4Te2S |
| S | ⓘ Kësterite | Cu2ZnSnS4 |
| S | ⓘ Kiddcreekite | Cu6SnWS8 |
| S | ⓘ Kobellite | Pb22Cu4(Bi,Sb)30S69 |
| S | ⓘ Laitakarite | Bi4(Se,S)3 |
| S | ⓘ Linarite | PbCu(SO4)(OH)2 |
| S | ⓘ Mawsonite | Cu6Fe2SnS8 |
| S | ⓘ Meneghinite | Pb13CuSb7S24 |
| S | ⓘ Miharaite | Cu4FePbBiS6 |
| S | ⓘ Pyrite | FeS2 |
| S | ⓘ Pyrrhotite | Fe1-xS |
| S | ⓘ Roquesite | CuInS2 |
| S | ⓘ Sakuraiite | (Cu,Zn,Fe)3(In,Sn)S4 |
| S | ⓘ Sphalerite | ZnS |
| S | ⓘ Stannite | Cu2FeSnS4 |
| S | ⓘ Stannoidite | Cu6+Cu22+(Fe2+,Zn)3Sn2S12 |
| S | ⓘ Stromeyerite | AgCuS |
| S | ⓘ Native Sulphur | S8 |
| S | ⓘ Tennantite Subgroup | Cu6(Cu4C22+)As4S12S |
| S | ⓘ Tetradymite | Bi2Te2S |
| S | ⓘ Tetrahedrite Subgroup | Cu6(Cu4C22+)Sb4S12S |
| S | ⓘ Vinciennite | Cu7+Cu32+Fe22+Fe23+Sn(As,Sb)S16 |
| S | ⓘ Wittichenite | Cu3BiS3 |
| S | ⓘ Tetrahedrite Group | M2(A6)M1(B4 C2)X3(D4)S1(Y12)S2(Z) |
| S | ⓘ Tetrahedrite-(Fe) | Cu6(Cu4Fe22+)Sb4S12S |
| Cl | Chlorine | |
| Cl | ⓘ Diaboleite | Pb2CuCl2(OH)4 |
| Cl | ⓘ Phosgenite | Pb2CO3Cl2 |
| Cl | ⓘ Pyromorphite | Pb5(PO4)3Cl |
| K | Potassium | |
| K | ⓘ Biotite | K(Fe2+/Mg)2(Al/Fe3+/Mg/Ti)([Si/Al/Fe]2Si2O10)(OH/F)2 |
| K | ⓘ Ganophyllite | (K,Na)xMn62+(Si,Al)10O24(OH)4 · nH2O (x = 1-2; n = 7-11) |
| K | ⓘ Muscovite | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| K | ⓘ Phlogopite | KMg3(AlSi3O10)(OH)2 |
| K | ⓘ Chabazite-Ca | (Ca,K2,Na2)2[Al2Si4O12]2 · 12H2O |
| K | ⓘ Muscovite var. Sericite | KAl2(AlSi3O10)(OH)2 |
| Ca | Calcium | |
| Ca | ⓘ Ankerite | Ca(Fe2+,Mg)(CO3)2 |
| Ca | ⓘ Barroisite | ◻(CaNa)(Mg3Al2)(AlSi7O22)(OH)2 |
| Ca | ⓘ Birnessite | (Na,Ca)0.5(Mn4+,Mn3+)2O4 · 1.5H2O |
| Ca | ⓘ Calcite | CaCO3 |
| Ca | ⓘ Dolomite | CaMg(CO3)2 |
| Ca | ⓘ Gypsum | CaSO4 · 2H2O |
| Ca | ⓘ Montmorillonite | (Na,Ca)0.33(Al,Mg)2(Si4O10)(OH)2 · nH2O |
| Ca | ⓘ Prehnite | Ca2Al2Si3O10(OH)2 |
| Ca | ⓘ Pumpellyite Subgroup | Ca2XAl2[Si2O6(OH)][SiO4](OH)2A |
| Ca | ⓘ Rhodonite | CaMn3Mn[Si5O15] |
| Ca | ⓘ Chabazite-Ca | (Ca,K2,Na2)2[Al2Si4O12]2 · 12H2O |
| Ca | ⓘ Faujasite-Na | (Na2,Ca,Mg)3.5[Al7Si17O48] · 32H2O |
| Ti | Titanium | |
| Ti | ⓘ Biotite | K(Fe2+/Mg)2(Al/Fe3+/Mg/Ti)([Si/Al/Fe]2Si2O10)(OH/F)2 |
| Ti | ⓘ Rutile | TiO2 |
| V | Vanadium | |
| V | ⓘ Colusite | Cu13VAs3S16 |
| Mn | Manganese | |
| Mn | ⓘ Birnessite | (Na,Ca)0.5(Mn4+,Mn3+)2O4 · 1.5H2O |
| Mn | ⓘ Braunite | Mn2+Mn63+(SiO4)O8 |
| Mn | ⓘ Ganophyllite | (K,Na)xMn62+(Si,Al)10O24(OH)4 · nH2O (x = 1-2; n = 7-11) |
| Mn | ⓘ Hausmannite | Mn2+Mn23+O4 |
| Mn | ⓘ Pyrolusite | Mn4+O2 |
| Mn | ⓘ Rhodochrosite | MnCO3 |
| Mn | ⓘ Rhodonite | CaMn3Mn[Si5O15] |
| Mn | ⓘ Spessartine | Mn32+Al2(SiO4)3 |
| Fe | Iron | |
| Fe | ⓘ Alloclasite | Co1-xFexAsS |
| Fe | ⓘ Ankerite | Ca(Fe2+,Mg)(CO3)2 |
| Fe | ⓘ Arsenopyrite | FeAsS |
| Fe | ⓘ Almandine | Fe32+Al2(SiO4)3 |
| Fe | ⓘ Betekhtinite | Pb2(Cu,Fe)22-24S15 |
| Fe | ⓘ Biotite | K(Fe2+/Mg)2(Al/Fe3+/Mg/Ti)([Si/Al/Fe]2Si2O10)(OH/F)2 |
| Fe | ⓘ Bornite | Cu5FeS4 |
| Fe | ⓘ Chalcopyrite | CuFeS2 |
| Fe | ⓘ Chamosite | Fe52+Al(AlSi3O10)(OH)8 |
| Fe | ⓘ Glaucodot | (Co0.50Fe0.50)AsS |
| Fe | ⓘ Goethite | Fe3+O(OH) |
| Fe | ⓘ Gudmundite | FeSbS |
| Fe | ⓘ Hematite | Fe2O3 |
| Fe | ⓘ Löllingite | FeAs2 |
| Fe | ⓘ Magnetite | Fe2+Fe23+O4 |
| Fe | ⓘ Mawsonite | Cu6Fe2SnS8 |
| Fe | ⓘ Miharaite | Cu4FePbBiS6 |
| Fe | ⓘ Pyrite | FeS2 |
| Fe | ⓘ Pyrrhotite | Fe1-xS |
| Fe | ⓘ Sakuraiite | (Cu,Zn,Fe)3(In,Sn)S4 |
| Fe | ⓘ Siderite | FeCO3 |
| Fe | ⓘ Stannite | Cu2FeSnS4 |
| Fe | ⓘ Stannoidite | Cu6+Cu22+(Fe2+,Zn)3Sn2S12 |
| Fe | ⓘ Vinciennite | Cu7+Cu32+Fe22+Fe23+Sn(As,Sb)S16 |
| Fe | ⓘ Tetrahedrite-(Fe) | Cu6(Cu4Fe22+)Sb4S12S |
| Co | Cobalt | |
| Co | ⓘ Alloclasite | Co1-xFexAsS |
| Co | ⓘ Carrollite | CuCo2S4 |
| Co | ⓘ Cobaltite | CoAsS |
| Co | ⓘ Glaucodot | (Co0.50Fe0.50)AsS |
| Co | ⓘ Skutterudite | CoAs3 |
| Cu | Copper | |
| Cu | ⓘ Aikinite | CuPbBiS3 |
| Cu | ⓘ Betekhtinite | Pb2(Cu,Fe)22-24S15 |
| Cu | ⓘ Bornite | Cu5FeS4 |
| Cu | ⓘ Bournonite | PbCuSbS3 |
| Cu | ⓘ Brochantite | Cu4(SO4)(OH)6 |
| Cu | ⓘ Carrollite | CuCo2S4 |
| Cu | ⓘ Chalcopyrite | CuFeS2 |
| Cu | ⓘ Chalcocite | Cu2S |
| Cu | ⓘ Chalcostibite | CuSbS2 |
| Cu | ⓘ Colusite | Cu13VAs3S16 |
| Cu | ⓘ Covellite | CuS |
| Cu | ⓘ Diaboleite | Pb2CuCl2(OH)4 |
| Cu | ⓘ Dioptase | CuSiO3 · H2O |
| Cu | ⓘ Freibergite Subgroup | (Ag6,[Ag6]4+)(Cu4 C22+)Sb4S12S0-1 |
| Cu | ⓘ Kësterite | Cu2ZnSnS4 |
| Cu | ⓘ Kiddcreekite | Cu6SnWS8 |
| Cu | ⓘ Kobellite | Pb22Cu4(Bi,Sb)30S69 |
| Cu | ⓘ Linarite | PbCu(SO4)(OH)2 |
| Cu | ⓘ Malachite | Cu2(CO3)(OH)2 |
| Cu | ⓘ Mawsonite | Cu6Fe2SnS8 |
| Cu | ⓘ Meneghinite | Pb13CuSb7S24 |
| Cu | ⓘ Miharaite | Cu4FePbBiS6 |
| Cu | ⓘ Roquesite | CuInS2 |
| Cu | ⓘ Sakuraiite | (Cu,Zn,Fe)3(In,Sn)S4 |
| Cu | ⓘ Stannite | Cu2FeSnS4 |
| Cu | ⓘ Stannoidite | Cu6+Cu22+(Fe2+,Zn)3Sn2S12 |
| Cu | ⓘ Stromeyerite | AgCuS |
| Cu | ⓘ Tennantite Subgroup | Cu6(Cu4C22+)As4S12S |
| Cu | ⓘ Tenorite | CuO |
| Cu | ⓘ Tetrahedrite Subgroup | Cu6(Cu4C22+)Sb4S12S |
| Cu | ⓘ Vinciennite | Cu7+Cu32+Fe22+Fe23+Sn(As,Sb)S16 |
| Cu | ⓘ Wittichenite | Cu3BiS3 |
| Cu | ⓘ Tetrahedrite-(Fe) | Cu6(Cu4Fe22+)Sb4S12S |
| Zn | Zinc | |
| Zn | ⓘ Kësterite | Cu2ZnSnS4 |
| Zn | ⓘ Sakuraiite | (Cu,Zn,Fe)3(In,Sn)S4 |
| Zn | ⓘ Sphalerite | ZnS |
| Zn | ⓘ Stannoidite | Cu6+Cu22+(Fe2+,Zn)3Sn2S12 |
| As | Arsenic | |
| As | ⓘ Alloclasite | Co1-xFexAsS |
| As | ⓘ Arsenopyrite | FeAsS |
| As | ⓘ Cobaltite | CoAsS |
| As | ⓘ Colusite | Cu13VAs3S16 |
| As | ⓘ Glaucodot | (Co0.50Fe0.50)AsS |
| As | ⓘ Löllingite | FeAs2 |
| As | ⓘ Skutterudite | CoAs3 |
| As | ⓘ Tennantite Subgroup | Cu6(Cu4C22+)As4S12S |
| As | ⓘ Vinciennite | Cu7+Cu32+Fe22+Fe23+Sn(As,Sb)S16 |
| Se | Selenium | |
| Se | ⓘ Bohdanowiczite | AgBiSe2 |
| Se | ⓘ Clausthalite | PbSe |
| Se | ⓘ Laitakarite | Bi4(Se,S)3 |
| Se | ⓘ Naumannite | Ag2Se |
| Se | ⓘ Paraguanajuatite | Bi2Se3 |
| Se | ⓘ Tiemannite | HgSe |
| Ag | Silver | |
| Ag | ⓘ Bohdanowiczite | AgBiSe2 |
| Ag | ⓘ Native Gold var. Electrum | (Au,Ag) |
| Ag | ⓘ Freibergite Subgroup | (Ag6,[Ag6]4+)(Cu4 C22+)Sb4S12S0-1 |
| Ag | ⓘ Naumannite | Ag2Se |
| Ag | ⓘ Stromeyerite | AgCuS |
| In | Indium | |
| In | ⓘ Roquesite | CuInS2 |
| In | ⓘ Sakuraiite | (Cu,Zn,Fe)3(In,Sn)S4 |
| Sn | Tin | |
| Sn | ⓘ Cassiterite | SnO2 |
| Sn | ⓘ Kësterite | Cu2ZnSnS4 |
| Sn | ⓘ Kiddcreekite | Cu6SnWS8 |
| Sn | ⓘ Mawsonite | Cu6Fe2SnS8 |
| Sn | ⓘ Sakuraiite | (Cu,Zn,Fe)3(In,Sn)S4 |
| Sn | ⓘ Stannite | Cu2FeSnS4 |
| Sn | ⓘ Stannoidite | Cu6+Cu22+(Fe2+,Zn)3Sn2S12 |
| Sn | ⓘ Vinciennite | Cu7+Cu32+Fe22+Fe23+Sn(As,Sb)S16 |
| Sb | Antimony | |
| Sb | ⓘ Bournonite | PbCuSbS3 |
| Sb | ⓘ Chalcostibite | CuSbS2 |
| Sb | ⓘ Freibergite Subgroup | (Ag6,[Ag6]4+)(Cu4 C22+)Sb4S12S0-1 |
| Sb | ⓘ Gudmundite | FeSbS |
| Sb | ⓘ Kobellite | Pb22Cu4(Bi,Sb)30S69 |
| Sb | ⓘ Meneghinite | Pb13CuSb7S24 |
| Sb | ⓘ Tetrahedrite Subgroup | Cu6(Cu4C22+)Sb4S12S |
| Sb | ⓘ Vinciennite | Cu7+Cu32+Fe22+Fe23+Sn(As,Sb)S16 |
| Sb | ⓘ Tetrahedrite-(Fe) | Cu6(Cu4Fe22+)Sb4S12S |
| Te | Tellurium | |
| Te | ⓘ Coloradoite | HgTe |
| Te | ⓘ Joséite-B | Bi4Te2S |
| Te | ⓘ Tetradymite | Bi2Te2S |
| Ba | Barium | |
| Ba | ⓘ Baryte | BaSO4 |
| W | Tungsten | |
| W | ⓘ Kiddcreekite | Cu6SnWS8 |
| Au | Gold | |
| Au | ⓘ Native Gold var. Electrum | (Au,Ag) |
| Au | ⓘ Native Gold | Au |
| Hg | Mercury | |
| Hg | ⓘ Cinnabar | HgS |
| Hg | ⓘ Coloradoite | HgTe |
| Hg | ⓘ Tiemannite | HgSe |
| Pb | Lead | |
| Pb | ⓘ Aikinite | CuPbBiS3 |
| Pb | ⓘ Betekhtinite | Pb2(Cu,Fe)22-24S15 |
| Pb | ⓘ Bournonite | PbCuSbS3 |
| Pb | ⓘ Cerussite | PbCO3 |
| Pb | ⓘ Clausthalite | PbSe |
| Pb | ⓘ Diaboleite | Pb2CuCl2(OH)4 |
| Pb | ⓘ Galena | PbS |
| Pb | ⓘ Galenobismutite | PbBi2S4 |
| Pb | ⓘ Kobellite | Pb22Cu4(Bi,Sb)30S69 |
| Pb | ⓘ Linarite | PbCu(SO4)(OH)2 |
| Pb | ⓘ Meneghinite | Pb13CuSb7S24 |
| Pb | ⓘ Miharaite | Cu4FePbBiS6 |
| Pb | ⓘ Minium | Pb3O4 |
| Pb | ⓘ Phosgenite | Pb2CO3Cl2 |
| Pb | ⓘ Pyromorphite | Pb5(PO4)3Cl |
| Bi | Bismuth | |
| Bi | ⓘ Aikinite | CuPbBiS3 |
| Bi | ⓘ Native Bismuth | Bi |
| Bi | ⓘ Bismuthinite | Bi2S3 |
| Bi | ⓘ Bohdanowiczite | AgBiSe2 |
| Bi | ⓘ Galenobismutite | PbBi2S4 |
| Bi | ⓘ Joséite-B | Bi4Te2S |
| Bi | ⓘ Kobellite | Pb22Cu4(Bi,Sb)30S69 |
| Bi | ⓘ Laitakarite | Bi4(Se,S)3 |
| Bi | ⓘ Miharaite | Cu4FePbBiS6 |
| Bi | ⓘ Paraguanajuatite | Bi2Se3 |
| Bi | ⓘ Tetradymite | Bi2Te2S |
| Bi | ⓘ Wittichenite | Cu3BiS3 |
Fossils
This region is too big or complex to display the fossil list, try looking at smaller subregions.Other Databases
| Wikipedia: | https://en.wikipedia.org/wiki/Castro_Verde |
|---|---|
| Wikidata ID: | Q551696 |
| GeoNames ID: | 8010437 |
Localities in this Region
- Beja
- Castro Verde
- ⭔Castro Verde e Casével
- Achada Mine
- Branca Mine
- Caçoeira Mine
- Cerro da Maré Mine
- Cerro do Lírio e Cabeço das Urzes Mine
- Cerro do Serpe Mine
- Cêrros Altos Mine
- Charneca do Garrochal Mine
- Courela dos Moinhos Mine
- Cova da Moura e Zambujeiro Mine
- Herdade da Felipeja Mine
- Herdade da Misericórdia Mine
- Herdade do Canal e Cerro do Seixo Mine
- Herdade do Ferragudo Mine
- Horta do Surdo Mine
- Monte Velho Mine
- ⭔Castro Verde e Casével
- Castro Verde
- Beja
- Castro Verde
- Castro Verde e Casével
- ⭔Entradas
- ⭔Santa Bárbara de Padrões
- ⭔São Marcos da Ataboeira
- Castro Verde
Other Regions, Features and Areas that Intersect
Eurasian PlateTectonic Plate
- South Portuguese ZoneOrogenic Belt
EuropeContinent
Iberian PeninsulaPeninsula
This page contains all mineral locality references listed on mindat.org. This does not claim to be a complete list. If you know of more minerals from this site, please register so you can add to our database. This locality information is for reference purposes only. You should never attempt to
visit any sites listed in mindat.org without first ensuring that you have the permission of the land and/or mineral rights holders
for access and that you are aware of all safety precautions necessary.
Quick NavTopCommoditiesMineral ListRock TypesFossilsOther DatabasesLocalities in RegionOther Regions






Castro Verde, Beja, Portugal